Pular para o conteúdo principal
Aracaju, Quinta-feira, 17 de setembro de 2026
Pular para o conteúdo
Geral

Carcaça de baleia-jubarte é encontrada em decomposição na praia da caueira

Uma baleia-jubarte (Megaptera novaeangliae) foi encontrada morta na manhã da última quarta-feira (23) na Praia da Caueira, em Itaporanga d’Ajuda, no litoral sul de Sergipe. O animal, que media 12,1 metros de comprimento, estava em avançado estado de decomposição e foi localizado por uma equipe do Projeto de Monitoramento de Praias (PMP-SEAL), executado pela Fundação Mamíferos Aquáticos (FMA).

25/07/2025 · 12h07
Carcaça de baleia-jubarte é encontrada em decomposição na praia da caueira

Animal de 12,1 metros de comprimento é localizado em itaporanga d’ajuda durante período migratório da espécie

Uma baleia-jubarte (Megaptera novaeangliae) foi encontrada morta na manhã da última quarta-feira (23) na Praia da Caueira, em Itaporanga d’Ajuda, no litoral sul de Sergipe. O animal, que media 12,1 metros de comprimento, estava em avançado estado de decomposição e foi localizado por uma equipe do Projeto de Monitoramento de Praias (PMP-SEAL), executado pela Fundação Mamíferos Aquáticos (FMA).

Biólogos da FMA foram até o local para realizar a necropsia e coletar dados que possam indicar a causa da morte da baleia. A presença da espécie na região é comum nesta época do ano, devido ao seu período migratório. Entre junho e novembro, as jubartes deixam as águas geladas da Antártida e migram para áreas tropicais do Brasil para acasalar e dar à luz, e o litoral sergipano está na rota dessa jornada.

Publicidade

Conhecidas popularmente como “baleias-cantoras” por seus sons complexos e comportamento acrobático, as jubartes podem atingir até 16 metros de comprimento e pesar cerca de 40 toneladas. Suas nadadeiras peitorais são longas, podendo chegar a um terço do tamanho do corpo, e suas caudas possuem padrões únicos que servem para identificação individual.

Embora a espécie tenha sofrido um declínio severo no passado devido à caça predatória, atualmente sua população apresenta sinais de recuperação, com uma estimativa de cerca de 30 mil indivíduos habitando a costa brasileira, um resultado de esforços de conservação. No entanto, elas ainda enfrentam ameaças como colisões com embarcações, emaranhamento em redes de pesca e poluição sonora.

Você pode se interessarConteúdo patrocinado · MGID

A Fundação Mamíferos Aquáticos reforça a importância de respeitar a distância segura durante avistamentos e orienta que, em caso de encontro com esses animais, as pessoas registrem imagens à distância e informem o avistamento pelo telefone (79) 99130-0016.

Em caso de mamíferos marinhos encontrados mortos, as recomendações são:

  • Não se aproximar ou tocar no animal;
  • Evitar circular ao redor da carcaça, devido ao risco biológico;
  • Manter animais domésticos afastados;
  • Comunicar imediatamente as autoridades ambientais ou a FMA.

A descoberta serve como um lembrete da rica biodiversidade marinha que transita pela costa sergipana e da contínua necessidade de vigilância e conservação dessas espécies.

Publicidade

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Recomendado para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
Mais conteúdos para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Sugeridas pra vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
3 min de leitura

Animal de 12,1 metros de comprimento é localizado em itaporanga d’ajuda durante período migratório da espécie

Uma baleia-jubarte (Megaptera novaeangliae) foi encontrada morta na manhã da última quarta-feira (23) na Praia da Caueira, em Itaporanga d’Ajuda, no litoral sul de Sergipe. O animal, que media 12,1 metros de comprimento, estava em avançado estado de decomposição e foi localizado por uma equipe do Projeto de Monitoramento de Praias (PMP-SEAL), executado pela Fundação Mamíferos Aquáticos (FMA).

Biólogos da FMA foram até o local para realizar a necropsia e coletar dados que possam indicar a causa da morte da baleia. A presença da espécie na região é comum nesta época do ano, devido ao seu período migratório. Entre junho e novembro, as jubartes deixam as águas geladas da Antártida e migram para áreas tropicais do Brasil para acasalar e dar à luz, e o litoral sergipano está na rota dessa jornada.

Conhecidas popularmente como “baleias-cantoras” por seus sons complexos e comportamento acrobático, as jubartes podem atingir até 16 metros de comprimento e pesar cerca de 40 toneladas. Suas nadadeiras peitorais são longas, podendo chegar a um terço do tamanho do corpo, e suas caudas possuem padrões únicos que servem para identificação individual.

Embora a espécie tenha sofrido um declínio severo no passado devido à caça predatória, atualmente sua população apresenta sinais de recuperação, com uma estimativa de cerca de 30 mil indivíduos habitando a costa brasileira, um resultado de esforços de conservação. No entanto, elas ainda enfrentam ameaças como colisões com embarcações, emaranhamento em redes de pesca e poluição sonora.

A Fundação Mamíferos Aquáticos reforça a importância de respeitar a distância segura durante avistamentos e orienta que, em caso de encontro com esses animais, as pessoas registrem imagens à distância e informem o avistamento pelo telefone (79) 99130-0016.

Em caso de mamíferos marinhos encontrados mortos, as recomendações são:

  • Não se aproximar ou tocar no animal;
  • Evitar circular ao redor da carcaça, devido ao risco biológico;
  • Manter animais domésticos afastados;
  • Comunicar imediatamente as autoridades ambientais ou a FMA.

A descoberta serve como um lembrete da rica biodiversidade marinha que transita pela costa sergipana e da contínua necessidade de vigilância e conservação dessas espécies.

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Receba as notícias no seu WhatsApp

Entre no nosso canal oficial e fique por dentro de tudo que acontece em Sergipe

Entrar no canal →

Publicidade

EM ALTA AGORA