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Mundo

Pentágono registra 624 feridos e 18 mortos desde início do conflito com o Irã

Pentágono registra mais de 600 militares feridos na guerra contra o Irã.

26/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 09h40
Pentágono registra 624 feridos e 18 mortos desde início do conflito com o Irã

Pentágono atualizou dados e incluiu 140 novos feridos, além de restabelecer quatro mortos após ataques iranianos no fim de semana. O DCAS criou a categoria 'Operações no Exterior' para registrar baixas desde 7 de julho.

O Pentágono atualizou seu banco de dados sobre baixas em combate, registrando mais de 140 novos militares feridos e restabelecendo os quatro soldados mortos em decorrência dos ataques iranianos ocorridos no último fim de semana.

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Com essa atualização, o Sistema de Análise de Baixas da Defesa (Defense Casualty Analysis System, ou DCAS) passou a incluir uma nova categoria de monitoramento denominada “Operações no Exterior”, que visa registrar mortos e feridos a partir de 7 de julho.

Desde o início da guerra contra o Irã, em 28 de fevereiro, 18 militares perderam a vida e 624 ficaram feridos. Este número representa um aumento significativo em relação ao pico anterior de 482 feridos, registrado na semana passada.

Na última semana, o Pentágono enfrentou questionamentos da imprensa e de parlamentares, uma vez que os números de mortos e feridos haviam diminuído no sistema DCAS. Em resposta, 12 senadores democratas do Comitê de Serviços Armados do Senado enviaram uma carta ao secretário de Defesa pedindo explicações sobre as alterações nos dados.

“A redução dos números ocorreu devido a interrupções temporárias nos dados do site do DCAS”, afirmou o secretário de imprensa interino do Departamento de Defesa.

Além disso, a CNN observou que falhas no sistema fizeram com que os totais de baixas oscilassem rapidamente enquanto monitorava o site na semana passada.

Na última sexta-feira, foram solicitados mais detalhes ao Pentágono sobre a interrupção dos dados, mas até a tarde de domingo, não houve reconhecimento ou resposta ao pedido.

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A nova categoria “Operações no Exterior” não fornece detalhes adicionais sobre os conflitos em que ocorreram as baixas, mas inclui uma lista nominal dos militares mortos, entre eles três soldados do Exército americano que faleceram na Jordânia devido a um ataque iraniano, além de um soldado que morreu no norte do Iraque durante a detonação controlada de um drone iraniano.

A data de 7 de julho é significativa, pois coincide com o momento em que o presidente Donald Trump declarou que um novo conflito com o Irã havia começado, conforme notificação enviada ao Congresso sob a Lei dos Poderes de Guerra (War Powers Act).

A legislação de 1973 determina que o presidente deve encerrar operações militares em até 60 dias, a menos que o Congresso autorize a continuidade. O governo Trump argumentou que um cessar-fogo firmado com o Irã em abril reiniciou essa contagem a partir de 1º de maio.

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Parlamentares de ambos os partidos questionaram a interpretação do governo sobre os prazos da Lei dos Poderes de Guerra. Alguns analistas e autoridades sustentam que a própria legislação representa uma limitação inconstitucional ao poder do presidente de conduzir guerras.

A senadora republicana Lisa Murkowski expressou preocupação com a possibilidade de o governo estar contornando o papel do Congresso ao reiniciar a contagem do prazo através do cessar-fogo.

Estudos de opinião indicam que 6 em cada 10 americanos veem a guerra com o Irã como um erro.

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Pentágono atualizou dados e incluiu 140 novos feridos, além de restabelecer quatro mortos após ataques iranianos no fim de semana. O DCAS criou a categoria 'Operações no Exterior' para registrar baixas desde 7 de julho.

O Pentágono atualizou seu banco de dados sobre baixas em combate, registrando mais de 140 novos militares feridos e restabelecendo os quatro soldados mortos em decorrência dos ataques iranianos ocorridos no último fim de semana.

Com essa atualização, o Sistema de Análise de Baixas da Defesa (Defense Casualty Analysis System, ou DCAS) passou a incluir uma nova categoria de monitoramento denominada “Operações no Exterior”, que visa registrar mortos e feridos a partir de 7 de julho.

Desde o início da guerra contra o Irã, em 28 de fevereiro, 18 militares perderam a vida e 624 ficaram feridos. Este número representa um aumento significativo em relação ao pico anterior de 482 feridos, registrado na semana passada.

Na última semana, o Pentágono enfrentou questionamentos da imprensa e de parlamentares, uma vez que os números de mortos e feridos haviam diminuído no sistema DCAS. Em resposta, 12 senadores democratas do Comitê de Serviços Armados do Senado enviaram uma carta ao secretário de Defesa pedindo explicações sobre as alterações nos dados.

“A redução dos números ocorreu devido a interrupções temporárias nos dados do site do DCAS”, afirmou o secretário de imprensa interino do Departamento de Defesa.

Além disso, a CNN observou que falhas no sistema fizeram com que os totais de baixas oscilassem rapidamente enquanto monitorava o site na semana passada.

Na última sexta-feira, foram solicitados mais detalhes ao Pentágono sobre a interrupção dos dados, mas até a tarde de domingo, não houve reconhecimento ou resposta ao pedido.

A nova categoria “Operações no Exterior” não fornece detalhes adicionais sobre os conflitos em que ocorreram as baixas, mas inclui uma lista nominal dos militares mortos, entre eles três soldados do Exército americano que faleceram na Jordânia devido a um ataque iraniano, além de um soldado que morreu no norte do Iraque durante a detonação controlada de um drone iraniano.

A data de 7 de julho é significativa, pois coincide com o momento em que o presidente Donald Trump declarou que um novo conflito com o Irã havia começado, conforme notificação enviada ao Congresso sob a Lei dos Poderes de Guerra (War Powers Act).

A legislação de 1973 determina que o presidente deve encerrar operações militares em até 60 dias, a menos que o Congresso autorize a continuidade. O governo Trump argumentou que um cessar-fogo firmado com o Irã em abril reiniciou essa contagem a partir de 1º de maio.

Parlamentares de ambos os partidos questionaram a interpretação do governo sobre os prazos da Lei dos Poderes de Guerra. Alguns analistas e autoridades sustentam que a própria legislação representa uma limitação inconstitucional ao poder do presidente de conduzir guerras.

A senadora republicana Lisa Murkowski expressou preocupação com a possibilidade de o governo estar contornando o papel do Congresso ao reiniciar a contagem do prazo através do cessar-fogo.

Estudos de opinião indicam que 6 em cada 10 americanos veem a guerra com o Irã como um erro.

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