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Aracaju, Quinta-feira, 17 de setembro de 2026
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Política

Renan Santos usa debates na TV para ganhar eleitores contrários a Lula e Flávio

Renan Santos aposta em debates na TV para conquistar eleitores anti-Lula e anti-Flávio.

28/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 18h14
Renan Santos usa debates na TV para ganhar eleitores contrários a Lula e Flávio

Ele se apresenta como outsider e candidato antissistema para atrair eleitores que não se identificam com Lula ou Flávio. A campanha aposta nos debates a partir de agosto para ampliar reconhecimento.

A campanha de Renan Santos, candidato do partido Missão, mira o período de debates na televisão aberta, que se iniciará em agosto, para superar o desconhecimento e atrair eleitores que rejeitam a polarização entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL). Renan, que também é presidente do Missão e coordenador do Movimento Brasil Livre (MBL), se posiciona como um “outsider” da política e um candidato antissistema, focando no eleitorado desengajado que atualmente não se identifica com Lula ou Flávio.

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A equipe de campanha está animada com os números das pesquisas eleitorais recentes, que indicam que o desconhecimento de Renan e do partido representa um desafio significativo. No entanto, o crescimento nas intenções de voto é visto como um sinal de que ele poderá ter uma participação relevante nos debates eleitorais. A assessoria do Missão participa de reuniões com emissoras de TV e aguarda convites formais para os debates que ocorrerão nos dias que antecedem os eventos.

“Não há ato mais importante para uma democracia do que a participação nos presidenciais no debate”, afirmou Renan em um vídeo divulgado na sexta-feira (24).

No vídeo, ele respondeu a uma declaração do ministro Guilherme Boulos, que comentou que os debates serviriam para que Renan pudesse fazer conteúdos para as redes sociais. Esta afirmação foi interpretada por Renan como um sinal de “medo” da pré-campanha de Lula em relação à participação nos debates. Ele afirmou: “A gente já soube que o sr. Flávio Bolsonaro também estava com medo, mas o Lula agora se tornou um fato. Lamento muito, eu sou um democrata acima de tudo e gostaria de ver ambos no debate. E aí o povo brasileiro vai poder escolher o Lula com o fracasso do governo dele, o Flávio Bolsonaro com o fracasso do governo do pai dele ou o futuro glorioso que nós propomos”.

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Apesar de ter criticado o governo de Jair Bolsonaro (PL), o ex-presidente recebeu o apoio do MBL durante a campanha presidencial de 2018, mas o rompimento ocorreu na metade do governo. O Missão foi criado no ano passado, a partir do MBL, e busca ganhar projeção nacional através de uma linguagem “disruptiva” para atrair principalmente os jovens. As visitas a municípios menores e a atualização constante nas redes sociais fazem parte da estratégia de campanha, onde Renan conta com 2 milhões de seguidores no Instagram e tem apostado em críticas a Flávio e Lula.

O plano de governo de Renan também reflete seu posicionamento crítico, priorizando o combate ao crime organizado, a substituição do Bolsa Família e o fim da política de cotas. Recentemente, uma pesquisa da Real Time Big Data, divulgada no dia 21, mostrou Renan com 9% das intenções de voto no primeiro turno, com uma margem de erro de 2 pontos percentuais. Em relação ao segundo turno, um levantamento da Genial/Quaest, divulgado em 15 de julho, indicou que Renan soma 33% das intenções de voto, enquanto Lula tem 45%. O índice de votos em branco, nulos ou de pessoas que não votarão é de 18%, enquanto 4% não souberam ou não responderam.

Desde abril, Renan tem visto um crescimento nas intenções de voto, enquanto Lula se estabilizou em 45%.

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Ele se apresenta como outsider e candidato antissistema para atrair eleitores que não se identificam com Lula ou Flávio. A campanha aposta nos debates a partir de agosto para ampliar reconhecimento.

A campanha de Renan Santos, candidato do partido Missão, mira o período de debates na televisão aberta, que se iniciará em agosto, para superar o desconhecimento e atrair eleitores que rejeitam a polarização entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL). Renan, que também é presidente do Missão e coordenador do Movimento Brasil Livre (MBL), se posiciona como um “outsider” da política e um candidato antissistema, focando no eleitorado desengajado que atualmente não se identifica com Lula ou Flávio.

A equipe de campanha está animada com os números das pesquisas eleitorais recentes, que indicam que o desconhecimento de Renan e do partido representa um desafio significativo. No entanto, o crescimento nas intenções de voto é visto como um sinal de que ele poderá ter uma participação relevante nos debates eleitorais. A assessoria do Missão participa de reuniões com emissoras de TV e aguarda convites formais para os debates que ocorrerão nos dias que antecedem os eventos.

“Não há ato mais importante para uma democracia do que a participação nos presidenciais no debate”, afirmou Renan em um vídeo divulgado na sexta-feira (24).

No vídeo, ele respondeu a uma declaração do ministro Guilherme Boulos, que comentou que os debates serviriam para que Renan pudesse fazer conteúdos para as redes sociais. Esta afirmação foi interpretada por Renan como um sinal de “medo” da pré-campanha de Lula em relação à participação nos debates. Ele afirmou: “A gente já soube que o sr. Flávio Bolsonaro também estava com medo, mas o Lula agora se tornou um fato. Lamento muito, eu sou um democrata acima de tudo e gostaria de ver ambos no debate. E aí o povo brasileiro vai poder escolher o Lula com o fracasso do governo dele, o Flávio Bolsonaro com o fracasso do governo do pai dele ou o futuro glorioso que nós propomos”.

Apesar de ter criticado o governo de Jair Bolsonaro (PL), o ex-presidente recebeu o apoio do MBL durante a campanha presidencial de 2018, mas o rompimento ocorreu na metade do governo. O Missão foi criado no ano passado, a partir do MBL, e busca ganhar projeção nacional através de uma linguagem “disruptiva” para atrair principalmente os jovens. As visitas a municípios menores e a atualização constante nas redes sociais fazem parte da estratégia de campanha, onde Renan conta com 2 milhões de seguidores no Instagram e tem apostado em críticas a Flávio e Lula.

O plano de governo de Renan também reflete seu posicionamento crítico, priorizando o combate ao crime organizado, a substituição do Bolsa Família e o fim da política de cotas. Recentemente, uma pesquisa da Real Time Big Data, divulgada no dia 21, mostrou Renan com 9% das intenções de voto no primeiro turno, com uma margem de erro de 2 pontos percentuais. Em relação ao segundo turno, um levantamento da Genial/Quaest, divulgado em 15 de julho, indicou que Renan soma 33% das intenções de voto, enquanto Lula tem 45%. O índice de votos em branco, nulos ou de pessoas que não votarão é de 18%, enquanto 4% não souberam ou não responderam.

Desde abril, Renan tem visto um crescimento nas intenções de voto, enquanto Lula se estabilizou em 45%.

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