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Internacional

Ameaça de míssil portátil força troca de avião de Trump na Turquia

Uma ameaça específica a Trump motivou a troca de avião durante cúpula da OTAN na Turquia.

12/08/2026 · 00h00 · Atualizado às 21h50
Ameaça de míssil portátil força troca de avião de Trump na Turquia

Uma ameaça concreta de míssil portátil levou autoridades dos EUA a montar um plano secreto para proteger o presidente na saída da cúpula da Otan, na Turquia, segundo fonte. Havia temor de risco mesmo em aeronaves alternativas.

Uma ameaça específica ao Air Force One, representada por um míssil portátil, surgiu no último dia da cúpula da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte) realizada na Turquia no mês passado. Segundo informações de uma fonte familiarizada com o assunto, a situação levou autoridades americanas a se mobilizar para elaborar um plano secreto a fim de garantir a segurança do presidente Donald Trump durante a saída do país.

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A ameaça era considerada tão concreta que as autoridades temiam pela vida de Trump ao deixar a Turquia, tanto no antigo Air Force One quanto no jato doado pelo Catar, utilizado por ele para a cúpula. A fonte não revelou a origem da informação, mas destacou que a seriedade da situação era reforçada pela especificidade dos detalhes que os iranianos pareciam conhecer sobre os planos do presidente.

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Militares e agentes do Serviço Secreto dos Estados Unidos se mobilizaram rapidamente e elaboraram um plano para transferir Trump para um avião alternativo, permitindo que ele deixasse o país em questão de horas. Durante o último dia da conferência, o presidente americano demonstrou preocupação com as ameaças iranianas, abordando o tema repetidamente em conversas com jornalistas.

Nos dias seguintes à cúpula, foi noticiado que Israel havia compartilhado com os Estados Unidos informações de inteligência indicando que o Irã teria elaborado um novo plano para assassinar Trump. Alguns funcionários da época, no entanto, expressaram ceticismo em relação à validade da inteligência israelense, indicando que o relatório poderia ser parte de um esforço mais amplo de Israel para influenciar a tomada de decisão do presidente nas questões com o Irã.

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Uma ameaça concreta de míssil portátil levou autoridades dos EUA a montar um plano secreto para proteger o presidente na saída da cúpula da Otan, na Turquia, segundo fonte. Havia temor de risco mesmo em aeronaves alternativas.

Uma ameaça específica ao Air Force One, representada por um míssil portátil, surgiu no último dia da cúpula da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte) realizada na Turquia no mês passado. Segundo informações de uma fonte familiarizada com o assunto, a situação levou autoridades americanas a se mobilizar para elaborar um plano secreto a fim de garantir a segurança do presidente Donald Trump durante a saída do país.

A ameaça era considerada tão concreta que as autoridades temiam pela vida de Trump ao deixar a Turquia, tanto no antigo Air Force One quanto no jato doado pelo Catar, utilizado por ele para a cúpula. A fonte não revelou a origem da informação, mas destacou que a seriedade da situação era reforçada pela especificidade dos detalhes que os iranianos pareciam conhecer sobre os planos do presidente.

Militares e agentes do Serviço Secreto dos Estados Unidos se mobilizaram rapidamente e elaboraram um plano para transferir Trump para um avião alternativo, permitindo que ele deixasse o país em questão de horas. Durante o último dia da conferência, o presidente americano demonstrou preocupação com as ameaças iranianas, abordando o tema repetidamente em conversas com jornalistas.

Nos dias seguintes à cúpula, foi noticiado que Israel havia compartilhado com os Estados Unidos informações de inteligência indicando que o Irã teria elaborado um novo plano para assassinar Trump. Alguns funcionários da época, no entanto, expressaram ceticismo em relação à validade da inteligência israelense, indicando que o relatório poderia ser parte de um esforço mais amplo de Israel para influenciar a tomada de decisão do presidente nas questões com o Irã.

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