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Economia

IBP propõe usar receita do petróleo para financiar transição energética

Roberto Ardenghy, do IBP, defende uso de recursos do petróleo para transição energética.

15/08/2026 · 11h23
IBP propõe usar receita do petróleo para financiar transição energética

O presidente do Instituto Brasileiro de Petróleo (IBP), Roberto Ardenghy, defendeu que os recursos obtidos com a exploração de petróleo no Brasil sejam usados de forma estratégica para preparar municípios e estados para a transição energética. A declaração foi feita durante um evento, no contexto das descobertas de poços na Bacia da Foz do Amazonas, no Amapá.

Ardenghy destacou a importância de uma governança sólida na aplicação desse dinheiro. “Esses recursos que vêm do petróleo são recursos muito vultosos. Eles, evidentemente, podem ser aplicados para a tecnologia, para desenvolver melhor, melhorar ainda mais a segurança, a preocupação ambiental”, afirmou.

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Para ele, a perspectiva da transição energética deve estar no centro das decisões de investimento no setor. O dirigente alertou para o caráter esgotável do recurso, comparando-o a um veio de ouro com prazo determinado de exploração. “Nós estamos falando de um recurso mineral. Por definição, ele tem um prazo para permanecer. É como se fosse um veio de ouro que você vai lá, explora, explora, e dali 25, 27 anos, ele acaba”, disse.

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Preparar municípios para o pós-petróleo

Segundo Ardenghy, a preocupação central é garantir que municípios e estados produtores estejam preparados para o momento em que o petróleo acabar. Ele defendeu que os recursos sejam direcionados para que as localidades hoje dependentes da atividade possam se reinventar economicamente. “Quando acabar o petróleo, aquele dinheiro fácil, você tenha também o município preparado para superar esse momento”, afirmou.

O presidente do IBP citou ainda a necessidade de novas orientações econômicas e de incentivo a setores alinhados à vocação de cada região. Ele reconheceu que a legislação brasileira já traz diretrizes para essa transição, mas ressaltou que a aplicação prática continua sendo um desafio. “A lei já é nesse sentido, ela tem definições e determinações nesse sentido. Mas, muitas vezes, o diabo mora nos detalhes. É no dia a dia do uso do recurso que estão, muitas vezes, os problemas”, concluiu.

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O presidente do Instituto Brasileiro de Petróleo (IBP), Roberto Ardenghy, defendeu que os recursos obtidos com a exploração de petróleo no Brasil sejam usados de forma estratégica para preparar municípios e estados para a transição energética. A declaração foi feita durante um evento, no contexto das descobertas de poços na Bacia da Foz do Amazonas, no Amapá.

Ardenghy destacou a importância de uma governança sólida na aplicação desse dinheiro. “Esses recursos que vêm do petróleo são recursos muito vultosos. Eles, evidentemente, podem ser aplicados para a tecnologia, para desenvolver melhor, melhorar ainda mais a segurança, a preocupação ambiental”, afirmou.

Para ele, a perspectiva da transição energética deve estar no centro das decisões de investimento no setor. O dirigente alertou para o caráter esgotável do recurso, comparando-o a um veio de ouro com prazo determinado de exploração. “Nós estamos falando de um recurso mineral. Por definição, ele tem um prazo para permanecer. É como se fosse um veio de ouro que você vai lá, explora, explora, e dali 25, 27 anos, ele acaba”, disse.

Preparar municípios para o pós-petróleo

Segundo Ardenghy, a preocupação central é garantir que municípios e estados produtores estejam preparados para o momento em que o petróleo acabar. Ele defendeu que os recursos sejam direcionados para que as localidades hoje dependentes da atividade possam se reinventar economicamente. “Quando acabar o petróleo, aquele dinheiro fácil, você tenha também o município preparado para superar esse momento”, afirmou.

O presidente do IBP citou ainda a necessidade de novas orientações econômicas e de incentivo a setores alinhados à vocação de cada região. Ele reconheceu que a legislação brasileira já traz diretrizes para essa transição, mas ressaltou que a aplicação prática continua sendo um desafio. “A lei já é nesse sentido, ela tem definições e determinações nesse sentido. Mas, muitas vezes, o diabo mora nos detalhes. É no dia a dia do uso do recurso que estão, muitas vezes, os problemas”, concluiu.

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