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Política

EUA rebatem acusação de interferência após vistos negados

EUA classificam como 'mentira' suspeitas de interferência nas eleições brasileiras.

26/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 18h16
EUA rebatem acusação de interferência após vistos negados

O Departamento de Estado chamou de 'mentira sem fundamento' a suspeita de que a viagem de dois assessores americanos ao Brasil visava interferir nas eleições. Itamaraty negou os vistos dos representantes.

O Departamento de Estado dos Estados Unidos classificou como uma “mentira sem fundamento” a suspeita de que a viagem de dois membros do governo de Donald Trump ao Brasil teria como objetivo interferir nas eleições que ocorrerão em outubro. Essa declaração foi feita à agência AP após o Itamaraty negar os vistos dos representantes norte-americanos.

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Os oficiais, identificados como Riley M. Barnes, secretário assistente do Departamento de Estado, e Samuel Samson, secretário assistente adjunto, estavam programados para ficar em Brasília entre os dias 27 e 30 de julho. A agenda da viagem incluiria encontros com autoridades locais, líderes religiosos e outros interlocutores para discutir temas como “integridade eleitoral”, liberdade religiosa e liberdade de expressão.

O Departamento de Estado considerou a viagem como rotineira e repudiou qualquer insinuação de que haveria uma “manobra” para comprometer a eleição de um país democrático. “Qualquer insinuação de uma ‘manobra’ para minar a eleição de uma nação democrática é uma mentira sem fundamento”, destacou.

Na sexta-feira, dia 24 de julho de 2026, o Ministério das Relações Exteriores do Brasil negou os vistos solicitados pelos dois enviados. Os pedidos haviam sido entregues no dia 20 de julho. O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva não divulgou oficialmente os motivos da recusa, mas havia suspeitas de que a missão visava levantar dúvidas sobre o sistema eleitoral brasileiro e estabelecer contato com Flávio Bolsonaro, candidato à presidência pelo PL-RJ.

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Fontes ligadas à Embaixada dos Estados Unidos indicaram um interesse em se reunir com o senador, embora essa reunião não constasse nos documentos apresentados ao governo brasileiro. O pedido de visto foi protocolado um dia após Flávio Bolsonaro questionar as urnas eletrônicas durante um evento com embaixadores em Brasília, onde menciona documentos da CIA que alegavam fraudes na Venezuela, além de mencionar que equipamentos da empresa Smartmatic estariam sendo utilizados no Brasil.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) respondeu às afirmações de Bolsonaro, afirmando que a empresa nunca forneceu urnas ou softwares para o sistema eleitoral brasileiro. A Corte ainda informou que a Embaixada dos Estados Unidos havia buscado sua assessoria internacional para organizar uma reunião com os enviados, sem esclarecer a pauta, mas que o encontro não ocorreu devido ao recesso do Judiciário.

Esse episódio se junta à revogação do visto de Darren Beattie, um aliado de Trump. O governo brasileiro alegou que ele havia declarado que participaria de um fórum sobre minerais críticos, mas também tinha a intenção de visitar o ex-presidente Jair Bolsonaro, uma informação que não foi comunicada ao Itamaraty.

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O Departamento de Estado chamou de 'mentira sem fundamento' a suspeita de que a viagem de dois assessores americanos ao Brasil visava interferir nas eleições. Itamaraty negou os vistos dos representantes.

O Departamento de Estado dos Estados Unidos classificou como uma “mentira sem fundamento” a suspeita de que a viagem de dois membros do governo de Donald Trump ao Brasil teria como objetivo interferir nas eleições que ocorrerão em outubro. Essa declaração foi feita à agência AP após o Itamaraty negar os vistos dos representantes norte-americanos.

Os oficiais, identificados como Riley M. Barnes, secretário assistente do Departamento de Estado, e Samuel Samson, secretário assistente adjunto, estavam programados para ficar em Brasília entre os dias 27 e 30 de julho. A agenda da viagem incluiria encontros com autoridades locais, líderes religiosos e outros interlocutores para discutir temas como “integridade eleitoral”, liberdade religiosa e liberdade de expressão.

O Departamento de Estado considerou a viagem como rotineira e repudiou qualquer insinuação de que haveria uma “manobra” para comprometer a eleição de um país democrático. “Qualquer insinuação de uma ‘manobra’ para minar a eleição de uma nação democrática é uma mentira sem fundamento”, destacou.

Na sexta-feira, dia 24 de julho de 2026, o Ministério das Relações Exteriores do Brasil negou os vistos solicitados pelos dois enviados. Os pedidos haviam sido entregues no dia 20 de julho. O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva não divulgou oficialmente os motivos da recusa, mas havia suspeitas de que a missão visava levantar dúvidas sobre o sistema eleitoral brasileiro e estabelecer contato com Flávio Bolsonaro, candidato à presidência pelo PL-RJ.

Fontes ligadas à Embaixada dos Estados Unidos indicaram um interesse em se reunir com o senador, embora essa reunião não constasse nos documentos apresentados ao governo brasileiro. O pedido de visto foi protocolado um dia após Flávio Bolsonaro questionar as urnas eletrônicas durante um evento com embaixadores em Brasília, onde menciona documentos da CIA que alegavam fraudes na Venezuela, além de mencionar que equipamentos da empresa Smartmatic estariam sendo utilizados no Brasil.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) respondeu às afirmações de Bolsonaro, afirmando que a empresa nunca forneceu urnas ou softwares para o sistema eleitoral brasileiro. A Corte ainda informou que a Embaixada dos Estados Unidos havia buscado sua assessoria internacional para organizar uma reunião com os enviados, sem esclarecer a pauta, mas que o encontro não ocorreu devido ao recesso do Judiciário.

Esse episódio se junta à revogação do visto de Darren Beattie, um aliado de Trump. O governo brasileiro alegou que ele havia declarado que participaria de um fórum sobre minerais críticos, mas também tinha a intenção de visitar o ex-presidente Jair Bolsonaro, uma informação que não foi comunicada ao Itamaraty.

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