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Marina Ruy Barbosa revela impacto da exposição na carreira e na vida

Marina Ruy Barbosa, 31, falou sobre a culpa da exposição pública, as críticas online, terapia e sua postura em relacionamentos e carreira.

01/09/2026 · 00h00 · Atualizado às 08h23
Marina Ruy Barbosa revela impacto da exposição na carreira e na vida

Aos 31 anos, Marina diz que cresceu sob os olhos do público e sofreu com comentários sobre sua aparência e vida pessoal. Com 23 anos de carreira, afirma que precisou aprender a lidar de forma consciente com essa exposição.

Aos 31 anos, a atriz Marina Ruy Barbosa falou sobre o peso de ter crescido sob os olhos do público e admitiu que a exposição constante nem sempre foi fácil de administrar. Em entrevista, ela contou que comentários sobre sua aparência e sua vida pessoal já a afetaram mais intensamente e definiu a experiência de amadurecer diante das câmeras.

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“Como cresci exposta, minha imagem sempre foi muito observada, comentada, então precisei construir uma relação mais consciente com isso. Crescer diante do público pode ser muito duro, muito confuso, muito cruel”

Com 23 anos de carreira, a atriz explicou que precisou construir uma relação mais consciente com a própria imagem. Hoje, ela tenta encarar as mudanças do corpo, do rosto e do cabelo com menos cobrança, reconhecendo que envelhecer e se transformar fazem parte da vida.

Marina também reconheceu que críticas feitas na internet ainda podem atingi-la. Ela declarou que seria desonesto afirmar que nada a incomoda, mas destacou que, com o passar dos anos, aprendeu a escolher melhor quais opiniões merecem espaço no seu dia a dia.

“Durante muito tempo me sentia quase obrigada a responder mentalmente a tudo o que diziam. Hoje entendo que a opinião de alguém sobre a minha vida não necessariamente exige uma resposta minha”

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Para lidar com as pressões, a atriz relatou que faz terapia e valoriza ter um ambiente em que não precise sustentar nenhuma imagem pública. Esse espaço pessoal tem sido, segundo ela, essencial para manter equilíbrio diante da exposição.

Outro tema abordado na conversa foi a vida amorosa. Marina afirmou que se orgulha de ter construído carreira, patrimônio e identidade próprios e disse não acreditar em relacionamentos baseados na ideia de que uma pessoa precise completar a outra.

“O amor precisa ser um lugar de encontro, não de preenchimento”

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Ela acrescentou que não pretende reduzir projetos ou ambições para fazer uma relação funcionar e ressaltou a importância de ter ao lado alguém seguro, capaz de acompanhar seu crescimento e apoiar a realização de seus sonhos.

No campo profissional, Marina relembrou seu trabalho em “Tremembé”, no qual interpretou Suzane von Richthofen, e afirmou que tem buscado personagens que desafiem a imagem construída ao longo de mais de duas décadas de carreira. A atriz se prepara para viver Inês em “Antártida”, filme previsto para estrear em 17 de setembro.

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Aos 31 anos, Marina diz que cresceu sob os olhos do público e sofreu com comentários sobre sua aparência e vida pessoal. Com 23 anos de carreira, afirma que precisou aprender a lidar de forma consciente com essa exposição.

Aos 31 anos, a atriz Marina Ruy Barbosa falou sobre o peso de ter crescido sob os olhos do público e admitiu que a exposição constante nem sempre foi fácil de administrar. Em entrevista, ela contou que comentários sobre sua aparência e sua vida pessoal já a afetaram mais intensamente e definiu a experiência de amadurecer diante das câmeras.

“Como cresci exposta, minha imagem sempre foi muito observada, comentada, então precisei construir uma relação mais consciente com isso. Crescer diante do público pode ser muito duro, muito confuso, muito cruel”

Com 23 anos de carreira, a atriz explicou que precisou construir uma relação mais consciente com a própria imagem. Hoje, ela tenta encarar as mudanças do corpo, do rosto e do cabelo com menos cobrança, reconhecendo que envelhecer e se transformar fazem parte da vida.

Marina também reconheceu que críticas feitas na internet ainda podem atingi-la. Ela declarou que seria desonesto afirmar que nada a incomoda, mas destacou que, com o passar dos anos, aprendeu a escolher melhor quais opiniões merecem espaço no seu dia a dia.

“Durante muito tempo me sentia quase obrigada a responder mentalmente a tudo o que diziam. Hoje entendo que a opinião de alguém sobre a minha vida não necessariamente exige uma resposta minha”

Para lidar com as pressões, a atriz relatou que faz terapia e valoriza ter um ambiente em que não precise sustentar nenhuma imagem pública. Esse espaço pessoal tem sido, segundo ela, essencial para manter equilíbrio diante da exposição.

Outro tema abordado na conversa foi a vida amorosa. Marina afirmou que se orgulha de ter construído carreira, patrimônio e identidade próprios e disse não acreditar em relacionamentos baseados na ideia de que uma pessoa precise completar a outra.

“O amor precisa ser um lugar de encontro, não de preenchimento”

Ela acrescentou que não pretende reduzir projetos ou ambições para fazer uma relação funcionar e ressaltou a importância de ter ao lado alguém seguro, capaz de acompanhar seu crescimento e apoiar a realização de seus sonhos.

No campo profissional, Marina relembrou seu trabalho em “Tremembé”, no qual interpretou Suzane von Richthofen, e afirmou que tem buscado personagens que desafiem a imagem construída ao longo de mais de duas décadas de carreira. A atriz se prepara para viver Inês em “Antártida”, filme previsto para estrear em 17 de setembro.

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