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Ciência e Espaço

Samsung e SpaceX fecham acordo para integrar celulares ao Starlink

Samsung e SpaceX firmam parceria para expandir rede móvel integrada ao Starlink.

06/08/2026 · 00h00 · Atualizado às 07h58
Samsung e SpaceX fecham acordo para integrar celulares ao Starlink

A SpaceX comprou espectro da EchoStar e planeja montar rede móvel terrestre integrada ao Starlink. A Samsung deve adaptar aparelhos para conexão direta por satélite, potencialmente desafiando operadoras tradicionais.

A SpaceX deu mais um passo para expandir sua atuação além da internet via satélite. Após adquirir licenças de espectro da EchoStar, a empresa de Elon Musk trabalha na criação de uma rede móvel terrestre integrada ao Starlink. Nesse plano, a Samsung pode desempenhar um papel crucial ao garantir que seus celulares sejam compatíveis com a tecnologia de conexão direta via satélite.

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A estratégia pode transformar a SpaceX em uma futura concorrente de grandes operadoras dos Estados Unidos, como AT&T, T-Mobile e Verizon.

Documentos enviados pela SpaceX às autoridades canadenses indicam que a empresa pretende utilizar seu sistema de segunda geração de comunicação direta com smartphones, baseado nos satélites Starlink V2. A expectativa é que, até 2027, celulares de fabricantes como Samsung, Apple e Google sejam compatíveis com as frequências utilizadas pela empresa, sem necessidade de acessórios extras.

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A Samsung já estaria realizando testes de compatibilidade com a banda n252 NTN, que permitirá conexões nativas com a futura rede da SpaceX para chamadas, mensagens e acesso à internet.

Recentemente, a SpaceX adquiriu 65 MHz de espectro sem fio da EchoStar por cerca de US$ 19,6 bilhões (R$ 98 bilhões). O diferencial dessa aquisição é que ela possibilita à empresa construir uma infraestrutura terrestre de telefonia, combinando antenas em solo com a cobertura dos satélites Starlink. Esse modelo visa oferecer uma rede mais ampla e capaz de funcionar mesmo em regiões onde as operadoras tradicionais têm dificuldades de cobertura.

Apesar dos avanços, a expectativa é que competir com empresas consolidadas não será uma tarefa simples. AT&T, T-Mobile e Verizon investem há décadas em infraestrutura, espectro e expansão de suas redes. Uma alternativa considerada pela indústria seria a SpaceX iniciar sua operação como uma operadora móvel virtual, utilizando parte da infraestrutura de uma operadora já existente enquanto amplia sua própria rede.

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A SpaceX comprou espectro da EchoStar e planeja montar rede móvel terrestre integrada ao Starlink. A Samsung deve adaptar aparelhos para conexão direta por satélite, potencialmente desafiando operadoras tradicionais.

A SpaceX deu mais um passo para expandir sua atuação além da internet via satélite. Após adquirir licenças de espectro da EchoStar, a empresa de Elon Musk trabalha na criação de uma rede móvel terrestre integrada ao Starlink. Nesse plano, a Samsung pode desempenhar um papel crucial ao garantir que seus celulares sejam compatíveis com a tecnologia de conexão direta via satélite.

A estratégia pode transformar a SpaceX em uma futura concorrente de grandes operadoras dos Estados Unidos, como AT&T, T-Mobile e Verizon.

Documentos enviados pela SpaceX às autoridades canadenses indicam que a empresa pretende utilizar seu sistema de segunda geração de comunicação direta com smartphones, baseado nos satélites Starlink V2. A expectativa é que, até 2027, celulares de fabricantes como Samsung, Apple e Google sejam compatíveis com as frequências utilizadas pela empresa, sem necessidade de acessórios extras.

A Samsung já estaria realizando testes de compatibilidade com a banda n252 NTN, que permitirá conexões nativas com a futura rede da SpaceX para chamadas, mensagens e acesso à internet.

Recentemente, a SpaceX adquiriu 65 MHz de espectro sem fio da EchoStar por cerca de US$ 19,6 bilhões (R$ 98 bilhões). O diferencial dessa aquisição é que ela possibilita à empresa construir uma infraestrutura terrestre de telefonia, combinando antenas em solo com a cobertura dos satélites Starlink. Esse modelo visa oferecer uma rede mais ampla e capaz de funcionar mesmo em regiões onde as operadoras tradicionais têm dificuldades de cobertura.

Apesar dos avanços, a expectativa é que competir com empresas consolidadas não será uma tarefa simples. AT&T, T-Mobile e Verizon investem há décadas em infraestrutura, espectro e expansão de suas redes. Uma alternativa considerada pela indústria seria a SpaceX iniciar sua operação como uma operadora móvel virtual, utilizando parte da infraestrutura de uma operadora já existente enquanto amplia sua própria rede.

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