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Adriane Galisteu homenageia Ayrton Senna em redes sociais ao completar 32 anos de sua morte

TRANSMISSÃO: Record | HBO Max | Max Na data que marca 32 anos da morte de Ayrton Senna, 1º de maio, a apresentadora Adriane Galisteu publicou uma...

02/05/2026 · 15h44 · Atualizado às 18h55
Adriane Galisteu homenageia Ayrton Senna em redes sociais ao completar 32 anos de sua morte

Na data que marca 32 anos da morte de Ayrton Senna, 1º de maio, a apresentadora Adriane Galisteu publicou uma homenagem nas redes sociais lembrando o relacionamento que viveu com o piloto. Galisteu e Senna mantiveram um namoro iniciado em março de 1993 até o falecimento do piloto em 1994.

Em publicação no Instagram, a comunicadora resgatou imagens e trechos do documentário “Meu Ayrton”, obra à qual ela participou e que está disponível na HBO Max e na plataforma Max. Nas postagens, Galisteu descreve o período com Senna como um “ano e meio mágico” e classifica o romance como um “conto de fadas”, ressaltando que, apesar dos anos, a ausência do piloto permanece presente e transformada em saudade.

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A trajetória do casal, que teve grande exposição pública enquanto durou, ganhou ainda mais atenção após a morte de Senna, quando Galisteu precisou lidar com o luto sob os olhos da mídia nacional e internacional. A apresentadora, atualmente casada com o empresário Alexandre Iódice e mãe do filho Vittorio, recebeu também manifestações de seguidores sobre a forma como o marido respeita sua história.

Em um dos comentários destacados pela reportagem, uma internauta elogiou Alexandre Iódice: “Amo como o Alexandre Iódice respeita a história da esposa dele, como ele é homem o suficiente para entender uma trajetória de vida. Homens, não meninos”.

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Ayrton-Senna-e-Adriane-Galisteu

O registro compartilhado por Galisteu traz recordações pessoais e material do arquivo íntimo, que compõe o conteúdo do documentário exibido nas plataformas mencionadas. A publicação reafirma a memória do piloto entre fãs e pessoas próximas, mantendo viva a lembrança de sua passagem e do relacionamento com a apresentadora.

A data de 1º de maio segue como marco para as homenagens ao tricampeão mundial de Fórmula 1 e, no caso de Galisteu, serve para reviver e partilhar memórias de um período que ela descreve como intenso e transformador.

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Na data que marca 32 anos da morte de Ayrton Senna, 1º de maio, a apresentadora Adriane Galisteu publicou uma homenagem nas redes sociais lembrando o relacionamento que viveu com o piloto. Galisteu e Senna mantiveram um namoro iniciado em março de 1993 até o falecimento do piloto em 1994.

Em publicação no Instagram, a comunicadora resgatou imagens e trechos do documentário “Meu Ayrton”, obra à qual ela participou e que está disponível na HBO Max e na plataforma Max. Nas postagens, Galisteu descreve o período com Senna como um “ano e meio mágico” e classifica o romance como um “conto de fadas”, ressaltando que, apesar dos anos, a ausência do piloto permanece presente e transformada em saudade.

A trajetória do casal, que teve grande exposição pública enquanto durou, ganhou ainda mais atenção após a morte de Senna, quando Galisteu precisou lidar com o luto sob os olhos da mídia nacional e internacional. A apresentadora, atualmente casada com o empresário Alexandre Iódice e mãe do filho Vittorio, recebeu também manifestações de seguidores sobre a forma como o marido respeita sua história.

Em um dos comentários destacados pela reportagem, uma internauta elogiou Alexandre Iódice: “Amo como o Alexandre Iódice respeita a história da esposa dele, como ele é homem o suficiente para entender uma trajetória de vida. Homens, não meninos”.

Ayrton-Senna-e-Adriane-Galisteu

O registro compartilhado por Galisteu traz recordações pessoais e material do arquivo íntimo, que compõe o conteúdo do documentário exibido nas plataformas mencionadas. A publicação reafirma a memória do piloto entre fãs e pessoas próximas, mantendo viva a lembrança de sua passagem e do relacionamento com a apresentadora.

A data de 1º de maio segue como marco para as homenagens ao tricampeão mundial de Fórmula 1 e, no caso de Galisteu, serve para reviver e partilhar memórias de um período que ela descreve como intenso e transformador.

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