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Brasil

Alerta falso da Defesa Civil assusta brasileiros de madrugada

Governo investiga falha em sistema de alerta de desastres após envio de mensagens falsas.

20/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 11h35
Alerta falso da Defesa Civil assusta brasileiros de madrugada

Mensagens falsas de risco extremo chegaram a celulares em todo o país na madrugada deste sábado. O governo apura falha de segurança cibernética no sistema Defesa Civil Alerta.

O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional anunciou que está apurando uma falha no sistema Defesa Civil Alerta. A investigação foi aberta após o envio não autorizado de mensagens falsas de risco extremo a celulares em várias regiões do país, durante a madrugada deste sábado (20/06/2026). O governo classificou o episódio como um incidente de segurança cibernética.

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O secretário nacional de Proteção e Defesa Civil, Wolnei Wolff, informou que uma nova versão da ferramenta está em desenvolvimento para reforçar a segurança do sistema. “Já se encontra em desenvolvimento dentro do Ministério da Integração, dentro da nossa [equipe] de TI, uma nova versão do sistema pensando exatamente em melhorar a segurança. Eu não conseguiria afirmar exatamente que dia essa versão vai ser concluída e estar no ar”, declarou.

De acordo com o ministério, os disparos de mensagens não seguiram o padrão operacional da ferramenta e foram distribuídos de forma aleatória. Por essa razão, não foi possível determinar quantas pessoas receberam os alertas falsos. O Defesa Civil Alerta utiliza a tecnologia Cell Broadcast para transmitir avisos sonoros e visuais diretamente aos celulares localizados em áreas de risco, sem depender de pacote de dados, conexão à internet ou cadastro prévio.

O sistema é capaz de emitir alertas severos ou extremos. Os alertas severos indicam a necessidade de medidas preventivas, enquanto os extremos são utilizados em situações de grave risco à vida, acionando um som que só é interrompido após a interação do usuário. Os avisos falsos enviados neste sábado foram classificados como extremos.

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O acionamento regular do sistema parte de informações fornecidas por órgãos responsáveis pelo monitoramento de riscos. Um agente credenciado registra a mensagem, que é enviada aos dispositivos localizados na área delimitada. Essa tecnologia substitui o uso exclusivo de mensagens SMS, permitindo o envio simultâneo a um grande número de dispositivos sem sobrecarregar a rede de telecomunicações.

A Anatel determinou em 2022 que as operadoras desenvolvessem o Cell Broadcast para alertas de emergência, e o Defesa Civil Alerta é operado pelas Defesas Civis, complementando outros canais de comunicação, como SMS, WhatsApp, Telegram, TV por assinatura e alertas do Google.

O acesso ao sistema é restrito a agentes capacitados. O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional continua investigando como ocorreu o acionamento não autorizado e trabalha em uma atualização para ampliar a proteção da ferramenta. A Anatel também afirmou que o Cell Broadcast permanece apto a apoiar ações de prevenção e resposta a desastres, e está analisando o envio de mensagens indevidas pelo sistema.

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Mensagens falsas de risco extremo chegaram a celulares em todo o país na madrugada deste sábado. O governo apura falha de segurança cibernética no sistema Defesa Civil Alerta.

O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional anunciou que está apurando uma falha no sistema Defesa Civil Alerta. A investigação foi aberta após o envio não autorizado de mensagens falsas de risco extremo a celulares em várias regiões do país, durante a madrugada deste sábado (20/06/2026). O governo classificou o episódio como um incidente de segurança cibernética.

O secretário nacional de Proteção e Defesa Civil, Wolnei Wolff, informou que uma nova versão da ferramenta está em desenvolvimento para reforçar a segurança do sistema. “Já se encontra em desenvolvimento dentro do Ministério da Integração, dentro da nossa [equipe] de TI, uma nova versão do sistema pensando exatamente em melhorar a segurança. Eu não conseguiria afirmar exatamente que dia essa versão vai ser concluída e estar no ar”, declarou.

De acordo com o ministério, os disparos de mensagens não seguiram o padrão operacional da ferramenta e foram distribuídos de forma aleatória. Por essa razão, não foi possível determinar quantas pessoas receberam os alertas falsos. O Defesa Civil Alerta utiliza a tecnologia Cell Broadcast para transmitir avisos sonoros e visuais diretamente aos celulares localizados em áreas de risco, sem depender de pacote de dados, conexão à internet ou cadastro prévio.

O sistema é capaz de emitir alertas severos ou extremos. Os alertas severos indicam a necessidade de medidas preventivas, enquanto os extremos são utilizados em situações de grave risco à vida, acionando um som que só é interrompido após a interação do usuário. Os avisos falsos enviados neste sábado foram classificados como extremos.

O acionamento regular do sistema parte de informações fornecidas por órgãos responsáveis pelo monitoramento de riscos. Um agente credenciado registra a mensagem, que é enviada aos dispositivos localizados na área delimitada. Essa tecnologia substitui o uso exclusivo de mensagens SMS, permitindo o envio simultâneo a um grande número de dispositivos sem sobrecarregar a rede de telecomunicações.

A Anatel determinou em 2022 que as operadoras desenvolvessem o Cell Broadcast para alertas de emergência, e o Defesa Civil Alerta é operado pelas Defesas Civis, complementando outros canais de comunicação, como SMS, WhatsApp, Telegram, TV por assinatura e alertas do Google.

O acesso ao sistema é restrito a agentes capacitados. O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional continua investigando como ocorreu o acionamento não autorizado e trabalha em uma atualização para ampliar a proteção da ferramenta. A Anatel também afirmou que o Cell Broadcast permanece apto a apoiar ações de prevenção e resposta a desastres, e está analisando o envio de mensagens indevidas pelo sistema.

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