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Política Internacional

EUA lançam 12ª noite de ataques contra alvos navais do Irã

EUA realizam ataques ao Irã pela 12ª noite consecutiva, mirando alvos militares.

23/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 10h07
EUA lançam 12ª noite de ataques contra alvos navais do Irã

Centcom informou que na noite de 22 de julho os EUA realizaram a 12ª rodada seguida de ataques a alvos marítimos do Irã. Foram atingidos depósitos de mísseis e drones, postos costeiros e sistemas de defesa aérea.

As Forças Armadas dos Estados Unidos anunciaram a conclusão de uma nova rodada de ataques contra alvos militares do Irã na noite de quarta-feira, 22 de julho de 2026. Este foi o 12º dia consecutivo de bombardeios norte-americanos direcionados ao país, de acordo com informações do Comando Central dos Estados Unidos (Centcom).

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A operação teve como alvo estruturas associadas às capacidades marítimas do Irã, incluindo depósitos de mísseis e drones, postos de vigilância costeira e sistemas de defesa aérea. O Centcom destacou que os ataques diminuem a capacidade do Irã de atingir embarcações comerciais e tripulações civis, embora não tenha revelado as regiões específicas que foram bombardeadas.

Desde o início de julho, as forças norte-americanas atingiram diversas instalações militares iranianas em terra e restabeleceram o bloqueio marítimo contra o país. O comunicado do Centcom mencionou que os militares dos EUA redirecionaram nove embarcações comerciais e imobilizaram uma delas para impedir a entrada e saída de navios dos portos iranianos.

“Mais de 50.000 militares norte-americanos operam em todo o Oriente Médio e permanecem em alerta máximo, focados, letais e prontos”, afirmou o Centcom.

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A ofensiva também se concentra na capacidade do Irã de atuar no estreito de Ormuz, uma rota vital que transporta cerca de 20% do fornecimento mundial de petróleo e gás. Desde o início da ofensiva dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã, em 28 de fevereiro, a passagem está praticamente bloqueada.

Na quarta-feira, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou que o país não precisa do estreito, mas afirmou que não permitirá que o Irã controle a rota ou obtenha armas nucleares. Trump também fez ameaças de destruir pontes e usinas elétricas em Teerã caso forças iranianas continuem a atacar embarcações na região.

Um dia antes, Trump havia mencionado que os EUA devem atacar “muito em breve” e “com muita força” a instalação conhecida como montanha Pickaxe, que está ligada ao programa nuclear iraniano. Esta instalação localiza-se a cerca de 1,6 km do complexo nuclear de Natanz, localizado no centro do Irã.

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Centcom informou que na noite de 22 de julho os EUA realizaram a 12ª rodada seguida de ataques a alvos marítimos do Irã. Foram atingidos depósitos de mísseis e drones, postos costeiros e sistemas de defesa aérea.

As Forças Armadas dos Estados Unidos anunciaram a conclusão de uma nova rodada de ataques contra alvos militares do Irã na noite de quarta-feira, 22 de julho de 2026. Este foi o 12º dia consecutivo de bombardeios norte-americanos direcionados ao país, de acordo com informações do Comando Central dos Estados Unidos (Centcom).

A operação teve como alvo estruturas associadas às capacidades marítimas do Irã, incluindo depósitos de mísseis e drones, postos de vigilância costeira e sistemas de defesa aérea. O Centcom destacou que os ataques diminuem a capacidade do Irã de atingir embarcações comerciais e tripulações civis, embora não tenha revelado as regiões específicas que foram bombardeadas.

Desde o início de julho, as forças norte-americanas atingiram diversas instalações militares iranianas em terra e restabeleceram o bloqueio marítimo contra o país. O comunicado do Centcom mencionou que os militares dos EUA redirecionaram nove embarcações comerciais e imobilizaram uma delas para impedir a entrada e saída de navios dos portos iranianos.

“Mais de 50.000 militares norte-americanos operam em todo o Oriente Médio e permanecem em alerta máximo, focados, letais e prontos”, afirmou o Centcom.

A ofensiva também se concentra na capacidade do Irã de atuar no estreito de Ormuz, uma rota vital que transporta cerca de 20% do fornecimento mundial de petróleo e gás. Desde o início da ofensiva dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã, em 28 de fevereiro, a passagem está praticamente bloqueada.

Na quarta-feira, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou que o país não precisa do estreito, mas afirmou que não permitirá que o Irã controle a rota ou obtenha armas nucleares. Trump também fez ameaças de destruir pontes e usinas elétricas em Teerã caso forças iranianas continuem a atacar embarcações na região.

Um dia antes, Trump havia mencionado que os EUA devem atacar “muito em breve” e “com muita força” a instalação conhecida como montanha Pickaxe, que está ligada ao programa nuclear iraniano. Esta instalação localiza-se a cerca de 1,6 km do complexo nuclear de Natanz, localizado no centro do Irã.

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