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Aracaju, Quinta-feira, 17 de setembro de 2026
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Política

PT desembolsa R$480,7 mil em anúncios; PL investe R$126,6 mil

PT gastou R$ 480,7 mil em anúncios, 280% mais que o PL, priorizando Haddad em SP.

31/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 10h04
PT desembolsa R$480,7 mil em anúncios; PL investe R$126,6 mil

Desde 20 de julho, as convenções motivaram forte investimento do PT em anúncios no Facebook e Instagram, segundo a Meta. Cerca de 68% do direcionamento focou o eleitorado paulista; o PL registrou gasto muito menor.

Desde o dia 20 de julho, quando começaram as convenções partidárias, o Partido dos Trabalhadores (PT) desembolsou pelo menos R$ 480,7 mil em anúncios no Facebook e no Instagram. Os dados, que foram divulgados pela Meta, mostram que a sigla, liderada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, priorizou a campanha do ex-ministro Fernando Haddad na disputa pelo governo de São Paulo.

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Do total gasto pelo PT, 67,9% foram direcionados a moradores do Estado de São Paulo. Em contrapartida, o PL, partido do candidato Flávio Bolsonaro, investiu R$ 126,6 mil nos últimos dez dias, o que representa um gasto 280% menor do que o do PT no mesmo período. As 449 peças publicitárias impulsionadas pelo PT alcançaram 65,7 milhões de impressões, enquanto as 45 do PL tiveram 14,1 milhões.

Os dados considerados referem-se apenas aos anúncios classificados na categoria “eleições ou política”, contabilizados entre 20 de julho e 30 de julho, às 16h50. Os valores apresentados representam os gastos mínimos, uma vez que a Meta não divulga imediatamente os valores exatos.

A campanha de Haddad tem se destacado pela criação de dezenas de cards únicos, voltados para diferentes cidades paulistas. Essa abordagem visa personalizar as mensagens e criar uma conexão mais próxima com os eleitores, especialmente nas cidades menores. O marqueteiro Otávio Antunes, que já trabalhou na campanha presidencial de Haddad em 2018, lidera essa estratégia.

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A tática do PT busca emular a bem-sucedida campanha de Barack Obama em 2008, que revolucionou o marketing político ao utilizar microssegmentação, grandes bancos de dados e análise de comportamento nas redes sociais. Assim, a equipe de Haddad visa não apenas aumentar a visibilidade do candidato, mas também quebrar a resistência ao PT em regiões do interior paulista.

Por outro lado, Flávio Bolsonaro também fez alterações em sua equipe de comunicação, anunciando a saída dos publicitários Eduardo Fischer e Alexandre Oltramari, e convidando Duda Lima para compor a nova equipe.

São Paulo é visto como um Estado crucial para Lula alcançar um quarto mandato. A candidatura de Fernando Haddad ao Palácio dos Bandeirantes representa uma estratégia para garantir um palanque competitivo. Em 2022, os eleitores paulistas deram 4,3 milhões de votos a mais para Lula em comparação a Haddad em 2018, evidenciando a importância do apoio do Estado para a eleição do ex-presidente.

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De acordo com dados publicados entre 29 de abril e 27 de julho de 2026, o governo do Brasil foi o maior anunciante da Meta, gastando R$ 15,10 milhões em publicidade nas redes sociais. A partir de 4 de julho, alguns tipos de anúncios foram proibidos devido ao período eleitoral. O PT foi o segundo maior anunciante, com R$ 2,36 milhões gastos no mesmo intervalo. Entre os dez maiores anunciantes, sete são governos ou partidos políticos.

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Desde 20 de julho, as convenções motivaram forte investimento do PT em anúncios no Facebook e Instagram, segundo a Meta. Cerca de 68% do direcionamento focou o eleitorado paulista; o PL registrou gasto muito menor.

Desde o dia 20 de julho, quando começaram as convenções partidárias, o Partido dos Trabalhadores (PT) desembolsou pelo menos R$ 480,7 mil em anúncios no Facebook e no Instagram. Os dados, que foram divulgados pela Meta, mostram que a sigla, liderada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, priorizou a campanha do ex-ministro Fernando Haddad na disputa pelo governo de São Paulo.

Do total gasto pelo PT, 67,9% foram direcionados a moradores do Estado de São Paulo. Em contrapartida, o PL, partido do candidato Flávio Bolsonaro, investiu R$ 126,6 mil nos últimos dez dias, o que representa um gasto 280% menor do que o do PT no mesmo período. As 449 peças publicitárias impulsionadas pelo PT alcançaram 65,7 milhões de impressões, enquanto as 45 do PL tiveram 14,1 milhões.

Os dados considerados referem-se apenas aos anúncios classificados na categoria “eleições ou política”, contabilizados entre 20 de julho e 30 de julho, às 16h50. Os valores apresentados representam os gastos mínimos, uma vez que a Meta não divulga imediatamente os valores exatos.

A campanha de Haddad tem se destacado pela criação de dezenas de cards únicos, voltados para diferentes cidades paulistas. Essa abordagem visa personalizar as mensagens e criar uma conexão mais próxima com os eleitores, especialmente nas cidades menores. O marqueteiro Otávio Antunes, que já trabalhou na campanha presidencial de Haddad em 2018, lidera essa estratégia.

A tática do PT busca emular a bem-sucedida campanha de Barack Obama em 2008, que revolucionou o marketing político ao utilizar microssegmentação, grandes bancos de dados e análise de comportamento nas redes sociais. Assim, a equipe de Haddad visa não apenas aumentar a visibilidade do candidato, mas também quebrar a resistência ao PT em regiões do interior paulista.

Por outro lado, Flávio Bolsonaro também fez alterações em sua equipe de comunicação, anunciando a saída dos publicitários Eduardo Fischer e Alexandre Oltramari, e convidando Duda Lima para compor a nova equipe.

São Paulo é visto como um Estado crucial para Lula alcançar um quarto mandato. A candidatura de Fernando Haddad ao Palácio dos Bandeirantes representa uma estratégia para garantir um palanque competitivo. Em 2022, os eleitores paulistas deram 4,3 milhões de votos a mais para Lula em comparação a Haddad em 2018, evidenciando a importância do apoio do Estado para a eleição do ex-presidente.

De acordo com dados publicados entre 29 de abril e 27 de julho de 2026, o governo do Brasil foi o maior anunciante da Meta, gastando R$ 15,10 milhões em publicidade nas redes sociais. A partir de 4 de julho, alguns tipos de anúncios foram proibidos devido ao período eleitoral. O PT foi o segundo maior anunciante, com R$ 2,36 milhões gastos no mesmo intervalo. Entre os dez maiores anunciantes, sete são governos ou partidos políticos.

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