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Política

EUA aplicam tarifa que eleva imposto a 37,5% e atinge US$12,5 bi do Brasil

Nova tarifa dos EUA afeta 3 mil itens de exportação brasileira, segundo Amcham.

24/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 12h10
EUA aplicam tarifa que eleva imposto a 37,5% e atinge US$12,5 bi do Brasil

Amcham alerta que nova tarifa dos EUA atingirá cerca de 3 mil itens e US$ 12,5 bilhões em exportações brasileiras. 85% pode sofrer cobrança cumulativa, elevando alíquota a 37,5% e prejudicando a competitividade.

A Câmara Americana de Comércio para o Brasil, conhecida como Amcham, divulgou uma nota informando que a nova tarifa americana impactará aproximadamente 3 mil itens, totalizando cerca de US$ 12,5 bilhões em exportações do Brasil. A entidade destacou que cerca de 85% desse montante será afetado pela cobrança cumulativa, elevando a tarifa para 37,5%.

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Essa nova medida se soma à tarifa de 25% anteriormente anunciada, resultando em um peso tarifário significativo para os produtos brasileiros que chegam ao mercado dos Estados Unidos. A Amcham aponta que a nova tarifa pode prejudicar a competitividade dos produtores brasileiros, dificultando a inserção de seus produtos no mercado norte-americano.

Além das consequências para os produtores, a entidade também alertou que a nova tarifa poderá elevar os custos para os consumidores nos Estados Unidos, desorganizando, de alguma forma, a cadeia produtiva. Essa situação pode impactar a relação comercial entre os dois países, levando a uma revisão das estratégias de exportação brasileira.

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Em sua nota, a Amcham fez um apelo para que sejam priorizadas negociações ao invés de retaliações por parte do Brasil. A preocupação é que uma resposta retaliativa do governo brasileiro possa provocar uma reação por parte dos Estados Unidos, resultando em uma escalada do conflito comercial que poderia culminar em uma guerra tarifária com consequências ainda mais sérias.

Especialistas consultados pela Amcham indicaram que a tarifa de 12,5% parece ter vindo para ficar, com pouco espaço para negociações específicas sobre esse ponto. No entanto, em relação à tarifa de 25%, há indícios de que seria mais viável conduzir tratativas setoriais, especialmente se contarem com o apoio das empresas americanas que importam produtos brasileiros.

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Amcham alerta que nova tarifa dos EUA atingirá cerca de 3 mil itens e US$ 12,5 bilhões em exportações brasileiras. 85% pode sofrer cobrança cumulativa, elevando alíquota a 37,5% e prejudicando a competitividade.

A Câmara Americana de Comércio para o Brasil, conhecida como Amcham, divulgou uma nota informando que a nova tarifa americana impactará aproximadamente 3 mil itens, totalizando cerca de US$ 12,5 bilhões em exportações do Brasil. A entidade destacou que cerca de 85% desse montante será afetado pela cobrança cumulativa, elevando a tarifa para 37,5%.

Essa nova medida se soma à tarifa de 25% anteriormente anunciada, resultando em um peso tarifário significativo para os produtos brasileiros que chegam ao mercado dos Estados Unidos. A Amcham aponta que a nova tarifa pode prejudicar a competitividade dos produtores brasileiros, dificultando a inserção de seus produtos no mercado norte-americano.

Além das consequências para os produtores, a entidade também alertou que a nova tarifa poderá elevar os custos para os consumidores nos Estados Unidos, desorganizando, de alguma forma, a cadeia produtiva. Essa situação pode impactar a relação comercial entre os dois países, levando a uma revisão das estratégias de exportação brasileira.

Em sua nota, a Amcham fez um apelo para que sejam priorizadas negociações ao invés de retaliações por parte do Brasil. A preocupação é que uma resposta retaliativa do governo brasileiro possa provocar uma reação por parte dos Estados Unidos, resultando em uma escalada do conflito comercial que poderia culminar em uma guerra tarifária com consequências ainda mais sérias.

Especialistas consultados pela Amcham indicaram que a tarifa de 12,5% parece ter vindo para ficar, com pouco espaço para negociações específicas sobre esse ponto. No entanto, em relação à tarifa de 25%, há indícios de que seria mais viável conduzir tratativas setoriais, especialmente se contarem com o apoio das empresas americanas que importam produtos brasileiros.

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