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Policial

Defesa de cunhado de Cristiano Ronaldo rebate acusações sobre rinha de galos

Defesa de Alexandre Bertoluci Júnior contesta acusações sobre rinha de galos no RS.

22/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 19h21
Defesa de cunhado de Cristiano Ronaldo rebate acusações sobre rinha de galos

A defesa do empresário Alexandre Bertoluci Júnior, cunhado do jogador português Cristiano Ronaldo, divulgou um pronunciamento nesta quarta-feira (22) em resposta à investigação da Polícia Civil do Rio Grande do Sul sobre uma suposta rinha de galos atribuída a Alexandre.

Nos dias 16 e 17 de julho, agentes cumpriram três mandados de busca e apreensão nas cidades de Gramado e Igrejinha, na Serra Gaúcha, em busca de evidências sobre a criação, treinamento e comercialização de galos da raça Mura, que seriam destinados a rinhas.

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Conforme apurou a reportagem, Alexandre Bertoluci é apontado como o principal responsável por um dos locais investigados. Ele é casado com Kátia Aveiro, irmã de Cristiano Ronaldo. Em nota, o advogado Lúcio de Constantino, representante legal do empresário, contestou as suspeitas de atividades ilícitas.

“Em razão das recentes notícias, informa que nada foi encontrado de excepcional ou criminoso junto a Alexandre”, disse o advogado.

De acordo com a defesa, o local em questão é um criatório de aves, incluindo galinhas, pintos e galos, com o objetivo de aprimorar a qualidade genética avícola, focando na seleção e desenvolvimento de exemplares. O advogado ressaltou que a criação conta com acompanhamento técnico regular por um médico-veterinário, garantindo monitoramento sanitário e manejo adequado.

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Durante a operação, cerca de 1.500 aves da raça Mura foram fiscalizadas. A Polícia Civil informou que algumas delas apresentavam indícios de maus-tratos. Além disso, foram apreendidos celulares e documentos que, segundo a investigação, poderiam comprovar a comercialização dos animais, além de uma arma de fogo.

Os investigadores destacaram que os galos dessa raça podem ser vendidos por valores que variam entre R$ 20 mil e R$ 30 mil. As aves apreendidas estão sob a responsabilidade dos órgãos ambientais, que irão decidir sobre o futuro dos animais.

A investigação segue em andamento, visando identificar a origem dos animais e apurar a possível participação de outras pessoas em uma associação criminosa relacionada ao caso.

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A defesa do empresário Alexandre Bertoluci Júnior, cunhado do jogador português Cristiano Ronaldo, divulgou um pronunciamento nesta quarta-feira (22) em resposta à investigação da Polícia Civil do Rio Grande do Sul sobre uma suposta rinha de galos atribuída a Alexandre.

Nos dias 16 e 17 de julho, agentes cumpriram três mandados de busca e apreensão nas cidades de Gramado e Igrejinha, na Serra Gaúcha, em busca de evidências sobre a criação, treinamento e comercialização de galos da raça Mura, que seriam destinados a rinhas.

Conforme apurou a reportagem, Alexandre Bertoluci é apontado como o principal responsável por um dos locais investigados. Ele é casado com Kátia Aveiro, irmã de Cristiano Ronaldo. Em nota, o advogado Lúcio de Constantino, representante legal do empresário, contestou as suspeitas de atividades ilícitas.

“Em razão das recentes notícias, informa que nada foi encontrado de excepcional ou criminoso junto a Alexandre”, disse o advogado.

De acordo com a defesa, o local em questão é um criatório de aves, incluindo galinhas, pintos e galos, com o objetivo de aprimorar a qualidade genética avícola, focando na seleção e desenvolvimento de exemplares. O advogado ressaltou que a criação conta com acompanhamento técnico regular por um médico-veterinário, garantindo monitoramento sanitário e manejo adequado.

Durante a operação, cerca de 1.500 aves da raça Mura foram fiscalizadas. A Polícia Civil informou que algumas delas apresentavam indícios de maus-tratos. Além disso, foram apreendidos celulares e documentos que, segundo a investigação, poderiam comprovar a comercialização dos animais, além de uma arma de fogo.

Os investigadores destacaram que os galos dessa raça podem ser vendidos por valores que variam entre R$ 20 mil e R$ 30 mil. As aves apreendidas estão sob a responsabilidade dos órgãos ambientais, que irão decidir sobre o futuro dos animais.

A investigação segue em andamento, visando identificar a origem dos animais e apurar a possível participação de outras pessoas em uma associação criminosa relacionada ao caso.

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