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Aracaju, Sexta-feira, 25 de setembro de 2026
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Política

Lula critica ONU e Conselho de Segurança por falha contra guerras

Ao abrir a 81ª Assembleia da ONU, Lula afirmou que a organização falha em proteger vulneráveis e criticou o Conselho de Segurança.

25/09/2026 · 08h42 · Atualizado às 16h55
Lula critica ONU e Conselho de Segurança por falha contra guerras

Na abertura da 81ª Assembleia Geral, em Nova York, o presidente afirmou que a ONU vive seu momento mais crítico desde 2003 e falha em proteger a humanidade. Ele afirmou que a credibilidade do órgão está em baixa.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta terça-feira (22) que a Organização das Nações Unidas (ONU) vive, desde 2003, seu momento mais crítico. Em discurso na abertura do debate geral da 81ª Assembleia Geral da ONU, em Nova York, o presidente afirmou que a instituição falha na missão de proteger a humanidade contra a guerra e que a credibilidade do órgão está em baixa.

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“A ONU está falhando em uma de suas missões mais elevadas: a de livrar a humanidade do flagelo da guerra. Sua credibilidade nunca esteve tão baixa”.

O presidente afirmou também que seu sentimento naquele momento era de indignação diante dos conflitos que afetam populações vulneráveis em várias regiões do mundo.

“O sentimento que me move hoje é o da indignação”.

“A capacidade da ONU de proteger os mais vulneráveis, os que não têm exércitos nem arsenais, nunca foi tão pequena”.

Segundo a fala na tribuna, Lula lembrou que esta era a 10ª vez em que abria o debate geral da Assembleia e voltou a criticar o funcionamento do Conselho de Segurança. Na avaliação exposta durante o discurso, o Conselho estaria marcado pelo imobilismo e pelo uso do direito de veto pelas grandes potências, que teria reforçado decisões equivocadas.

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“Somos todos reféns do imobilismo de um Conselho de Segurança que não cumpre o seu papel”.

“Em 1946, já na primeira sessão dessa assembleia, o Brasil alertava para o alto preço que a comunidade internacional pagaria pelo direito de veto. Esse vício conferiu às grandes potências o privilégio da insensatez”.

Antes de subir à tribuna, o presidente se reuniu com o secretário-geral da ONU, António Guterres. O pronunciamento de Lula ocorreu logo no início da sessão, antes da fala do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

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No dia anterior, segunda-feira (21), Lula se encontrou em Nova York com o presidente do Uruguai, Yamandú Orsi, com o prefeito de Nova York, Zohran Mamdani, e com o senador americano Bernie Sanders, conforme programações realizadas durante a presença do chefe de Estado na cidade.

Após o discurso na assembleia geral, ele deve deixar Nova York ainda nesta terça-feira. O embarque está previsto para 13h50 no horário local, 14h50 no horário de Brasília, com chegada à capital federal prevista para as 23h40.

O posicionamento do presidente na assembleia reforça o debate sobre a capacidade das instituições multilaterais de responder a crises armadas e à proteção de civis, questão que entrou na agenda das discussões entre chefes de Estado nesta edição da Assembleia Geral.

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Na abertura da 81ª Assembleia Geral, em Nova York, o presidente afirmou que a ONU vive seu momento mais crítico desde 2003 e falha em proteger a humanidade. Ele afirmou que a credibilidade do órgão está em baixa.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta terça-feira (22) que a Organização das Nações Unidas (ONU) vive, desde 2003, seu momento mais crítico. Em discurso na abertura do debate geral da 81ª Assembleia Geral da ONU, em Nova York, o presidente afirmou que a instituição falha na missão de proteger a humanidade contra a guerra e que a credibilidade do órgão está em baixa.

“A ONU está falhando em uma de suas missões mais elevadas: a de livrar a humanidade do flagelo da guerra. Sua credibilidade nunca esteve tão baixa”.

O presidente afirmou também que seu sentimento naquele momento era de indignação diante dos conflitos que afetam populações vulneráveis em várias regiões do mundo.

“O sentimento que me move hoje é o da indignação”.

“A capacidade da ONU de proteger os mais vulneráveis, os que não têm exércitos nem arsenais, nunca foi tão pequena”.

Segundo a fala na tribuna, Lula lembrou que esta era a 10ª vez em que abria o debate geral da Assembleia e voltou a criticar o funcionamento do Conselho de Segurança. Na avaliação exposta durante o discurso, o Conselho estaria marcado pelo imobilismo e pelo uso do direito de veto pelas grandes potências, que teria reforçado decisões equivocadas.

“Somos todos reféns do imobilismo de um Conselho de Segurança que não cumpre o seu papel”.

“Em 1946, já na primeira sessão dessa assembleia, o Brasil alertava para o alto preço que a comunidade internacional pagaria pelo direito de veto. Esse vício conferiu às grandes potências o privilégio da insensatez”.

Antes de subir à tribuna, o presidente se reuniu com o secretário-geral da ONU, António Guterres. O pronunciamento de Lula ocorreu logo no início da sessão, antes da fala do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

No dia anterior, segunda-feira (21), Lula se encontrou em Nova York com o presidente do Uruguai, Yamandú Orsi, com o prefeito de Nova York, Zohran Mamdani, e com o senador americano Bernie Sanders, conforme programações realizadas durante a presença do chefe de Estado na cidade.

Após o discurso na assembleia geral, ele deve deixar Nova York ainda nesta terça-feira. O embarque está previsto para 13h50 no horário local, 14h50 no horário de Brasília, com chegada à capital federal prevista para as 23h40.

O posicionamento do presidente na assembleia reforça o debate sobre a capacidade das instituições multilaterais de responder a crises armadas e à proteção de civis, questão que entrou na agenda das discussões entre chefes de Estado nesta edição da Assembleia Geral.

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