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Policial

Polícia Civil apura denúncias de possível envenenamento de animais em Propriá

Polícia Civil apura denúncias de possível envenenamento de animais em Propriá

17/06/2026 · 14h17
Polícia Civil apura denúncias de possível envenenamento de animais em Propriá

Vídeos compartilhados nas redes sociais acenderam o alerta na região; Delegacia Regional pede o apoio da população com denúncias e registros formais.

A Delegacia Regional de Propriá, município localizado na região do Baixo São Francisco sergipano, informou que tomou conhecimento de vídeos e relatos que estão circulando nas redes sociais denunciando possíveis casos de envenenamento de cães e gatos na localidade. Diante da gravidade das imagens e das reclamações virtuais, a Polícia Civil reforçou que está acompanhando de perto o cenário e trabalha para reunir elementos consistentes que permitam a abertura e o avanço de investigações formais.

Segundo as declarações do delegado Albene Júnior, até o presente momento a instituição não dispõe de dados oficiais ou laudos técnicos além do material midiático que vem sendo compartilhado na internet. Por conta dessa escassez de detalhes estruturados, a Polícia Civil solicita publicamente a colaboração dos moradores de Propriá.

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Como colaborar com as investigações

Para que as equipes policiais consigam mapear as ocorrências e identificar os possíveis responsáveis pela prática criminosa, as autoridades orientam a população a adotar duas medidas fundamentais:

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  • Registro de Boletim de Ocorrência (BO): É fundamental que os tutores dos animais afetados ou testemunhas presenciais compareçam à delegacia para registrar formalmente o caso, fornecendo detalhes como datas, horários e locais exatos.
  • Disque-Denúncia (181): Informações sobre suspeitos de estarem distribuindo iscas envenenadas podem ser repassadas de forma totalmente anônima e gratuita através do telefone 181.

Maus-tratos a animais é crime com pena de reclusão

A autoridade policial fez questão de emitir um alerta contundente à sociedade, relembrando que a prática de maus-tratos, mutilação ou provocação da morte de animais domésticos e silvestres configura crime grave previsto na legislação ambiental brasileira.

Com o endurecimento recente da lei, a pena para quem comete esse tipo de atrocidade contra cães e gatos pode chegar a cinco anos de reclusão, além de aplicação de multa e proibição da guarda de outros animais. A Delegacia Regional de Propriá ressaltou que repudia veementemente esse tipo de conduta e reafirmou seu compromisso institucional de apurar minuciosamente os fatos para punir rigorosamente os culpados, caso as denúncias sejam materializadas.

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Vídeos compartilhados nas redes sociais acenderam o alerta na região; Delegacia Regional pede o apoio da população com denúncias e registros formais.

A Delegacia Regional de Propriá, município localizado na região do Baixo São Francisco sergipano, informou que tomou conhecimento de vídeos e relatos que estão circulando nas redes sociais denunciando possíveis casos de envenenamento de cães e gatos na localidade. Diante da gravidade das imagens e das reclamações virtuais, a Polícia Civil reforçou que está acompanhando de perto o cenário e trabalha para reunir elementos consistentes que permitam a abertura e o avanço de investigações formais.

Segundo as declarações do delegado Albene Júnior, até o presente momento a instituição não dispõe de dados oficiais ou laudos técnicos além do material midiático que vem sendo compartilhado na internet. Por conta dessa escassez de detalhes estruturados, a Polícia Civil solicita publicamente a colaboração dos moradores de Propriá.

Como colaborar com as investigações

Para que as equipes policiais consigam mapear as ocorrências e identificar os possíveis responsáveis pela prática criminosa, as autoridades orientam a população a adotar duas medidas fundamentais:

  • Registro de Boletim de Ocorrência (BO): É fundamental que os tutores dos animais afetados ou testemunhas presenciais compareçam à delegacia para registrar formalmente o caso, fornecendo detalhes como datas, horários e locais exatos.
  • Disque-Denúncia (181): Informações sobre suspeitos de estarem distribuindo iscas envenenadas podem ser repassadas de forma totalmente anônima e gratuita através do telefone 181.

Maus-tratos a animais é crime com pena de reclusão

A autoridade policial fez questão de emitir um alerta contundente à sociedade, relembrando que a prática de maus-tratos, mutilação ou provocação da morte de animais domésticos e silvestres configura crime grave previsto na legislação ambiental brasileira.

Com o endurecimento recente da lei, a pena para quem comete esse tipo de atrocidade contra cães e gatos pode chegar a cinco anos de reclusão, além de aplicação de multa e proibição da guarda de outros animais. A Delegacia Regional de Propriá ressaltou que repudia veementemente esse tipo de conduta e reafirmou seu compromisso institucional de apurar minuciosamente os fatos para punir rigorosamente os culpados, caso as denúncias sejam materializadas.

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