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Agro

JBS antecipa melhora na oferta de gado nos EUA a partir de 2027

JBS projeta melhora na oferta de gado nos EUA a partir de 2027, com reabertura da fronteira.

11/08/2026 · 00h00 · Atualizado às 13h06
JBS antecipa melhora na oferta de gado nos EUA a partir de 2027

Em teleconferência do 2º tri/2026, a JBS disse que a reabertura da fronteira com o México e sinais de recomposição do rebanho devem ampliar a oferta. Escassez e preços altos continuam a pressionar margens na América do Norte.

A JBS projeta uma melhora gradual na oferta de gado para abate nos Estados Unidos a partir de 2027, impulsionada pela reabertura da fronteira com o México e sinais iniciais de recomposição do rebanho norte-americano. A expectativa foi apresentada durante a teleconferência de resultados do segundo trimestre de 2026, em um momento em que a escassez de animais e os preços elevados continuam a pressionar as margens da operação de carne bovina no país.

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No segundo trimestre de 2026, a margem de EBITDA da operação de carne bovina na América do Norte melhorou, passando de -3,9% no mesmo período do ano anterior para -1,3%. Este avanço é atribuído a medidas de eficiência implementadas nas unidades de produção e à otimização da estrutura operacional.

“O segundo trimestre refletiu um consumo resiliente de proteína nos Estados Unidos, apesar de um ambiente desafiador para a indústria de carne bovina”, destacou um executivo da empresa, ressaltando a pressão da oferta restrita de gado e os custos elevados.

A JBS começou a observar resultados positivos das iniciativas adotadas nos últimos trimestres, que visam melhorar a rentabilidade da operação. A companhia afirmou que as ações de otimização de capacidade, que estão sendo implementadas, devem contribuir progressivamente para os resultados futuros.

Outro ponto importante para a oferta de gado nos Estados Unidos é a reabertura da fronteira com o México. A JBS acredita que a reabertura gradual da fronteira e os primeiros sinais de reconstrução do rebanho americano indicam uma expectativa mais otimista para o equilíbrio entre oferta e demanda. A empresa espera a reabertura de três pontos de entrada na fronteira, o que pode permitir a retomada do fluxo histórico de bovinos mexicanos para os Estados Unidos.

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“A reabertura da fronteira mexicana é particularmente importante. Esperamos que a reabertura dos três pontos de entrada restaure a maior parte do fluxo histórico de gado do México para os Estados Unidos”, afirmou um dos diretores da JBS.

Os animais provenientes do México representam cerca de 5% do abate nos Estados Unidos. A companhia ainda acredita que os primeiros bovinos a atravessarem a fronteira possam ser mais pesados, facilitando o processo de atingir o peso ideal para abate mais rapidamente.

Se a reabertura dos pontos de entrada ocorrer como previsto, a JBS espera que a disponibilidade de gado para abate aumente no primeiro trimestre de 2027, com volumes de abate retornando a níveis mais normais no segundo trimestre.

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Enquanto isso, a operação de carne suína da JBS nos Estados Unidos apresentou resultados mais favoráveis, com uma margem de EBITDA de 8,9% no segundo trimestre de 2026, em comparação a 6,5% no mesmo período do ano anterior. A receita da unidade de carne suína alcançou US$ 2,565 bilhões, um crescimento de 30% em relação ao ano anterior.

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Em teleconferência do 2º tri/2026, a JBS disse que a reabertura da fronteira com o México e sinais de recomposição do rebanho devem ampliar a oferta. Escassez e preços altos continuam a pressionar margens na América do Norte.

A JBS projeta uma melhora gradual na oferta de gado para abate nos Estados Unidos a partir de 2027, impulsionada pela reabertura da fronteira com o México e sinais iniciais de recomposição do rebanho norte-americano. A expectativa foi apresentada durante a teleconferência de resultados do segundo trimestre de 2026, em um momento em que a escassez de animais e os preços elevados continuam a pressionar as margens da operação de carne bovina no país.

No segundo trimestre de 2026, a margem de EBITDA da operação de carne bovina na América do Norte melhorou, passando de -3,9% no mesmo período do ano anterior para -1,3%. Este avanço é atribuído a medidas de eficiência implementadas nas unidades de produção e à otimização da estrutura operacional.

“O segundo trimestre refletiu um consumo resiliente de proteína nos Estados Unidos, apesar de um ambiente desafiador para a indústria de carne bovina”, destacou um executivo da empresa, ressaltando a pressão da oferta restrita de gado e os custos elevados.

A JBS começou a observar resultados positivos das iniciativas adotadas nos últimos trimestres, que visam melhorar a rentabilidade da operação. A companhia afirmou que as ações de otimização de capacidade, que estão sendo implementadas, devem contribuir progressivamente para os resultados futuros.

Outro ponto importante para a oferta de gado nos Estados Unidos é a reabertura da fronteira com o México. A JBS acredita que a reabertura gradual da fronteira e os primeiros sinais de reconstrução do rebanho americano indicam uma expectativa mais otimista para o equilíbrio entre oferta e demanda. A empresa espera a reabertura de três pontos de entrada na fronteira, o que pode permitir a retomada do fluxo histórico de bovinos mexicanos para os Estados Unidos.

“A reabertura da fronteira mexicana é particularmente importante. Esperamos que a reabertura dos três pontos de entrada restaure a maior parte do fluxo histórico de gado do México para os Estados Unidos”, afirmou um dos diretores da JBS.

Os animais provenientes do México representam cerca de 5% do abate nos Estados Unidos. A companhia ainda acredita que os primeiros bovinos a atravessarem a fronteira possam ser mais pesados, facilitando o processo de atingir o peso ideal para abate mais rapidamente.

Se a reabertura dos pontos de entrada ocorrer como previsto, a JBS espera que a disponibilidade de gado para abate aumente no primeiro trimestre de 2027, com volumes de abate retornando a níveis mais normais no segundo trimestre.

Enquanto isso, a operação de carne suína da JBS nos Estados Unidos apresentou resultados mais favoráveis, com uma margem de EBITDA de 8,9% no segundo trimestre de 2026, em comparação a 6,5% no mesmo período do ano anterior. A receita da unidade de carne suína alcançou US$ 2,565 bilhões, um crescimento de 30% em relação ao ano anterior.

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