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Saúde

Risco de ombro congelado aumenta em mulheres de 40 a 70 anos

Mulheres entre 40 e 70 anos têm maior risco de desenvolver ombro congelado.

28/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 08h47
Risco de ombro congelado aumenta em mulheres de 40 a 70 anos

Sociedade Brasileira de Cirurgia do Ombro e Cotovelo diz que mulheres de 40 a 70 anos têm maior chance de capsulite adesiva. A ligação com a menopausa não foi comprovada, embora alterações hormonais possam influenciar.

Mulheres entre 40 e 70 anos apresentam maior probabilidade de desenvolver a capsulite adesiva, conhecida popularmente como ombro congelado, segundo informações da Sociedade Brasileira de Cirurgia do Ombro e Cotovelo.

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Embora existam indícios observados na prática clínica, a relação direta entre o ombro congelado e a menopausa ainda não foi comprovada cientificamente. Especialistas apontam que as alterações hormonais características deste período podem influenciar processos inflamatórios e musculoesqueléticos.

Do ponto de vista científico, ainda não há evidências robustas que comprovem uma relação direta entre a menopausa e o desenvolvimento do ombro congelado. Entretanto, observamos evidências clínicas de maior incidência nesse período da vida da mulher, possivelmente relacionadas às variações hormonais características da menopausa.

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O ombro congelado é caracterizado pela rigidez progressiva da articulação, acompanhada de dor e perda significativa da mobilidade. A condição afeta entre 2% e 5% da população mundial. A doença ocorre devido à inflamação da cápsula articular, que envolve e estabiliza o ombro, levando ao espessamento da cápsula e à formação de aderências que restringem os movimentos.

Em alguns casos, a capsulite adesiva pode surgir após traumas, lesões, cirurgias na região do ombro ou períodos prolongados de imobilização. Além disso, doenças metabólicas, como diabetes, enfermidades cardiovasculares e fatores emocionais, como ansiedade e depressão, também estão associados a um maior risco de desenvolvimento da condição.

Os principais sintomas incluem dor persistente e limitação progressiva dos movimentos do ombro. O quadro costuma evoluir ao longo de diferentes fases e pode durar entre seis meses e dois anos, sendo, na maioria das vezes, uma condição autolimitada. O diagnóstico é realizado por um médico ortopedista, que considera a história clínica do paciente e realiza um exame físico.

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Sociedade Brasileira de Cirurgia do Ombro e Cotovelo diz que mulheres de 40 a 70 anos têm maior chance de capsulite adesiva. A ligação com a menopausa não foi comprovada, embora alterações hormonais possam influenciar.

Mulheres entre 40 e 70 anos apresentam maior probabilidade de desenvolver a capsulite adesiva, conhecida popularmente como ombro congelado, segundo informações da Sociedade Brasileira de Cirurgia do Ombro e Cotovelo.

Embora existam indícios observados na prática clínica, a relação direta entre o ombro congelado e a menopausa ainda não foi comprovada cientificamente. Especialistas apontam que as alterações hormonais características deste período podem influenciar processos inflamatórios e musculoesqueléticos.

Do ponto de vista científico, ainda não há evidências robustas que comprovem uma relação direta entre a menopausa e o desenvolvimento do ombro congelado. Entretanto, observamos evidências clínicas de maior incidência nesse período da vida da mulher, possivelmente relacionadas às variações hormonais características da menopausa.

O ombro congelado é caracterizado pela rigidez progressiva da articulação, acompanhada de dor e perda significativa da mobilidade. A condição afeta entre 2% e 5% da população mundial. A doença ocorre devido à inflamação da cápsula articular, que envolve e estabiliza o ombro, levando ao espessamento da cápsula e à formação de aderências que restringem os movimentos.

Em alguns casos, a capsulite adesiva pode surgir após traumas, lesões, cirurgias na região do ombro ou períodos prolongados de imobilização. Além disso, doenças metabólicas, como diabetes, enfermidades cardiovasculares e fatores emocionais, como ansiedade e depressão, também estão associados a um maior risco de desenvolvimento da condição.

Os principais sintomas incluem dor persistente e limitação progressiva dos movimentos do ombro. O quadro costuma evoluir ao longo de diferentes fases e pode durar entre seis meses e dois anos, sendo, na maioria das vezes, uma condição autolimitada. O diagnóstico é realizado por um médico ortopedista, que considera a história clínica do paciente e realiza um exame físico.

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