Com nove pré-candidatos já articulados, disputa pelo Senado em Sergipe promete polarização entre direita, esquerda e centro
O cenário político de Sergipe para as eleições de 2026 começa a se definir, e a disputa pelo Senado promete ser acirrada. O Partido Liberal (PL), legenda do ex-presidente Jair Bolsonaro, já articula dois nomes fortes para concorrer: o deputado federal Rodrigo Valadares, atualmente no União Brasil, e o ex-senador Eduardo Amorim, hoje filiado ao PSDB. Ambos devem migrar para o PL durante a janela partidária do próximo ano.
Atualmente, Sergipe soma nove pré-candidatos ao Senado. Pela extrema direita, além de Rodrigo Valadares, aparece também o deputado estadual Luizão Dona Trump (União). Já a direita terá como representantes Eduardo Amorim e o ex-prefeito Adailton Souza (PL).
Na chamada direita moderada, surgem o senador Alessandro Vieira (MDB) e o ex-deputado federal André Moura (União). Do centro político, o nome posto é o do ex-prefeito de Aracaju Edvaldo Nogueira (PDT), que conta com o apoio do senador Laércio Oliveira (PP). Fechando o quadro, estão os representantes da esquerda: o ministro Márcio Macedo e o senador Rogério Carvalho, ambos do PT.
No total, a corrida eleitoral em Sergipe já conta com quatro pré-candidatos da direita, dois da extrema direita, um de centro e dois da esquerda, reforçando o cenário de polarização que deve marcar a campanha ao Senado no Estado.
Com informações de Rita Oliveira
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