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Política

Lula e Xi Jinping abordam minerais estratégicos e inteligência artificial em diálogo

Lula e Xi Jinping discutem cooperação em minerais e IA em conversa telefônica.

27/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 10h34
Lula e Xi Jinping abordam minerais estratégicos e inteligência artificial em diálogo

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente da China, Xi Jinping, realizaram uma conversa telefônica no último domingo, 26 de julho de 2026, com duração superior a uma hora. Durante o diálogo, foram discutidos aspectos da relação bilateral entre Brasil e China, além de questões globais, como a governança da ONU e conflitos internacionais, incluindo a situação no Oriente Médio.

Este contato entre os líderes representa a primeira conversa direta desde que os Estados Unidos implementaram novas tarifas sobre a economia brasileira, incluindo um aumento setorial de 25% e uma investigação relacionada ao trabalho forçado. Embora a nota divulgada pelo Itamaraty não tenha mencionado diretamente os EUA ou suas imposições, os temas abordados foram de grande relevância, especialmente a cooperação em minerais críticos e inteligência artificial.

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O Brasil possui a segunda maior reserva de terras-raras do mundo, estimada em 21 milhões de toneladas, o que representa uma oportunidade significativa para fortalecer sua posição nas negociações internacionais. Os Estados Unidos têm demonstrado interesse em desenvolver sua capacidade de refino de minerais, e as terras-raras brasileiras são consideradas cruciais para essa estratégia.

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A China, por sua vez, domina a produção e o refino global desses minerais, o que a torna igualmente interessada nas reservas brasileiras, visando fortalecer sua competitividade industrial em relação aos EUA. Durante a conversa, Lula também expressou a intenção de acelerar as negociações do acordo entre Mercosul e China, proposta que foi bem recebida por Xi Jinping.

Em relação à carne bovina, a nota não mencionou esforços para lidar com uma nova taxa que poderá ser aplicada pela China, que se aproxima de 55% após o Brasil ter esgotado sua cota de exportação ao país asiático. Este sistema de cotas foi implementado em dezembro do ano anterior. A Abiec já confirmou que o Brasil atingiu 80% da cota, embora na prática já tenha esgotado os embarques sem a cobrança adicional.

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente da China, Xi Jinping, realizaram uma conversa telefônica no último domingo, 26 de julho de 2026, com duração superior a uma hora. Durante o diálogo, foram discutidos aspectos da relação bilateral entre Brasil e China, além de questões globais, como a governança da ONU e conflitos internacionais, incluindo a situação no Oriente Médio.

Este contato entre os líderes representa a primeira conversa direta desde que os Estados Unidos implementaram novas tarifas sobre a economia brasileira, incluindo um aumento setorial de 25% e uma investigação relacionada ao trabalho forçado. Embora a nota divulgada pelo Itamaraty não tenha mencionado diretamente os EUA ou suas imposições, os temas abordados foram de grande relevância, especialmente a cooperação em minerais críticos e inteligência artificial.

O Brasil possui a segunda maior reserva de terras-raras do mundo, estimada em 21 milhões de toneladas, o que representa uma oportunidade significativa para fortalecer sua posição nas negociações internacionais. Os Estados Unidos têm demonstrado interesse em desenvolver sua capacidade de refino de minerais, e as terras-raras brasileiras são consideradas cruciais para essa estratégia.

A China, por sua vez, domina a produção e o refino global desses minerais, o que a torna igualmente interessada nas reservas brasileiras, visando fortalecer sua competitividade industrial em relação aos EUA. Durante a conversa, Lula também expressou a intenção de acelerar as negociações do acordo entre Mercosul e China, proposta que foi bem recebida por Xi Jinping.

Em relação à carne bovina, a nota não mencionou esforços para lidar com uma nova taxa que poderá ser aplicada pela China, que se aproxima de 55% após o Brasil ter esgotado sua cota de exportação ao país asiático. Este sistema de cotas foi implementado em dezembro do ano anterior. A Abiec já confirmou que o Brasil atingiu 80% da cota, embora na prática já tenha esgotado os embarques sem a cobrança adicional.

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