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Busy Philipps revela câncer no cérebro e passa por duas cirurgias

Busy Philipps revelou ter passado por duas cirurgias após diagnóstico de oligodendroglioma grau 2; disse estar "grata por estar viva".

26/08/2026 · 00h00 · Atualizado às 15h30
Busy Philipps revela câncer no cérebro e passa por duas cirurgias

A atriz de 'As Branquelas' disse que um exame feito por acaso revelou um oligodendroglioma grau 2. Ela passou por duas cirurgias e contou detalhes da luta contra o tumor.

A atriz Busy Philipps, conhecida por interpretar Karen no filme “As Branquelas” e por participar da série “Dawson’s Creek”, revelou que precisou passar por duas cirurgias após ser diagnosticada com um tipo raro de câncer no cérebro. Em depoimento, a atriz relatou que descobriu a doença depois de fazer, por acaso, um exame que indicou a presença de um tumor.

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Segundo Philipps, a decisão de realizar a avaliação partiu de um impulso: ela não soube explicar por que fez o exame, apenas que o fez. O exame apontou um oligodendroglioma de grau 2, um tumor cerebral de crescimento lento que, por ter sido identificado precocemente, ainda não havia causado sintomas.

“Eu não sabia por que queria fazer esse exame, a não ser pelo fato de que simplesmente o fiz”

Em março, a atriz foi submetida à primeira cirurgia para remover a massa, que media 2,6 centímetros. A peça cirúrgica foi encaminhada para biópsia e foi considerada maligna. Mesmo com esse resultado, a detecção em estágio inicial foi considerada fundamental para o tratamento.

“Sou grata por estar viva”

Philipps descreveu o período como “os seis meses mais estranhos da vida”. Ela relatou que a recuperação inicial foi rápida e que logo após a primeira cirurgia já estava retomando a rotina. A atriz contou que chegou a caminhar pelo hospital e que algumas profissionais de enfermagem manifestaram preocupação com o ritmo acelerado de sua recuperação.

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“Eu estava andando pelo hospital… Algumas das minhas enfermeiras me disseram que pacientes como eu são os que mais as preocupam, porque parece que você não vai diminuir o ritmo o suficiente”

“Eu não senti nenhuma dor”

Algumas semanas após a primeira operação, durante uma consulta dermatológica para aplicação de toxina botulínica, a médica reparou na cicatriz e identificou sinais de infecção. Exames confirmaram a complicação, o que levou à necessidade de uma segunda cirurgia. No procedimento subsequente foi necessário também retirar um dos pinos de titânio que havia sido colocado no crânio para manter o osso no lugar na operação anterior.

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Antes do diagnóstico, Philipps disse ter enfrentado episódios de instabilidade emocional, com crises de choro e explosões de sentimentos. Ela avaliou que havia algo no funcionamento cerebral que não estava bem, e afirmou que, após o tratamento, percebe melhorias nesse aspecto.

“Havia algo que não estava funcionando corretamente. Tipo, eu não conseguia controlar. Agora, meu cérebro não parece mais quebrado”

O relato da atriz trouxe ao público detalhes sobre a sequência de exames, o diagnóstico de oligodendroglioma grau 2, o tamanho do tumor (2,6 cm), as duas intervenções cirúrgicas — a primeira em março e a segunda motivada por infecção — e o impacto emocional vivido durante o processo.

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A atriz de 'As Branquelas' disse que um exame feito por acaso revelou um oligodendroglioma grau 2. Ela passou por duas cirurgias e contou detalhes da luta contra o tumor.

A atriz Busy Philipps, conhecida por interpretar Karen no filme “As Branquelas” e por participar da série “Dawson’s Creek”, revelou que precisou passar por duas cirurgias após ser diagnosticada com um tipo raro de câncer no cérebro. Em depoimento, a atriz relatou que descobriu a doença depois de fazer, por acaso, um exame que indicou a presença de um tumor.

Segundo Philipps, a decisão de realizar a avaliação partiu de um impulso: ela não soube explicar por que fez o exame, apenas que o fez. O exame apontou um oligodendroglioma de grau 2, um tumor cerebral de crescimento lento que, por ter sido identificado precocemente, ainda não havia causado sintomas.

“Eu não sabia por que queria fazer esse exame, a não ser pelo fato de que simplesmente o fiz”

Em março, a atriz foi submetida à primeira cirurgia para remover a massa, que media 2,6 centímetros. A peça cirúrgica foi encaminhada para biópsia e foi considerada maligna. Mesmo com esse resultado, a detecção em estágio inicial foi considerada fundamental para o tratamento.

“Sou grata por estar viva”

Philipps descreveu o período como “os seis meses mais estranhos da vida”. Ela relatou que a recuperação inicial foi rápida e que logo após a primeira cirurgia já estava retomando a rotina. A atriz contou que chegou a caminhar pelo hospital e que algumas profissionais de enfermagem manifestaram preocupação com o ritmo acelerado de sua recuperação.

“Eu estava andando pelo hospital… Algumas das minhas enfermeiras me disseram que pacientes como eu são os que mais as preocupam, porque parece que você não vai diminuir o ritmo o suficiente”

“Eu não senti nenhuma dor”

Algumas semanas após a primeira operação, durante uma consulta dermatológica para aplicação de toxina botulínica, a médica reparou na cicatriz e identificou sinais de infecção. Exames confirmaram a complicação, o que levou à necessidade de uma segunda cirurgia. No procedimento subsequente foi necessário também retirar um dos pinos de titânio que havia sido colocado no crânio para manter o osso no lugar na operação anterior.

Antes do diagnóstico, Philipps disse ter enfrentado episódios de instabilidade emocional, com crises de choro e explosões de sentimentos. Ela avaliou que havia algo no funcionamento cerebral que não estava bem, e afirmou que, após o tratamento, percebe melhorias nesse aspecto.

“Havia algo que não estava funcionando corretamente. Tipo, eu não conseguia controlar. Agora, meu cérebro não parece mais quebrado”

O relato da atriz trouxe ao público detalhes sobre a sequência de exames, o diagnóstico de oligodendroglioma grau 2, o tamanho do tumor (2,6 cm), as duas intervenções cirúrgicas — a primeira em março e a segunda motivada por infecção — e o impacto emocional vivido durante o processo.

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