Explicações científicas comprovam que rotina de exercícios traz benefícios em curto e longo prazos
Exercícios físicos para melhoria do corpo e exercícios de lógica para fortalecer a mente: se engana quem pensa que as definições cabem exatamente só nestas duas caixinhas e não podem se misturar. As atividades físicas podem ter múltiplos benefícios tanto para a saúde do corpo quanto para a saúde mental.
Entre os ganhos trazidos pelo exercício físico, está a melhora na autoestima, ajudando a superar sentimentos como insegurança, incapacidade e desvalorização. A baixa autoestima é uma barreira para iniciar e manter relacionamentos e também para encarar desafios na vida pessoal e profissional.
Além disso, estudos comprovam que os exercícios ajudam a prevenir doenças como Alzheimer e outras que provocam comprometimento das funções cognitivas. Também evita-se doenças como ansiedade e depressão, além de reduzir o estresse cotidiano.
Outro importante benefício é afastar os praticantes dos exercícios físicos das telas de celulares, computadores e de outros eletrônicos, trazendo um importante momento também de socialização.
Autoestima lá em cima
A melhora na autoestima provocada pela prática de exercícios físicos não é resultado apenas de uma bela selfie na academia – ela pode ser explicada cientificamente. Há a liberação no corpo de neurotransmissores, chamados endorfinas, responsáveis por maximizar a sensação de prazer e minimizar a dor.
Ao mesmo tempo, ocorre a diminuição de um dos hormônios provocadores do estresse, a adrenalina, e aumenta-se os níveis de serotonina e dopamina, responsáveis pelo bem-estar. A circulação equilibrada destes hormônios contribui para a autoestima e combate o mau humor.
Este benefício pode ser sentido a cada prática de exercício e torna-se cada vez mais notável quando elas se tornam rotineiras.
Para que isso ocorra, é preciso também tornar a prática de exercício confortável, usando roupas adequadas para cada atividade e que sejam bonitas, já começando a dar aquela melhorada na autoestima. A roupa para muay thai, por exemplo, tem um design diferenciado para ajudar na eficiência do esporte e para se visualizar melhor como lutador ou lutadora.
Autoconfiança em dia
Apesar de atrelada à autoestima, a autoconfiança também é melhorada de outras formas por meio dos exercícios. Quanto o praticante se vê capaz de cumprir metas que antes pareciam inalcançáveis por ele, percebe que pode chegar a novas conquistas. Os pequenos triunfos repetidos fazem as pessoas se sentirem mais fortes e empoderadas.
A autoconfiança e a autoestima também se manifestam à medida que as pessoas começam a se valorizar mais pelos objetivos que alcançam e cada vez menos pela adequação dos corpos delas aos padrões midiáticos de beleza. Os corpos saudáveis tornam-se o padrão de beleza a ser alcançado, e ver a massa muscular se fortalecendo estimula a autoconfiança.
Essa dose de autoconfiança é muito necessária para jovens que passam pela puberdade. Ao verificarem mudanças nos próprios corpos, ficam mais introspectivos, inseguros e críticos em relação à imagem corporal.
A autoconfiança também se fortalece em meio a interação social com outras pessoas que praticam as mesmas atividades e que também buscam um corpo mais saudável. Surge uma sensação de ser validado ou validada por uma comunidade e criam-se vínculos de pertencimento ao meio social.
Créditos: PeopleImages/iStock
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