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Saúde

Telemedicina aumenta adesão a tratamentos contra tabagismo no Brasil

Telemedicina tem ampliado adesão ao tratamento do tabagismo no Brasil, com resultados positivos.

25/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 11h57
Telemedicina aumenta adesão a tratamentos contra tabagismo no Brasil

Consultas virtuais do Incor melhoram a adesão de pacientes ao tratamento contra o tabagismo. No Brasil, 9,3% da população fuma; a médica Telma de Cássia dos Santos Nery lembra que a OMS considera o tabagismo uma doença.

O Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da USP (Incor) registrou resultados positivos na adesão de pacientes ao tratamento contra o tabagismo por meio de consultas virtuais. Este serviço tem como objetivo auxiliar as pessoas que desejam abandonar a dependência da nicotina, oferecendo suporte médico online.

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No Brasil, cerca de 9,3% da população é composta por fumantes. De acordo com a médica sanitarista da Divisão de Pneumologia do Incor, Telma de Cássia dos Santos Nery, a Organização Mundial da Saúde (OMS) reconhece o tabagismo como uma doença, uma vez que essa condição afeta o sistema de recompensa cerebral e gera uma falsa sensação de alívio para angústias.

O Sistema Único de Saúde (SUS) financia tratamentos para a cessação do tabagismo desde 1986. Qualquer cidadão pode procurar uma unidade de saúde especializada para solicitar apoio. No Incor, o atendimento requer um encaminhamento prévio e passa por uma triagem destinada a definir a estratégia terapêutica mais adequada.

Desde maio de 2021, o Incor oferece acompanhamento à distância, estruturado na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC). As turmas são formadas na primeira quarta-feira de cada mês, reunindo de 10 a 15 pessoas para um ciclo de quatro reuniões.

Pesquisadores do Incor avaliaram 154 participantes entre 2021 e 2023 para medir a eficácia da plataforma online associada à terapia comportamental. O levantamento revelou as seguintes taxas de pacientes que conseguiram reduzir o consumo de cigarros em 50%:

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1ª sessão: 5%;

2ª sessão: 16%;

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4ª sessão: 5%.

A equipe médica do Incor considera que a ampliação do acesso à informação é a principal estratégia para prevenir o vício nas novas gerações, especialmente em um cenário que tem sido agravado pela alta visibilidade de novos dispositivos eletrônicos de nicotina.

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Consultas virtuais do Incor melhoram a adesão de pacientes ao tratamento contra o tabagismo. No Brasil, 9,3% da população fuma; a médica Telma de Cássia dos Santos Nery lembra que a OMS considera o tabagismo uma doença.

O Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da USP (Incor) registrou resultados positivos na adesão de pacientes ao tratamento contra o tabagismo por meio de consultas virtuais. Este serviço tem como objetivo auxiliar as pessoas que desejam abandonar a dependência da nicotina, oferecendo suporte médico online.

No Brasil, cerca de 9,3% da população é composta por fumantes. De acordo com a médica sanitarista da Divisão de Pneumologia do Incor, Telma de Cássia dos Santos Nery, a Organização Mundial da Saúde (OMS) reconhece o tabagismo como uma doença, uma vez que essa condição afeta o sistema de recompensa cerebral e gera uma falsa sensação de alívio para angústias.

O Sistema Único de Saúde (SUS) financia tratamentos para a cessação do tabagismo desde 1986. Qualquer cidadão pode procurar uma unidade de saúde especializada para solicitar apoio. No Incor, o atendimento requer um encaminhamento prévio e passa por uma triagem destinada a definir a estratégia terapêutica mais adequada.

Desde maio de 2021, o Incor oferece acompanhamento à distância, estruturado na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC). As turmas são formadas na primeira quarta-feira de cada mês, reunindo de 10 a 15 pessoas para um ciclo de quatro reuniões.

Pesquisadores do Incor avaliaram 154 participantes entre 2021 e 2023 para medir a eficácia da plataforma online associada à terapia comportamental. O levantamento revelou as seguintes taxas de pacientes que conseguiram reduzir o consumo de cigarros em 50%:

1ª sessão: 5%;

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A equipe médica do Incor considera que a ampliação do acesso à informação é a principal estratégia para prevenir o vício nas novas gerações, especialmente em um cenário que tem sido agravado pela alta visibilidade de novos dispositivos eletrônicos de nicotina.

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