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Economia

JBS amplia vendas internas e diversifica mercados para proteger margens

JBS destaca resultados positivos no mercado interno e diversificação das vendas de carne.

14/08/2026 · 00h00 · Atualizado às 20h16
JBS amplia vendas internas e diversifica mercados para proteger margens

No 2º trimestre de 2026, a JBS no Brasil registrou receita de US$ 4,585 bilhões, alta de 28%. A companhia ampliou parcerias com varejistas e equilibrou volumes entre mercado interno e exportações para manter rentabilidade.

A JBS destacou o bom desempenho do mercado interno brasileiro e a estratégia de diversificação das vendas de carne bovina como fatores que sustentaram os resultados da operação no segundo trimestre de 2026.

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A companhia informou que tem ampliado suas iniciativas comerciais com grandes redes varejistas, buscando equilibrar os volumes destinados ao mercado doméstico e às exportações, com o intuito de proteger as margens de lucro. No trimestre, a operação brasileira registrou uma receita de US$ 4,585 bilhões, o que representa um aumento de 28% em comparação aos US$ 3,581 bilhões do mesmo período de 2025.

O EBITDA ajustado atingiu US$ 269 milhões segundo o IFRS, com uma margem de 5,9%, sendo este o maior resultado para um segundo trimestre da operação até o momento. A empresa enfatizou que sua estratégia comercial no Brasil busca maximizar o valor de cada animal e aproveitar oportunidades nos diversos canais de venda disponíveis.

Entre os destaques do desempenho, a JBS ressaltou o sucesso do portfólio voltado para churrasco e a ampliação de ações comerciais com grandes varejistas. O mercado interno é considerado uma vantagem competitiva pela companhia, especialmente pela forte presença de suas marcas e pelo relacionamento de longo prazo com seus clientes.

“Apesar de operarmos em um ambiente desafiador, reorganizamos nossa estrutura operacional e estamos muito confiantes nos resultados dessas mudanças”, afirmou o CEO global da JBS, Gilberto Tomazoni, durante a teleconferência de resultados.

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A estratégia da JBS não se limita ao mercado interno. A companhia afirmou que a operação brasileira também se beneficiou da demanda de exportação, em um cenário de oferta mais limitada de carne bovina em várias regiões do mundo. A China continua sendo um dos principais destinos para a carne bovina brasileira, mas a JBS destacou que busca evitar a concentração excessiva de vendas em um único mercado.

A empresa explicou que está equilibrando os volumes destinados à China, outros mercados internacionais e ao próprio mercado brasileiro. O objetivo é direcionar os produtos para os mercados que oferecem melhores retornos, protegendo assim suas margens. “A China continua sendo um destino importante. As recentes mudanças nos fluxos comerciais reforçam a importância de manter uma exposição equilibrada entre os mercados de exportação e o mercado doméstico”, afirmou a companhia durante a teleconferência.

A avaliação da empresa é de que essa diversificação permite maior flexibilidade comercial em um contexto de mudanças nos fluxos internacionais de carne bovina. Segundo Tomazoni, mesmo com as diferenças entre os mercados, os fundamentos globais da carne bovina permanecem favoráveis, com a oferta limitada em diversas regiões e a demanda resiliente.

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A JBS também observou uma melhora na disponibilidade de gado no Brasil durante o trimestre. A companhia tem focado em aumentar o valor capturado por animal através da integração entre a operação industrial, a área comercial e os diferentes canais de distribuição. Mesmo em um contexto de preços elevados do gado, a empresa alcançou o maior EBITDA para um segundo trimestre, com US$ 269 milhões segundo o IFRS.

De acordo com a JBS, a combinação de maior disponibilidade de animais, a demanda externa e uma estratégia comercial mais disciplinada foram determinantes para o bom desempenho da operação.

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No 2º trimestre de 2026, a JBS no Brasil registrou receita de US$ 4,585 bilhões, alta de 28%. A companhia ampliou parcerias com varejistas e equilibrou volumes entre mercado interno e exportações para manter rentabilidade.

A JBS destacou o bom desempenho do mercado interno brasileiro e a estratégia de diversificação das vendas de carne bovina como fatores que sustentaram os resultados da operação no segundo trimestre de 2026.

A companhia informou que tem ampliado suas iniciativas comerciais com grandes redes varejistas, buscando equilibrar os volumes destinados ao mercado doméstico e às exportações, com o intuito de proteger as margens de lucro. No trimestre, a operação brasileira registrou uma receita de US$ 4,585 bilhões, o que representa um aumento de 28% em comparação aos US$ 3,581 bilhões do mesmo período de 2025.

O EBITDA ajustado atingiu US$ 269 milhões segundo o IFRS, com uma margem de 5,9%, sendo este o maior resultado para um segundo trimestre da operação até o momento. A empresa enfatizou que sua estratégia comercial no Brasil busca maximizar o valor de cada animal e aproveitar oportunidades nos diversos canais de venda disponíveis.

Entre os destaques do desempenho, a JBS ressaltou o sucesso do portfólio voltado para churrasco e a ampliação de ações comerciais com grandes varejistas. O mercado interno é considerado uma vantagem competitiva pela companhia, especialmente pela forte presença de suas marcas e pelo relacionamento de longo prazo com seus clientes.

“Apesar de operarmos em um ambiente desafiador, reorganizamos nossa estrutura operacional e estamos muito confiantes nos resultados dessas mudanças”, afirmou o CEO global da JBS, Gilberto Tomazoni, durante a teleconferência de resultados.

A estratégia da JBS não se limita ao mercado interno. A companhia afirmou que a operação brasileira também se beneficiou da demanda de exportação, em um cenário de oferta mais limitada de carne bovina em várias regiões do mundo. A China continua sendo um dos principais destinos para a carne bovina brasileira, mas a JBS destacou que busca evitar a concentração excessiva de vendas em um único mercado.

A empresa explicou que está equilibrando os volumes destinados à China, outros mercados internacionais e ao próprio mercado brasileiro. O objetivo é direcionar os produtos para os mercados que oferecem melhores retornos, protegendo assim suas margens. “A China continua sendo um destino importante. As recentes mudanças nos fluxos comerciais reforçam a importância de manter uma exposição equilibrada entre os mercados de exportação e o mercado doméstico”, afirmou a companhia durante a teleconferência.

A avaliação da empresa é de que essa diversificação permite maior flexibilidade comercial em um contexto de mudanças nos fluxos internacionais de carne bovina. Segundo Tomazoni, mesmo com as diferenças entre os mercados, os fundamentos globais da carne bovina permanecem favoráveis, com a oferta limitada em diversas regiões e a demanda resiliente.

A JBS também observou uma melhora na disponibilidade de gado no Brasil durante o trimestre. A companhia tem focado em aumentar o valor capturado por animal através da integração entre a operação industrial, a área comercial e os diferentes canais de distribuição. Mesmo em um contexto de preços elevados do gado, a empresa alcançou o maior EBITDA para um segundo trimestre, com US$ 269 milhões segundo o IFRS.

De acordo com a JBS, a combinação de maior disponibilidade de animais, a demanda externa e uma estratégia comercial mais disciplinada foram determinantes para o bom desempenho da operação.

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