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Mundo

Trump garante ‘quantidades enormes’ de munições e nega escassez

Trump afirmou que os EUA têm grandes quantidades de munições, negando relatos sobre escassez.

06/08/2026 · 00h00 · Atualizado às 07h59
Trump garante ‘quantidades enormes’ de munições e nega escassez

Trump disse no Truth Social que os EUA têm ‘quantidades enormes’ de munições, fabricadas e enviadas conforme necessário. Após reportagem que diz que ele cobrou o secretário de Defesa sobre estoques na guerra com o Irã.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o país possui “quantidades enormes” de munições. Em uma publicação na rede social Truth Social, na madrugada desta quinta-feira, 6 de agosto, o republicano declarou que “grandes quantidades estão sendo fabricadas e enviadas para os EUA conforme a necessidade”.

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De acordo com uma reportagem do jornal The Washington Post, Trump teria cobrado o secretário de Defesa, Pete Hegseth, sobre uma possível escassez de mísseis no arsenal dos Estados Unidos e a falta de informações sobre os estoques durante a guerra contra o Irã. A matéria indica que houve uma troca de palavras entre os dois durante uma reunião de gabinete em Camp David, na sexta-feira, 31 de julho.

Ainda segundo o jornal, Trump questionou Hegseth sobre a situação, afirmando que acreditava que o problema das munições “já havia sido resolvido”. O presidente alegou ter sido levado a uma avaliação equivocada sobre a capacidade militar disponível no momento.

A escassez de mísseis guiados de longo alcance e interceptadores de defesa aérea teria influenciado a decisão de Trump de não realizar novos ataques em larga escala contra o Irã. Na segunda-feira, 3 de agosto, Trump revelou que havia autorizado um “maior ataque desde a 2ª Guerra Mundial”, mas que decidiu cancelá-lo, citando a possibilidade de negociações sobre o estreito de Ormuz.

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O The Washington Post informa que Hegseth teria responsabilizado o vice-secretário de Defesa, Stephen Feinberg, por não manter Trump adequadamente informado sobre os estoques de munições. A Casa Branca, no entanto, negou as informações divulgadas, com a porta-voz Karoline Leavitt afirmando que a conversa “nunca ocorreu” e reafirmando a confiança de Trump em Hegseth.

O Pentágono também rejeitou a ideia de que o secretário tivesse enganado o presidente ou culpado Feinberg pela situação. Informações da agência de notícias Reuters, divulgadas na terça-feira, 4 de agosto, indicam que o Exército dos Estados Unidos utilizou “praticamente todo” o estoque de ATACMS e PrSM, que são sistemas de mísseis táticos e de ataque de precisão disparados a longa distância.

Além disso, a agência reportou que os Estados Unidos consumiram quase metade de seu estoque global de mísseis Tomahawk desde o início do conflito, com estimativas sugerindo o uso de cerca de 65% dos interceptadores Patriot e uma redução de pelo menos 38% no estoque de THAAD.

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Na publicação feita na madrugada desta quinta-feira, Trump também afirmou que os responsáveis pelos vazamentos de informações serão identificados e que seu governo buscará “longas penas de prisão” para os autores das divulgações.

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Trump disse no Truth Social que os EUA têm ‘quantidades enormes’ de munições, fabricadas e enviadas conforme necessário. Após reportagem que diz que ele cobrou o secretário de Defesa sobre estoques na guerra com o Irã.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o país possui “quantidades enormes” de munições. Em uma publicação na rede social Truth Social, na madrugada desta quinta-feira, 6 de agosto, o republicano declarou que “grandes quantidades estão sendo fabricadas e enviadas para os EUA conforme a necessidade”.

De acordo com uma reportagem do jornal The Washington Post, Trump teria cobrado o secretário de Defesa, Pete Hegseth, sobre uma possível escassez de mísseis no arsenal dos Estados Unidos e a falta de informações sobre os estoques durante a guerra contra o Irã. A matéria indica que houve uma troca de palavras entre os dois durante uma reunião de gabinete em Camp David, na sexta-feira, 31 de julho.

Ainda segundo o jornal, Trump questionou Hegseth sobre a situação, afirmando que acreditava que o problema das munições “já havia sido resolvido”. O presidente alegou ter sido levado a uma avaliação equivocada sobre a capacidade militar disponível no momento.

A escassez de mísseis guiados de longo alcance e interceptadores de defesa aérea teria influenciado a decisão de Trump de não realizar novos ataques em larga escala contra o Irã. Na segunda-feira, 3 de agosto, Trump revelou que havia autorizado um “maior ataque desde a 2ª Guerra Mundial”, mas que decidiu cancelá-lo, citando a possibilidade de negociações sobre o estreito de Ormuz.

O The Washington Post informa que Hegseth teria responsabilizado o vice-secretário de Defesa, Stephen Feinberg, por não manter Trump adequadamente informado sobre os estoques de munições. A Casa Branca, no entanto, negou as informações divulgadas, com a porta-voz Karoline Leavitt afirmando que a conversa “nunca ocorreu” e reafirmando a confiança de Trump em Hegseth.

O Pentágono também rejeitou a ideia de que o secretário tivesse enganado o presidente ou culpado Feinberg pela situação. Informações da agência de notícias Reuters, divulgadas na terça-feira, 4 de agosto, indicam que o Exército dos Estados Unidos utilizou “praticamente todo” o estoque de ATACMS e PrSM, que são sistemas de mísseis táticos e de ataque de precisão disparados a longa distância.

Além disso, a agência reportou que os Estados Unidos consumiram quase metade de seu estoque global de mísseis Tomahawk desde o início do conflito, com estimativas sugerindo o uso de cerca de 65% dos interceptadores Patriot e uma redução de pelo menos 38% no estoque de THAAD.

Na publicação feita na madrugada desta quinta-feira, Trump também afirmou que os responsáveis pelos vazamentos de informações serão identificados e que seu governo buscará “longas penas de prisão” para os autores das divulgações.

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