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Cultura

Elke Maravilha: 10 anos sem a modelo, jurada e ativista

Elke Maravilha morreu há 10 anos e marcou a moda, a TV e o ativismo no Brasil.

17/08/2026 · 09h36
Elke Maravilha: 10 anos sem a modelo, jurada e ativista

A morte de Elke Maravilha completa 10 anos neste domingo (16). Nascida na Alemanha e criada na Rússia, ela se radicou no Brasil e virou referência como modelo, jurada de televisão, atriz e ativista dos direitos humanos.

Dos estudos às passarelas

Antes da carreira artística, Elke estudou Letras, Filosofia e Medicina. A notoriedade, no entanto, veio nas passarelas. Nos anos 1960, chamou atenção com looks extravagantes, feitos de roupas coloridas, botas e muitos acessórios.

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Jurada no Cassino do Chacrinha

Na década seguinte, ganhou papel de destaque no “Show do Chacrinha”, que depois se tornaria o “Cassino do Chacrinha”, na TV Globo. A partir dali, virou figura conhecida da televisão brasileira, atuando como jurada em programas de calouros e conquistando também a atenção de Silvio Santos.

Cinema e teatro

Elke Maravilha participou de filmes de sucesso como “Xica da Silva” (1976), “Pixote, a Lei do Mais Fraco” (1981) e “Zuzu Angel” (2006). No teatro, destacou-se em montagens como “A Rainha Morta”, ao lado de um elenco que reunia Zezé Motta e Rosita Thomaz Lopes.

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Ativismo, prisão e cidadania cassada

Ela foi uma das vozes mais presentes na mídia em defesa da comunidade LGBT+, em um período em que o tema era pouco abordado na televisão. Também criticou publicamente os desaparecimentos durante a ditadura militar, o que resultou em sua prisão sob a Lei de Segurança Nacional.

Como consequência, teve a cidadania brasileira cassada e ficou apátrida até obter a cidadania alemã.

Morte em 2016 e a biografia

Elke Maravilha morreu em 2016, aos 71 anos, vítima de falência múltipla dos órgãos. Sua história foi retratada pelo jornalista Chico Felitti no livro “Elke: Mulher Maravilha”, publicado em 2020.

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A morte de Elke Maravilha completa 10 anos neste domingo (16). Nascida na Alemanha e criada na Rússia, ela se radicou no Brasil e virou referência como modelo, jurada de televisão, atriz e ativista dos direitos humanos.

Dos estudos às passarelas

Antes da carreira artística, Elke estudou Letras, Filosofia e Medicina. A notoriedade, no entanto, veio nas passarelas. Nos anos 1960, chamou atenção com looks extravagantes, feitos de roupas coloridas, botas e muitos acessórios.

Jurada no Cassino do Chacrinha

Na década seguinte, ganhou papel de destaque no “Show do Chacrinha”, que depois se tornaria o “Cassino do Chacrinha”, na TV Globo. A partir dali, virou figura conhecida da televisão brasileira, atuando como jurada em programas de calouros e conquistando também a atenção de Silvio Santos.

Cinema e teatro

Elke Maravilha participou de filmes de sucesso como “Xica da Silva” (1976), “Pixote, a Lei do Mais Fraco” (1981) e “Zuzu Angel” (2006). No teatro, destacou-se em montagens como “A Rainha Morta”, ao lado de um elenco que reunia Zezé Motta e Rosita Thomaz Lopes.

Ativismo, prisão e cidadania cassada

Ela foi uma das vozes mais presentes na mídia em defesa da comunidade LGBT+, em um período em que o tema era pouco abordado na televisão. Também criticou publicamente os desaparecimentos durante a ditadura militar, o que resultou em sua prisão sob a Lei de Segurança Nacional.

Como consequência, teve a cidadania brasileira cassada e ficou apátrida até obter a cidadania alemã.

Morte em 2016 e a biografia

Elke Maravilha morreu em 2016, aos 71 anos, vítima de falência múltipla dos órgãos. Sua história foi retratada pelo jornalista Chico Felitti no livro “Elke: Mulher Maravilha”, publicado em 2020.

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