O porta-voz do Pentágono, Sean Parnell, confirmou que quase 100 militares norte-americanos ficaram feridos desde o dia 7 de julho, em decorrência da escalada do conflito com o Irã. Nos últimos dez dias, o país persa lançou uma nova série de ataques contra instalações dos Estados Unidos.
Parnell afirmou que a maioria dos feridos sofreu apenas “concussões leves” e que 96% dos militares afetados já retornaram ao serviço. Ele negou que o Pentágono tenha escondido informações sobre as baixas sofridas pelas tropas norte-americanas durante os ataques iranianos.
Além dos feridos, três militares norte-americanos perderam a vida em combate na Jordânia e no Iraque na última semana. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, prometeu retaliar todos os ataques iranianos que resultarem na morte de soldados norte-americanos.
A tensão entre os Estados Unidos e o Irã voltou a aumentar após o término do cessar-fogo, que ocorreu no dia 8 de julho. Desde então, ambos os países têm trocado ataques militares, intensificando ainda mais a situação no Oriente Médio.
O Pentágono divulgou que os dados oficiais sobre mortos e feridos serão disponibilizados no DCAS (Sistema de Análise de Baixas de Defesa), embora não tenha informado quando essa atualização ocorrerá. Este sistema reúne os registros de baixas militares norte-americanas desde a Primeira Guerra Mundial.
O registro público mais recente é o da Operação Epic Fury, que marcou o início da série de ataques contra o Irã em 2026. Segundo o sistema, durante essa ofensiva, que foi encerrada no dia 5 de maio, 14 militares norte-americanos morreram e 447 ficaram feridos.
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