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Saúde

SP amplia campanha de vacinação após 23 casos de sarampo

São Paulo registra 23 casos de sarampo e amplia campanha de vacinação até 1º de setembro.

07/08/2026 · 00h00 · Atualizado às 16h43
SP amplia campanha de vacinação após 23 casos de sarampo

A Secretaria de Saúde de SP confirmou 23 casos, com sete novos registros em três dias. Dezesseis pacientes não tinham vacinação ou tinham esquema incompleto. A Campanha de Multivacinação vai até 1º de setembro em 645 municípios.

O estado de São Paulo chegou a 23 casos confirmados de sarampo, conforme dados divulgados pela Secretaria de Estado da Saúde (SES-SP). Nos últimos três dias, foram registrados sete novos casos. Entre os pacientes diagnosticados, 16 não possuíam histórico de vacinação ou estavam com o esquema vacinal incompleto.

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Em resposta à identificação de uma cadeia de transmissão relacionada à importação do vírus, o governo paulista iniciou a Campanha de Multivacinação, que seguirá até 1º de setembro em todos os 645 municípios do estado. O objetivo da ação é atualizar a situação vacinal de crianças e adolescentes com menos de 15 anos.

No entanto, nos municípios de São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo, a estratégia foi ampliada. Nestas cidades, a vacinação contra o sarampo será oferecida de forma indiscriminada para pessoas de 6 meses a 59 anos, independentemente do histórico anterior de vacinação.

A medida é temporária e busca interromper a transmissão do vírus e aumentar a cobertura vacinal.

Em 2026, conforme a SES-SP, 77,5% da população recebeu a primeira dose da tríplice viral e 65,5% receberam a segunda dose. Esses índices estão abaixo da meta de 95% de cobertura estabelecida pelo Ministério da Saúde.

Quem deve se vacinar? Bebês de 6 a 11 meses e 29 dias devem receber a chamada “dose zero” da tríplice viral, uma dose adicional indicada em locais com circulação ativa do vírus. Essa dose não substitui as doses previstas no calendário vacinal, que devem ser aplicadas aos 12 e 15 meses.

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Pessoas de 12 meses a 29 anos, além dos trabalhadores da saúde de qualquer idade, precisam comprovar duas doses da tríplice viral, com intervalo mínimo de 30 dias entre elas. Já aqueles com idade entre 30 e 59 anos devem comprovar pelo menos uma dose da vacina para serem considerados imunizados.

A vacinação indiscriminada não é recomendada para pessoas com 60 anos ou mais. Nessa faixa etária, a imunização é indicada em situações de bloqueio de transmissão, especialmente para quem teve contato próximo com um caso suspeito ou confirmado e não possui registro de vacinação anterior.

Embora a tríplice viral seja considerada segura, há situações em que a vacinação é contraindicada ou precisa ser adiada. Gestantes não devem receber a vacina, pois o imunizante utiliza vírus vivos atenuados. Mulheres em idade fértil que receberem a dose devem evitar engravidar por pelo menos 30 dias após a aplicação. Lactantes podem ser vacinadas.

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Crianças com menos de 6 meses também não devem receber o imunizante contra o sarampo. A vacina é contraindicada para pessoas com imunodeficiência grave ou histórico de reação alérgica grave, como anafilaxia, a algum componente da fórmula. Além disso, pessoas com alergia à proteína do leite de vaca devem consultar um profissional de saúde antes da aplicação.

Na capital paulista, a Secretaria Municipal da Saúde oferece a vacina em uma ampla rede de unidades. De segunda a sexta-feira, a vacinação ocorre das 7h às 19h nas 482 Unidades Básicas de Saúde (UBSs) do município. Aos sábados e feriados, a população pode procurar as AMAs/UBSs Integradas, também das 7h às 19h.

