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Lula celebra acordo entre EUA e Irã que pode encerrar guerra no Oriente Médio

Governo brasileiro celebra acordo entre EUA e Irã para paz no Oriente Médio.

19/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 09h23
Lula celebra acordo entre EUA e Irã que pode encerrar guerra no Oriente Médio

Brasil aplaude memorando assinado nesta quinta (18) que abre caminho para paz definitiva em 60 dias. Conflito começou em fevereiro com ataque americano e israelense ao Irã.

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) manifestou, na última quinta-feira, 18 de junho de 2026, satisfação com a assinatura do memorando de entendimento entre os Estados Unidos e o Irã. Este documento estabelece as bases para um acordo definitivo que poderá ser alcançado em até 60 dias, visando encerrar o conflito no Oriente Médio.

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A guerra entre os EUA e o Irã teve início em 28 de fevereiro deste ano, quando o governo de Donald Trump (Partido Republicano) lançou uma ofensiva conjunta com Israel contra Teerã, resultando na morte do líder supremo iraniano, o aiatolá Ali Khamenei.

Em uma nota oficial, o Ministério das Relações Exteriores do Brasil destacou a importância do cumprimento dos termos acordados e a necessidade de cessar os ataques. O Itamaraty também reconheceu o papel fundamental de mediação desempenhado por países como Paquistão e Qatar, além da contribuição de Arábia Saudita, Egito e Turquia.

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“O Brasil exorta as partes a aderirem estritamente aos termos acordados. Apela, em especial, à completa cessação das hostilidades em todas as frentes, incluindo no Líbano, assim como à manutenção do engajamento em negociações de boa-fé e no fortalecimento da confiança mútua, a fim de assegurar a finalização de acordo de paz abrangente”, afirmou o Itamaraty.

Além disso, o governo brasileiro reiterou que o diálogo diplomático é a única alternativa viável para alcançar a estabilidade e a segurança duradouras no Oriente Médio, enfatizando a situação da Palestina, tanto em Gaza quanto na Cisjordânia.

Com a assinatura do memorando, o cenário diplomático na região pode passar por mudanças significativas, trazendo esperanças de um futuro mais pacífico. A expectativa é que, nas próximas semanas, as negociações avancem e que os compromissos acordados sejam respeitados, permitindo uma resolução eficaz para o conflito.

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Brasil aplaude memorando assinado nesta quinta (18) que abre caminho para paz definitiva em 60 dias. Conflito começou em fevereiro com ataque americano e israelense ao Irã.

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) manifestou, na última quinta-feira, 18 de junho de 2026, satisfação com a assinatura do memorando de entendimento entre os Estados Unidos e o Irã. Este documento estabelece as bases para um acordo definitivo que poderá ser alcançado em até 60 dias, visando encerrar o conflito no Oriente Médio.

A guerra entre os EUA e o Irã teve início em 28 de fevereiro deste ano, quando o governo de Donald Trump (Partido Republicano) lançou uma ofensiva conjunta com Israel contra Teerã, resultando na morte do líder supremo iraniano, o aiatolá Ali Khamenei.

Em uma nota oficial, o Ministério das Relações Exteriores do Brasil destacou a importância do cumprimento dos termos acordados e a necessidade de cessar os ataques. O Itamaraty também reconheceu o papel fundamental de mediação desempenhado por países como Paquistão e Qatar, além da contribuição de Arábia Saudita, Egito e Turquia.

“O Brasil exorta as partes a aderirem estritamente aos termos acordados. Apela, em especial, à completa cessação das hostilidades em todas as frentes, incluindo no Líbano, assim como à manutenção do engajamento em negociações de boa-fé e no fortalecimento da confiança mútua, a fim de assegurar a finalização de acordo de paz abrangente”, afirmou o Itamaraty.

Além disso, o governo brasileiro reiterou que o diálogo diplomático é a única alternativa viável para alcançar a estabilidade e a segurança duradouras no Oriente Médio, enfatizando a situação da Palestina, tanto em Gaza quanto na Cisjordânia.

Com a assinatura do memorando, o cenário diplomático na região pode passar por mudanças significativas, trazendo esperanças de um futuro mais pacífico. A expectativa é que, nas próximas semanas, as negociações avancem e que os compromissos acordados sejam respeitados, permitindo uma resolução eficaz para o conflito.

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