Em 25/07/2026, o CENTCOM informou que forças dos EUA fizeram verificação ao M/T Charminar (bandeira Comores) no Mar Arábico. O navio seguiu viagem; o comando afirma que o bloqueio ao Irã segue ativo.
As forças armadas dos EUA informaram que abordaram um petroleiro no dia 25 de julho de 2026, como parte das operações de bloqueio aos portos iranianos. O Comando Central dos EUA (CENTCOM) destacou que o “bloqueio naval contra o Irã permanece em pleno vigor”.
Segundo a publicação oficial, no início do dia, as forças dos EUA realizaram uma abordagem de verificação no M/T Charminar, um navio de bandeira de Comores, no Mar Arábico. Após a verificação, a embarcação prosseguiu sua viagem normalmente.
Além disso, os militares também forneceram informações sobre um navio-tanque que foi neutralizado no dia anterior, 24 de julho. Esse navio, identificado como M/T Lavine, de bandeira de Moçambique, estava no Golfo de Omã quando foi abordado.
O Comando Central dos EUA informou que o navio-tanque neutralizado havia violado o bloqueio e ignorado diversas advertências, ressaltando que a embarcação “não está mais seguindo em direção ao Irã”.
Desde o início do mês, quando o bloqueio naval ao Irã foi reimposto, as forças armadas dos EUA redirecionaram um total de 12 navios comerciais e neutralizaram duas embarcações que não cumpriram as determinações do bloqueio. Além disso, os militares realizaram abordagens em outros dois navios para garantir o cumprimento total das regras estabelecidas.
Essas ações fazem parte de uma estratégia mais ampla para manter a segurança na região e evitar a violação das normas internacionais de navegação. O bloqueio naval é uma medida significativa que visa limitar a capacidade do Irã de movimentar recursos marítimos e, consequentemente, de sustentar ações que possam comprometer a estabilidade regional.
O CENTCOM também divulgou um vídeo mostrando o momento da abordagem, reforçando a transparência das operações realizadas. O bloqueio naval tem sido um tema recorrente nas discussões sobre a segurança no Oriente Médio, especialmente em relação ao Estreito de Ormuz, onde a movimentação de petroleiros é crucial para o comércio global de petróleo.
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