No dia 22 de agosto, será realizado o Dia D nacional de vacinação, com funcionamento das UBSs para ampliar a oferta de imunizantes. Para a vacinação, é importante levar a caderneta de vacinação, para que os profissionais possam verificar o histórico e indicar apenas as doses necessárias.

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A Secretaria de Saúde de SP confirmou 23 casos, com sete novos registros em três dias. Dezesseis pacientes não tinham vacinação ou tinham esquema incompleto. A Campanha de Multivacinação vai até 1º de setembro em 645 municípios.

O estado de São Paulo chegou a 23 casos confirmados de sarampo, conforme dados divulgados pela Secretaria de Estado da Saúde (SES-SP). Nos últimos três dias, foram registrados sete novos casos. Entre os pacientes diagnosticados, 16 não possuíam histórico de vacinação ou estavam com o esquema vacinal incompleto.

Em resposta à identificação de uma cadeia de transmissão relacionada à importação do vírus, o governo paulista iniciou a Campanha de Multivacinação, que seguirá até 1º de setembro em todos os 645 municípios do estado. O objetivo da ação é atualizar a situação vacinal de crianças e adolescentes com menos de 15 anos.

No entanto, nos municípios de São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo, a estratégia foi ampliada. Nestas cidades, a vacinação contra o sarampo será oferecida de forma indiscriminada para pessoas de 6 meses a 59 anos, independentemente do histórico anterior de vacinação.

A medida é temporária e busca interromper a transmissão do vírus e aumentar a cobertura vacinal.

Em 2026, conforme a SES-SP, 77,5% da população recebeu a primeira dose da tríplice viral e 65,5% receberam a segunda dose. Esses índices estão abaixo da meta de 95% de cobertura estabelecida pelo Ministério da Saúde.

Quem deve se vacinar? Bebês de 6 a 11 meses e 29 dias devem receber a chamada “dose zero” da tríplice viral, uma dose adicional indicada em locais com circulação ativa do vírus. Essa dose não substitui as doses previstas no calendário vacinal, que devem ser aplicadas aos 12 e 15 meses.

Pessoas de 12 meses a 29 anos, além dos trabalhadores da saúde de qualquer idade, precisam comprovar duas doses da tríplice viral, com intervalo mínimo de 30 dias entre elas. Já aqueles com idade entre 30 e 59 anos devem comprovar pelo menos uma dose da vacina para serem considerados imunizados.

A vacinação indiscriminada não é recomendada para pessoas com 60 anos ou mais. Nessa faixa etária, a imunização é indicada em situações de bloqueio de transmissão, especialmente para quem teve contato próximo com um caso suspeito ou confirmado e não possui registro de vacinação anterior.

Embora a tríplice viral seja considerada segura, há situações em que a vacinação é contraindicada ou precisa ser adiada. Gestantes não devem receber a vacina, pois o imunizante utiliza vírus vivos atenuados. Mulheres em idade fértil que receberem a dose devem evitar engravidar por pelo menos 30 dias após a aplicação. Lactantes podem ser vacinadas.

Crianças com menos de 6 meses também não devem receber o imunizante contra o sarampo. A vacina é contraindicada para pessoas com imunodeficiência grave ou histórico de reação alérgica grave, como anafilaxia, a algum componente da fórmula. Além disso, pessoas com alergia à proteína do leite de vaca devem consultar um profissional de saúde antes da aplicação.

Na capital paulista, a Secretaria Municipal da Saúde oferece a vacina em uma ampla rede de unidades. De segunda a sexta-feira, a vacinação ocorre das 7h às 19h nas 482 Unidades Básicas de Saúde (UBSs) do município. Aos sábados e feriados, a população pode procurar as AMAs/UBSs Integradas, também das 7h às 19h.

No dia 22 de agosto, será realizado o Dia D nacional de vacinação, com funcionamento das UBSs para ampliar a oferta de imunizantes. Para a vacinação, é importante levar a caderneta de vacinação, para que os profissionais possam verificar o histórico e indicar apenas as doses necessárias.

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