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Aracaju, Quinta-feira, 17 de setembro de 2026
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Saúde

Ministério da Saúde distribui 138 milhões de preservativos e reforça prevenção para o Carnaval

Com a chegada do Carnaval, o Ministério da Saúde intensificou a campanha de incentivo ao uso de preservativos e demais métodos de prevenção a infecções sexualmente transmissíveis (ISTs). O mote deste ano é “Carnaval com prevenção. Antes, durante e depois da folia, é o Governo do Brasil do seu lado”, direcionado principalmente a jovens e jovens adultos.

12/02/2026 · 13h48 · Atualizado às 18h48
Ministério da Saúde distribui 138 milhões de preservativos e reforça prevenção para o Carnaval

Com a chegada do Carnaval, o Ministério da Saúde intensificou a campanha de incentivo ao uso de preservativos e demais métodos de prevenção a infecções sexualmente transmissíveis (ISTs). O mote deste ano é “Carnaval com prevenção. Antes, durante e depois da folia, é o Governo do Brasil do seu lado”, direcionado principalmente a jovens e jovens adultos.

Distribuição em larga escala

Nos últimos três meses, a pasta enviou aos estados 138 milhões de preservativos. Entre eles, estão duas novas versões introduzidas na rede pública em 2025: a texturizada e a ultrafina. Do total encaminhado para reforçar os estoques de Carnaval:

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  • aproximadamente 132 milhões são preservativos externos, texturizados ou ultrafinos;
  • 3,8 milhões correspondem a preservativos internos feitos de látex ou nitrílica.

O objetivo, segundo o ministério, é ampliar a adesão a esse método de proteção, considerado eficaz contra HIV, hepatites virais, sífilis e outras ISTs, além de evitar gestações não planejadas.

Queda no uso preocupa

Levantamento do Ministério da Saúde aponta que 60% da população brasileira não utiliza preservativos durante as relações sexuais. A Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) de 2019, do IBGE, mostrou que apenas 22,8% dos entrevistados relataram uso em todas as relações nos 12 meses anteriores; 17,1% usaram às vezes e 59% não usaram nenhuma vez.

A redução acompanha tendência internacional. Relatório divulgado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em 2024 indicou diminuição do uso de camisinha entre jovens em diversos países europeus.

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Prevenção combinada no SUS

Além dos preservativos, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece outras formas de proteção, como vacinação contra hepatites, testagem rápida, profilaxia pré-exposição (PrEP) e profilaxia pós-exposição (PEP). A diversificação, de acordo com a pasta, busca tornar a prevenção mais atrativa e adequada às diferentes preferências da população.

Dicas para os foliões

O ministério recomenda que quem vai aproveitar a festa também:

  • mantenha-se hidratado, bebendo água regularmente;
  • use protetor solar;
  • vacine-se contra a febre amarela ao viajar para áreas de mata;
  • previna-se contra HIV, hepatites B e C, sífilis e outras ISTs;
  • procure uma unidade de saúde se necessário.

A campanha reforça que a proteção deve ocorrer “antes, durante e depois” da folia, estendendo-se ao longo de todo o ano.

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Com a chegada do Carnaval, o Ministério da Saúde intensificou a campanha de incentivo ao uso de preservativos e demais métodos de prevenção a infecções sexualmente transmissíveis (ISTs). O mote deste ano é “Carnaval com prevenção. Antes, durante e depois da folia, é o Governo do Brasil do seu lado”, direcionado principalmente a jovens e jovens adultos.

Distribuição em larga escala

Nos últimos três meses, a pasta enviou aos estados 138 milhões de preservativos. Entre eles, estão duas novas versões introduzidas na rede pública em 2025: a texturizada e a ultrafina. Do total encaminhado para reforçar os estoques de Carnaval:

  • aproximadamente 132 milhões são preservativos externos, texturizados ou ultrafinos;
  • 3,8 milhões correspondem a preservativos internos feitos de látex ou nitrílica.

O objetivo, segundo o ministério, é ampliar a adesão a esse método de proteção, considerado eficaz contra HIV, hepatites virais, sífilis e outras ISTs, além de evitar gestações não planejadas.

Queda no uso preocupa

Levantamento do Ministério da Saúde aponta que 60% da população brasileira não utiliza preservativos durante as relações sexuais. A Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) de 2019, do IBGE, mostrou que apenas 22,8% dos entrevistados relataram uso em todas as relações nos 12 meses anteriores; 17,1% usaram às vezes e 59% não usaram nenhuma vez.

A redução acompanha tendência internacional. Relatório divulgado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em 2024 indicou diminuição do uso de camisinha entre jovens em diversos países europeus.

Prevenção combinada no SUS

Além dos preservativos, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece outras formas de proteção, como vacinação contra hepatites, testagem rápida, profilaxia pré-exposição (PrEP) e profilaxia pós-exposição (PEP). A diversificação, de acordo com a pasta, busca tornar a prevenção mais atrativa e adequada às diferentes preferências da população.

Dicas para os foliões

O ministério recomenda que quem vai aproveitar a festa também:

  • mantenha-se hidratado, bebendo água regularmente;
  • use protetor solar;
  • vacine-se contra a febre amarela ao viajar para áreas de mata;
  • previna-se contra HIV, hepatites B e C, sífilis e outras ISTs;
  • procure uma unidade de saúde se necessário.

A campanha reforça que a proteção deve ocorrer “antes, durante e depois” da folia, estendendo-se ao longo de todo o ano.

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