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Política

Flávio anuncia meta para reduzir dívida, mas não explica medidas

Flávio Bolsonaro promete estabilizar a dívida pública, mas não especifica medidas fiscais.

13/08/2026 · 00h00 · Atualizado às 20h17
Flávio anuncia meta para reduzir dívida, mas não explica medidas

O programa de Flávio Bolsonaro aponta meta de estabilizar dívida/PIB com superávits primários e "regra clara" para gastos. O texto, porém, não detalha quais medidas fiscais serão adotadas.

O programa de governo do candidato Flávio Bolsonaro, do PL, apresenta a intenção de estabilizar a relação entre dívida pública e PIB “no menor prazo possível”. No entanto, o documento não traz especificações sobre quais medidas fiscais serão adotadas para ajustar as contas públicas.

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O compromisso é com a obtenção de superávits primários e a implementação de uma “regra clara” para o controle de gastos discricionários nos três Poderes. Contudo, não há menção detalhada sobre como essas ações serão realizadas.

“Apresentaremos uma reformulação nas atuais regras fiscais, com regras claras focadas na estabilização e na redução da dívida pública, conforme determina a Constituição”, diz um trecho do plano apresentado.

Durante os quatro anos de governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a relação dívida/PIB aumentou em dez pontos percentuais, saltando de cerca de 72% para aproximadamente 82%. Isso levanta questões sobre as estratégias que Flávio pretende adotar para reverter esse cenário.

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“Vamos construir o equilíbrio fiscal duradouro, entregando superávits primários e limitando o crédito subsidiado com recursos do Tesouro, mitigando pressões inflacionárias. E haverá uma regra clara de controle de gastos discricionários dos três Poderes da União. Regras claras trazem previsibilidade e credibilidade, tornando o país mais atrativo e competitivo”, afirma o documento do candidato.

A meta do plano é alcançar, no menor prazo possível, a estabilidade da relação Dívida/PIB, o que, segundo a proposta, ajudaria a reduzir os juros para a média internacional e levaria a inflação ao centro da meta estabelecida.

O candidato também critica o governo atual, buscando promover uma soberania “sem ideologia”, evidenciando um foco em soluções práticas para os desafios econômicos enfrentados pelo Brasil.

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O programa de Flávio Bolsonaro aponta meta de estabilizar dívida/PIB com superávits primários e "regra clara" para gastos. O texto, porém, não detalha quais medidas fiscais serão adotadas.

O programa de governo do candidato Flávio Bolsonaro, do PL, apresenta a intenção de estabilizar a relação entre dívida pública e PIB “no menor prazo possível”. No entanto, o documento não traz especificações sobre quais medidas fiscais serão adotadas para ajustar as contas públicas.

O compromisso é com a obtenção de superávits primários e a implementação de uma “regra clara” para o controle de gastos discricionários nos três Poderes. Contudo, não há menção detalhada sobre como essas ações serão realizadas.

“Apresentaremos uma reformulação nas atuais regras fiscais, com regras claras focadas na estabilização e na redução da dívida pública, conforme determina a Constituição”, diz um trecho do plano apresentado.

Durante os quatro anos de governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a relação dívida/PIB aumentou em dez pontos percentuais, saltando de cerca de 72% para aproximadamente 82%. Isso levanta questões sobre as estratégias que Flávio pretende adotar para reverter esse cenário.

“Vamos construir o equilíbrio fiscal duradouro, entregando superávits primários e limitando o crédito subsidiado com recursos do Tesouro, mitigando pressões inflacionárias. E haverá uma regra clara de controle de gastos discricionários dos três Poderes da União. Regras claras trazem previsibilidade e credibilidade, tornando o país mais atrativo e competitivo”, afirma o documento do candidato.

A meta do plano é alcançar, no menor prazo possível, a estabilidade da relação Dívida/PIB, o que, segundo a proposta, ajudaria a reduzir os juros para a média internacional e levaria a inflação ao centro da meta estabelecida.

O candidato também critica o governo atual, buscando promover uma soberania “sem ideologia”, evidenciando um foco em soluções práticas para os desafios econômicos enfrentados pelo Brasil.

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