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Política

PP mantém neutralidade e não formaliza apoio a Flávio Bolsonaro

PP informa a Tereza Cristina que manterá neutralidade na disputa presidencial.

31/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 09h00
PP mantém neutralidade e não formaliza apoio a Flávio Bolsonaro

A cúpula nacional do PP comunicou à senadora Tereza Cristina que o partido optou pela neutralidade na corrida ao Planalto. Consultas com diretórios estaduais iniciadas em 29 de julho apontaram maioria favorável à posição.

A cúpula nacional do Partido Progressista (PP) informou à senadora Tereza Cristina que optará por uma posição neutra na disputa presidencial. A decisão foi comunicada após uma série de consultas realizadas pelo partido aos diretórios estaduais, iniciadas na quarta-feira, dia 29 de julho. Essas consultas visaram discutir a possibilidade de apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro, do PL.

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De acordo com dirigentes do PP, a maioria dos diretórios estaduais manifestou a preferência por manter a neutralidade na corrida ao Palácio do Planalto. Essa postura foi reafirmada durante a comunicação feita à senadora, que havia sinalizado disposição para compor uma chapa presidencial com Flávio Bolsonaro.

Na quarta-feira, Flávio procurou Tereza e obteve dela um aceno de disposição para compor uma chapa presidencial. No entanto, a senadora havia inicialmente recusado a proposta, afirmando que seu objetivo é a presidência do Senado Federal em 2027.

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A possibilidade de apoio ao PL animou um segmento do partido que é próximo a Flávio, mas essa ala é considerada minoritária e sem força suficiente para mudar a decisão já estabelecida de neutralidade. Com a falta de apoios, Flávio Bolsonaro deverá lançar uma chapa pura para a disputa presidencial.

Atualmente, os nomes mais fortes que despontam para compor essa chapa são a vereadora Priscila Costa, do PL do Ceará, e a deputada federal Júlia Zanatta, do PL de Santa Catarina. A estratégia de Flávio Bolsonaro será crucial para determinar o seu desempenho na corrida ao Planalto, especialmente diante da posição de neutralidade adotada pelo PP.

A situação política continua a evoluir, e as movimentações dentro do PP e em relação aos outros partidos devem ser acompanhadas de perto, uma vez que podem impactar diretamente o cenário eleitoral que se aproxima.

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A cúpula nacional do PP comunicou à senadora Tereza Cristina que o partido optou pela neutralidade na corrida ao Planalto. Consultas com diretórios estaduais iniciadas em 29 de julho apontaram maioria favorável à posição.

A cúpula nacional do Partido Progressista (PP) informou à senadora Tereza Cristina que optará por uma posição neutra na disputa presidencial. A decisão foi comunicada após uma série de consultas realizadas pelo partido aos diretórios estaduais, iniciadas na quarta-feira, dia 29 de julho. Essas consultas visaram discutir a possibilidade de apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro, do PL.

De acordo com dirigentes do PP, a maioria dos diretórios estaduais manifestou a preferência por manter a neutralidade na corrida ao Palácio do Planalto. Essa postura foi reafirmada durante a comunicação feita à senadora, que havia sinalizado disposição para compor uma chapa presidencial com Flávio Bolsonaro.

Na quarta-feira, Flávio procurou Tereza e obteve dela um aceno de disposição para compor uma chapa presidencial. No entanto, a senadora havia inicialmente recusado a proposta, afirmando que seu objetivo é a presidência do Senado Federal em 2027.

A possibilidade de apoio ao PL animou um segmento do partido que é próximo a Flávio, mas essa ala é considerada minoritária e sem força suficiente para mudar a decisão já estabelecida de neutralidade. Com a falta de apoios, Flávio Bolsonaro deverá lançar uma chapa pura para a disputa presidencial.

Atualmente, os nomes mais fortes que despontam para compor essa chapa são a vereadora Priscila Costa, do PL do Ceará, e a deputada federal Júlia Zanatta, do PL de Santa Catarina. A estratégia de Flávio Bolsonaro será crucial para determinar o seu desempenho na corrida ao Planalto, especialmente diante da posição de neutralidade adotada pelo PP.

A situação política continua a evoluir, e as movimentações dentro do PP e em relação aos outros partidos devem ser acompanhadas de perto, uma vez que podem impactar diretamente o cenário eleitoral que se aproxima.

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