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Educação

Estudantes fazem ato em São Paulo e criticam políticas educacionais do governo estadual

Diretórios acadêmicos da USP, Unesp e Unicamp convocaram manifestação que reuniu cerca de 10 mil pessoas na zona oeste de São Paulo na tarde desta...

21/05/2026 · 07h51
Estudantes fazem ato em São Paulo e criticam políticas educacionais do governo estadual

Diretórios acadêmicos da USP, Unesp e Unicamp convocaram manifestação que reuniu cerca de 10 mil pessoas na zona oeste de São Paulo na tarde desta quarta-feira (20).

O grupo saiu do Largo da Batata, no bairro de Pinheiros, e caminhou até o Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista, no Morumbi. A rota passou pela Avenida Faria Lima e outras avenidas importantes da região. Segundo os organizadores, a principal reivindicação foi contra a precarização do ensino e as privatizações realizadas por determinação do governador.

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Estudantes da Universidade de São Paulo (USP), que iniciaram uma greve há cerca de um mês, formaram a maioria dos participantes. Também marcaram presença entidades sindicais, sobretudo de trabalhadores da educação, e algumas centenas de estudantes da Unesp e da Unicamp, instituições que vinham promovendo paralisações nas últimas semanas.

Os manifestantes exigiram compromissos concretos sobre o aumento de recursos destinados à permanência estudantil e à qualificação das atividades acadêmicas. Entre as demandas estão a contratação de mais professores e a implementação de políticas de moradia e alimentação para estudantes.

Representantes dos alunos da Unesp e da Unicamp relataram supostos excessos na fiscalização por parte da Polícia Rodoviária Federal (PRF) nos ônibus que seguiram para a capital na manhã desta quarta. A PRF não se manifestou sobre as reclamações.

A Secretaria Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação, responsável pelas universidades estaduais paulistas, também não emitiu posicionamento a respeito do ato.

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A Polícia Militar montou uma barreira a cerca de 500 metros do Palácio dos Bandeirantes. Em nota, a corporação informou que acompanhou a mobilização e não registrou ocorrências, acrescentando que o esquema operacional foi planejado para garantir a segurança de todas as pessoas, preservar a ordem pública e assegurar o direito de ir e vir da população.

A manifestação seguia em andamento, sem relatos de conflito, e tinha previsão de se manter até cerca das 20h desta quarta-feira.

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Com informações de Agência Brasil

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Diretórios acadêmicos da USP, Unesp e Unicamp convocaram manifestação que reuniu cerca de 10 mil pessoas na zona oeste de São Paulo na tarde desta quarta-feira (20).

O grupo saiu do Largo da Batata, no bairro de Pinheiros, e caminhou até o Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista, no Morumbi. A rota passou pela Avenida Faria Lima e outras avenidas importantes da região. Segundo os organizadores, a principal reivindicação foi contra a precarização do ensino e as privatizações realizadas por determinação do governador.

Estudantes da Universidade de São Paulo (USP), que iniciaram uma greve há cerca de um mês, formaram a maioria dos participantes. Também marcaram presença entidades sindicais, sobretudo de trabalhadores da educação, e algumas centenas de estudantes da Unesp e da Unicamp, instituições que vinham promovendo paralisações nas últimas semanas.

Os manifestantes exigiram compromissos concretos sobre o aumento de recursos destinados à permanência estudantil e à qualificação das atividades acadêmicas. Entre as demandas estão a contratação de mais professores e a implementação de políticas de moradia e alimentação para estudantes.

Representantes dos alunos da Unesp e da Unicamp relataram supostos excessos na fiscalização por parte da Polícia Rodoviária Federal (PRF) nos ônibus que seguiram para a capital na manhã desta quarta. A PRF não se manifestou sobre as reclamações.

A Secretaria Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação, responsável pelas universidades estaduais paulistas, também não emitiu posicionamento a respeito do ato.

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A Polícia Militar montou uma barreira a cerca de 500 metros do Palácio dos Bandeirantes. Em nota, a corporação informou que acompanhou a mobilização e não registrou ocorrências, acrescentando que o esquema operacional foi planejado para garantir a segurança de todas as pessoas, preservar a ordem pública e assegurar o direito de ir e vir da população.

A manifestação seguia em andamento, sem relatos de conflito, e tinha previsão de se manter até cerca das 20h desta quarta-feira.

Com informações de Agência Brasil

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