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Ciência e Espaço

Estudo aponta asteroide rico em carbono que extinguiu dinossauros

Estudo revela que asteroide que causou extinção dos dinossauros era semelhante a condritos carbonáceos.

25/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 11h59
Estudo aponta asteroide rico em carbono que extinguiu dinossauros

Pesquisadores publicaram na Science que o objeto de 66 milhões de anos era semelhante a condritos carbonáceos, ricos em carbono, compostos orgânicos e água. A conclusão veio da análise de isótopos de níquel.

Um estudo recente publicado na revista Science identificou a composição do asteroide que atingiu a Terra há cerca de 66 milhões de anos, provocando a extinção em massa no final do período Cretáceo. Os pesquisadores descobriram que o asteroide apresentava características semelhantes aos condritos carbonáceos, que são meteoritos rochosos primitivos com alta quantidade de carbono, compostos orgânicos e água.

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A pesquisa concluiu que o objeto era similar a um tipo de meteorito que preserva materiais do Sistema Solar primitivo. Para chegar a essa conclusão, os cientistas analisaram isótopos de níquel encontrados em argilas marinhas que continham o material ejetado pelo impacto.

O estudo destaca o uso de isótopos de níquel na identificação de materiais extraterrestres na Terra.

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Os resultados obtidos descartam hipóteses anteriores que sugeriam que o objeto poderia ser um cometa ou pertencer a outros grupos de condritos carbonáceos. Os condritos carbonáceos são considerados raros e estão entre os materiais mais primitivos e menos alterados do Sistema Solar, preservando características da época em que os planetas começaram a se formar há aproximadamente 4,6 bilhões de anos.

A pesquisa traz novas perspectivas sobre a origem do asteroide que teve um impacto tão profundo na história da Terra, contribuindo para a extinção de várias espécies, incluindo os dinossauros. A análise e identificação de materiais extraterrestres são essenciais para entender não apenas a história do nosso planeta, mas também a evolução do Sistema Solar como um todo.

Com os resultados, espera-se que futuras investigações possam aprofundar ainda mais o conhecimento sobre esses fenômenos e suas consequências. O estudo abre caminhos para novas pesquisas que podem oferecer mais informações sobre a evolução dos corpos celestes e suas interações com a Terra.

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Pesquisadores publicaram na Science que o objeto de 66 milhões de anos era semelhante a condritos carbonáceos, ricos em carbono, compostos orgânicos e água. A conclusão veio da análise de isótopos de níquel.

Um estudo recente publicado na revista Science identificou a composição do asteroide que atingiu a Terra há cerca de 66 milhões de anos, provocando a extinção em massa no final do período Cretáceo. Os pesquisadores descobriram que o asteroide apresentava características semelhantes aos condritos carbonáceos, que são meteoritos rochosos primitivos com alta quantidade de carbono, compostos orgânicos e água.

A pesquisa concluiu que o objeto era similar a um tipo de meteorito que preserva materiais do Sistema Solar primitivo. Para chegar a essa conclusão, os cientistas analisaram isótopos de níquel encontrados em argilas marinhas que continham o material ejetado pelo impacto.

O estudo destaca o uso de isótopos de níquel na identificação de materiais extraterrestres na Terra.

Os resultados obtidos descartam hipóteses anteriores que sugeriam que o objeto poderia ser um cometa ou pertencer a outros grupos de condritos carbonáceos. Os condritos carbonáceos são considerados raros e estão entre os materiais mais primitivos e menos alterados do Sistema Solar, preservando características da época em que os planetas começaram a se formar há aproximadamente 4,6 bilhões de anos.

A pesquisa traz novas perspectivas sobre a origem do asteroide que teve um impacto tão profundo na história da Terra, contribuindo para a extinção de várias espécies, incluindo os dinossauros. A análise e identificação de materiais extraterrestres são essenciais para entender não apenas a história do nosso planeta, mas também a evolução do Sistema Solar como um todo.

Com os resultados, espera-se que futuras investigações possam aprofundar ainda mais o conhecimento sobre esses fenômenos e suas consequências. O estudo abre caminhos para novas pesquisas que podem oferecer mais informações sobre a evolução dos corpos celestes e suas interações com a Terra.

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