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Economia

Dólar recua após pico e fecha em R$ 5,51; Bolsa tem leve queda com foco em exportadoras

O mercado financeiro brasileiro teve um dia de forte oscilação nesta terça-feira (2), após o anúncio de novas medidas tarifárias por parte dos Estados Unidos. O dólar chegou a ultrapassar R$ 5,58 pela manhã, mas perdeu força e encerrou o dia cotado a R$ 5,510, com alta de R$ 0,028 (+0,51%). A Bolsa de Valores também recuou, influenciada principalmente pelas ações de empresas com forte exposição ao mercado norte-americano.

11/07/2025 · 00h09 · Atualizado às 19h06
Dólar recua após pico e fecha em R$ 5,51; Bolsa tem leve queda com foco em exportadoras

Mercado inicia dia com tensão após anúncio dos EUA, mas melhora no decorrer da sessão

O mercado financeiro brasileiro teve um dia de forte oscilação nesta terça-feira (2), após o anúncio de novas medidas tarifárias por parte dos Estados Unidos. O dólar chegou a ultrapassar R$ 5,58 pela manhã, mas perdeu força e encerrou o dia cotado a R$ 5,510, com alta de R$ 0,028 (+0,51%). A Bolsa de Valores também recuou, influenciada principalmente pelas ações de empresas com forte exposição ao mercado norte-americano.

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A moeda norte-americana atingiu R$ 5,582 nos primeiros minutos de negociação, refletindo o impacto da nova alíquota de 40% imposta pelo governo dos EUA sobre produtos manufaturados brasileiros. Ao longo do dia, no entanto, a pressão diminuiu com a avaliação de que o impacto prático pode ser menor do que o estimado inicialmente. A mínima do dólar foi registrada às 14h20, quando chegou a R$ 5,49.

Com o resultado, o dólar acumula alta de 1,89% na semana, apesar de ainda mostrar queda de 8,7% no acumulado de 2025.

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Na Bolsa de Valores, o índice Ibovespa caiu 0,46%, encerrando o dia aos 135.904 pontos. O principal índice do mercado acionário brasileiro chegou a recuar mais de 1% nas primeiras horas, mas se recuperou parcialmente à tarde. As ações mais penalizadas foram as de exportadoras industriais, como a WEG e a Embraer, que tiveram quedas de 2,8% e 3,2%, respectivamente.

Setores mais voltados ao mercado interno, como varejo e bancos, apresentaram desempenho positivo, ajudando a conter maiores perdas no índice geral. A avaliação de analistas é que o movimento de hoje reflete um ajuste técnico diante de incertezas no cenário internacional, mas não configura uma tendência de fuga do mercado brasileiro.

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Mercado inicia dia com tensão após anúncio dos EUA, mas melhora no decorrer da sessão

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A moeda norte-americana atingiu R$ 5,582 nos primeiros minutos de negociação, refletindo o impacto da nova alíquota de 40% imposta pelo governo dos EUA sobre produtos manufaturados brasileiros. Ao longo do dia, no entanto, a pressão diminuiu com a avaliação de que o impacto prático pode ser menor do que o estimado inicialmente. A mínima do dólar foi registrada às 14h20, quando chegou a R$ 5,49.

Com o resultado, o dólar acumula alta de 1,89% na semana, apesar de ainda mostrar queda de 8,7% no acumulado de 2025.

Na Bolsa de Valores, o índice Ibovespa caiu 0,46%, encerrando o dia aos 135.904 pontos. O principal índice do mercado acionário brasileiro chegou a recuar mais de 1% nas primeiras horas, mas se recuperou parcialmente à tarde. As ações mais penalizadas foram as de exportadoras industriais, como a WEG e a Embraer, que tiveram quedas de 2,8% e 3,2%, respectivamente.

Setores mais voltados ao mercado interno, como varejo e bancos, apresentaram desempenho positivo, ajudando a conter maiores perdas no índice geral. A avaliação de analistas é que o movimento de hoje reflete um ajuste técnico diante de incertezas no cenário internacional, mas não configura uma tendência de fuga do mercado brasileiro.

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