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Eleições

Trump minimiza acusações de interferência da China em eleições dos EUA

Trump minimiza acusações contra a China sobre interferência nas eleições dos EUA.

21/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 19h09
Trump minimiza acusações de interferência da China em eleições dos EUA

Cinco dias após ter acusado a China de ser responsável pelo “maior comprometimento de dados eleitorais da história”, o presidente Donald Trump adotou um tom mais brando em relação às ações de Pequim, afirmando que os Estados Unidos também realizam atividades semelhantes.

Na terça-feira, 21 de julho, Trump mencionou que o governo americano discutiria a questão com autoridades chinesas, mas não anunciou punições específicas. Ele declarou que a suposta violação de dados já pertencia ao passado. “Isso aconteceu há muito tempo. Acho que a China talvez seja um pouco diferente hoje do que era naquela época”, comentou Trump, apesar de sua declaração anterior, na semana passada, onde afirmou que a China teria obtido ilegalmente 220 milhões de registros de eleitores americanos desde 2020, caracterizando a situação como um “pesadelo sem precedentes para a segurança eleitoral”.

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“Eles fazem coisas contra nós e nós fazemos coisas contra eles”, afirmou Trump, acrescentando: “Vou ser honesto, nós também fazemos coisas contra eles. Não é uma via de mão única.”

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Um dia após o discurso de Trump, um funcionário da Casa Branca informou que os preparativos para a visita de Estado do presidente chinês Xi Jinping aos Estados Unidos, agendada para setembro, estavam em andamento. A Casa Branca não respondeu a questionamentos sobre se Trump estava considerando alguma consequência para a China, incluindo a possibilidade de sanções.

A mudança de tom de Trump levanta questões sobre a postura do governo americano em relação à China e como isso pode impactar as relações bilaterais no futuro. O presidente parece estar buscando equilibrar suas declarações em um momento em que a diplomacia entre os dois países se torna cada vez mais complexa. A narrativa sobre a segurança dos dados eleitorais continua a ser um tema sensível, especialmente com as eleições presidenciais se aproximando.

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Cinco dias após ter acusado a China de ser responsável pelo “maior comprometimento de dados eleitorais da história”, o presidente Donald Trump adotou um tom mais brando em relação às ações de Pequim, afirmando que os Estados Unidos também realizam atividades semelhantes.

Na terça-feira, 21 de julho, Trump mencionou que o governo americano discutiria a questão com autoridades chinesas, mas não anunciou punições específicas. Ele declarou que a suposta violação de dados já pertencia ao passado. “Isso aconteceu há muito tempo. Acho que a China talvez seja um pouco diferente hoje do que era naquela época”, comentou Trump, apesar de sua declaração anterior, na semana passada, onde afirmou que a China teria obtido ilegalmente 220 milhões de registros de eleitores americanos desde 2020, caracterizando a situação como um “pesadelo sem precedentes para a segurança eleitoral”.

“Eles fazem coisas contra nós e nós fazemos coisas contra eles”, afirmou Trump, acrescentando: “Vou ser honesto, nós também fazemos coisas contra eles. Não é uma via de mão única.”

Um dia após o discurso de Trump, um funcionário da Casa Branca informou que os preparativos para a visita de Estado do presidente chinês Xi Jinping aos Estados Unidos, agendada para setembro, estavam em andamento. A Casa Branca não respondeu a questionamentos sobre se Trump estava considerando alguma consequência para a China, incluindo a possibilidade de sanções.

A mudança de tom de Trump levanta questões sobre a postura do governo americano em relação à China e como isso pode impactar as relações bilaterais no futuro. O presidente parece estar buscando equilibrar suas declarações em um momento em que a diplomacia entre os dois países se torna cada vez mais complexa. A narrativa sobre a segurança dos dados eleitorais continua a ser um tema sensível, especialmente com as eleições presidenciais se aproximando.

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