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Política

Kassio Nunes Marques defende urna eletrônica como patrimônio

O presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, defendeu a urna eletrônica como patrimônio da democracia.

03/08/2026 · 00h00 · Atualizado às 20h23
Kassio Nunes Marques defende urna eletrônica como patrimônio

Na reabertura das sessões presenciais, o presidente do TSE pediu participação dos eleitores na Semana Nacional do Sistema Eletrônico de Votação. Haverá demonstrações, palestras e ações contra a desinformação.

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, defendeu nesta terça-feira (3) o sistema eletrônico de votação, afirmando que a urna eletrônica representa um “patrimônio da democracia brasileira”.

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As declarações foram feitas durante a abertura da sessão do TSE, que marcou a retomada das atividades presenciais após o recesso de julho. O ministro conclamou os eleitores a participarem das atividades da Semana Nacional do Sistema Eletrônico de Votação, que incluirá demonstrações sobre o uso da urna, palestras, exposições e ações de combate à desinformação relacionada ao processo eleitoral.

“O objetivo é ampliar o conhecimento da sociedade acerca das diversas etapas do processo eleitoral e reafirmar, por meio da transparência, de informação qualificada e da participação cidadã, a robustez, a audibilidade e permanente evolução tecnológica de um sistema que constitui patrimônio da democracia brasileira”, afirmou.

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Nunes Marques também enfatizou a importância da transparência no sistema de votação, destacando que as portas da Justiça Eleitoral permanecem abertas para aqueles que desejam conhecer, acompanhar e fiscalizar o processo eleitoral.

“Transparência não é apenas um compromisso desta instituição, é um dos pilares sobre os quais se sustenta a confiança da sociedade nas eleições brasileiras”, completou.

Em relação às eleições, o primeiro turno está agendado para o dia 4 de outubro, quando os eleitores escolherão deputados federais, estaduais, distritais, governadores, senadores e o presidente da República. O segundo turno, se necessário, ocorrerá no dia 25 de outubro, para os cargos de governador e presidente, caso nenhum candidato obtenha mais de 50% dos votos válidos no primeiro turno, excluindo brancos e nulos.

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Na reabertura das sessões presenciais, o presidente do TSE pediu participação dos eleitores na Semana Nacional do Sistema Eletrônico de Votação. Haverá demonstrações, palestras e ações contra a desinformação.

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, defendeu nesta terça-feira (3) o sistema eletrônico de votação, afirmando que a urna eletrônica representa um “patrimônio da democracia brasileira”.

As declarações foram feitas durante a abertura da sessão do TSE, que marcou a retomada das atividades presenciais após o recesso de julho. O ministro conclamou os eleitores a participarem das atividades da Semana Nacional do Sistema Eletrônico de Votação, que incluirá demonstrações sobre o uso da urna, palestras, exposições e ações de combate à desinformação relacionada ao processo eleitoral.

“O objetivo é ampliar o conhecimento da sociedade acerca das diversas etapas do processo eleitoral e reafirmar, por meio da transparência, de informação qualificada e da participação cidadã, a robustez, a audibilidade e permanente evolução tecnológica de um sistema que constitui patrimônio da democracia brasileira”, afirmou.

Nunes Marques também enfatizou a importância da transparência no sistema de votação, destacando que as portas da Justiça Eleitoral permanecem abertas para aqueles que desejam conhecer, acompanhar e fiscalizar o processo eleitoral.

“Transparência não é apenas um compromisso desta instituição, é um dos pilares sobre os quais se sustenta a confiança da sociedade nas eleições brasileiras”, completou.

Em relação às eleições, o primeiro turno está agendado para o dia 4 de outubro, quando os eleitores escolherão deputados federais, estaduais, distritais, governadores, senadores e o presidente da República. O segundo turno, se necessário, ocorrerá no dia 25 de outubro, para os cargos de governador e presidente, caso nenhum candidato obtenha mais de 50% dos votos válidos no primeiro turno, excluindo brancos e nulos.

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