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Tecnologia

Atualize seu plano de internet e economize até R$ 600 por ano

Estudo revela que brasileiros perdem até R$ 600 ao manter planos de internet antigos.

07/08/2026 · 00h00 · Atualizado às 12h43
Atualize seu plano de internet e economize até R$ 600 por ano

MelhorEscolha.com comparou ofertas de banda larga entre julho de 2024 e julho de 2026. Clientes com planos antigos podem perder até R$ 600 por ano, pois novos contratos estão mais baratos e oferecem maior velocidade.

Um estudo realizado pelo MelhorEscolha.com revelou que brasileiros que mantêm o mesmo plano de internet por longos períodos podem gastar até R$ 600 a mais por ano em comparação a consumidores que atualizam seus contratos. A pesquisa comparou as ofertas de banda larga disponíveis em julho de 2024 e julho de 2026, evidenciando a disparidade de preços e serviços.

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A diferença nos gastos ocorre devido à redução de preços em novos planos e ao aumento das velocidades oferecidas pelas operadoras. Ao passo que contratos antigos muitas vezes são sujeitos a reajustes anuais, tornando-se menos competitivos em relação às novas ofertas. Por exemplo, em julho de 2024, um plano de 500 Mega custava entre R$ 109 e R$ 139. Atualmente, é possível encontrar conexões de 600 Mega com preços que variam entre R$ 99 e R$ 129,90.

A economia se torna ainda mais significativa em planos de maior velocidade. Um consumidor que contratou uma conexão de 1 Giga por R$ 200 em 2024 pode encontrar atualmente uma oferta similar por cerca de R$ 150, resultando em uma diferença de R$ 50 por mês. Isso significa que, ao longo de um ano, a economia pode chegar aos R$ 600 citados no estudo.

O levantamento também identificou quedas de preço ainda mais expressivas em algumas ofertas específicas. No caso de um plano de 1 Giga da Vivo, o custo caiu de R$ 500 em julho de 2024 para R$ 200 atualmente. Essa variação de preços foi observada em diversas operadoras, incluindo Vivo, Claro, Oi, Desktop, Brisanet, GigaMais, Ligga, MHNET, Vero e Blink.

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De acordo com o estudo, não houve diferenças significativas nas variações de preço entre as regiões analisadas, uma vez que muitas das operadoras atuam em múltiplos estados e costumam oferecer condições semelhantes em diversas localidades.

Outro dado relevante da pesquisa indica que planos com mensalidades de até R$ 120 são os mais procurados pelos brasileiros no comparador de preços. Isso sugere que muitos consumidores buscam opções mais acessíveis.

O estudo recomenda que os usuários revisem periodicamente seus contratos para garantir que ainda estão fazendo um bom negócio, mesmo antes do término do período de fidelidade. É aconselhável comparar tanto a velocidade quanto o preço com outras operadoras disponíveis na região. Além disso, antes de decidir pela troca de operadora, é sugerido que o consumidor busque renegociar seu plano atual, pois muitas vezes é possível encontrar ofertas promocionais ou novos pacotes que podem reduzir a mensalidade sem necessitar de mudança de fornecedor.

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É fundamental também que os consumidores estejam atentos às cláusulas de reajuste dos contratos, uma vez que um plano que parecia vantajoso na contratação pode se tornar caro após sucessivos aumentos, enquanto novas ofertas podem surgir no mercado a preços mais baixos.

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MelhorEscolha.com comparou ofertas de banda larga entre julho de 2024 e julho de 2026. Clientes com planos antigos podem perder até R$ 600 por ano, pois novos contratos estão mais baratos e oferecem maior velocidade.

Um estudo realizado pelo MelhorEscolha.com revelou que brasileiros que mantêm o mesmo plano de internet por longos períodos podem gastar até R$ 600 a mais por ano em comparação a consumidores que atualizam seus contratos. A pesquisa comparou as ofertas de banda larga disponíveis em julho de 2024 e julho de 2026, evidenciando a disparidade de preços e serviços.

A diferença nos gastos ocorre devido à redução de preços em novos planos e ao aumento das velocidades oferecidas pelas operadoras. Ao passo que contratos antigos muitas vezes são sujeitos a reajustes anuais, tornando-se menos competitivos em relação às novas ofertas. Por exemplo, em julho de 2024, um plano de 500 Mega custava entre R$ 109 e R$ 139. Atualmente, é possível encontrar conexões de 600 Mega com preços que variam entre R$ 99 e R$ 129,90.

A economia se torna ainda mais significativa em planos de maior velocidade. Um consumidor que contratou uma conexão de 1 Giga por R$ 200 em 2024 pode encontrar atualmente uma oferta similar por cerca de R$ 150, resultando em uma diferença de R$ 50 por mês. Isso significa que, ao longo de um ano, a economia pode chegar aos R$ 600 citados no estudo.

O levantamento também identificou quedas de preço ainda mais expressivas em algumas ofertas específicas. No caso de um plano de 1 Giga da Vivo, o custo caiu de R$ 500 em julho de 2024 para R$ 200 atualmente. Essa variação de preços foi observada em diversas operadoras, incluindo Vivo, Claro, Oi, Desktop, Brisanet, GigaMais, Ligga, MHNET, Vero e Blink.

De acordo com o estudo, não houve diferenças significativas nas variações de preço entre as regiões analisadas, uma vez que muitas das operadoras atuam em múltiplos estados e costumam oferecer condições semelhantes em diversas localidades.

Outro dado relevante da pesquisa indica que planos com mensalidades de até R$ 120 são os mais procurados pelos brasileiros no comparador de preços. Isso sugere que muitos consumidores buscam opções mais acessíveis.

O estudo recomenda que os usuários revisem periodicamente seus contratos para garantir que ainda estão fazendo um bom negócio, mesmo antes do término do período de fidelidade. É aconselhável comparar tanto a velocidade quanto o preço com outras operadoras disponíveis na região. Além disso, antes de decidir pela troca de operadora, é sugerido que o consumidor busque renegociar seu plano atual, pois muitas vezes é possível encontrar ofertas promocionais ou novos pacotes que podem reduzir a mensalidade sem necessitar de mudança de fornecedor.

É fundamental também que os consumidores estejam atentos às cláusulas de reajuste dos contratos, uma vez que um plano que parecia vantajoso na contratação pode se tornar caro após sucessivos aumentos, enquanto novas ofertas podem surgir no mercado a preços mais baixos.

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