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Cidades

Chilenos são presos em Maringá após série de furtos em shoppings pelo país

Três cidadãos chilenos foram presos em Maringá, no Paraná, suspeitos de integrar uma organização criminosa responsável por furtos em série em vários estados brasileiros, entre eles Sergipe. A ação contou com o trabalho integrado das Polícias Civis de Sergipe, Paraná e Santa Catarina, além do apoio da Polícia Rodoviária Federal (PRF). A investigação começou em […]

23/09/2025 · 18h20
Chilenos são presos em Maringá após série de furtos em shoppings pelo país

Três cidadãos chilenos foram presos em Maringá, no Paraná, suspeitos de integrar uma organização criminosa responsável por furtos em série em vários estados brasileiros, entre eles Sergipe. A ação contou com o trabalho integrado das Polícias Civis de Sergipe, Paraná e Santa Catarina, além do apoio da Polícia Rodoviária Federal (PRF).

A investigação começou em Aracaju, depois que 13 frascos de perfumes importados, avaliados em R$ 9.928,00, foram furtados de uma loja em um shopping no bairro Coroa do Meio. Imagens das câmeras de segurança permitiram identificar os suspeitos e o veículo utilizado, um carro alugado em Santa Catarina.

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Com auxílio da Polícia Civil catarinense, os investigadores confirmaram a identidade dos três homens, que agiam uniformizados e se comunicavam por ponto eletrônico. Um deles já possuía mandado de prisão preventiva por furto expedido em São Paulo.

Segundo a delegada Luciana Pereira, da Delegacia de Turismo (Detur) de Sergipe, o rastreamento por GPS indicou que o grupo passou por diversos estados. “Confirmamos paradas em outros locais e que eles cometeram furtos em São Paulo e no Paraná; produtos de uma loja paulista foram encontrados no momento da prisão”, afirmou.

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O monitoramento mostrou ainda que os suspeitos pretendiam deixar o Brasil por uma das fronteiras. Eles foram abordados pela PRF em Maringá, onde foram apreendidos camisas e perfumes reconhecidos como produtos de furto. A estimativa é de que, em 20 dias, o trio tenha causado prejuízo de aproximadamente R$ 100 mil.

A delegada Gisele Martins, também da Detur, classificou o caso como “criminalidade itinerante”, envolvendo estrangeiros que utilizavam documentos falsos para praticar delitos em série no país. Já o delegado Renan Scandolara, da Polícia Civil de Santa Catarina, destacou a importância da integração entre as forças de segurança. “Casos como esse não representam o turismo internacional, e sim uma ação coordenada de pessoas com documentos falsos que vêm ao Brasil para praticar crimes”, disse.

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Três cidadãos chilenos foram presos em Maringá, no Paraná, suspeitos de integrar uma organização criminosa responsável por furtos em série em vários estados brasileiros, entre eles Sergipe. A ação contou com o trabalho integrado das Polícias Civis de Sergipe, Paraná e Santa Catarina, além do apoio da Polícia Rodoviária Federal (PRF).

A investigação começou em Aracaju, depois que 13 frascos de perfumes importados, avaliados em R$ 9.928,00, foram furtados de uma loja em um shopping no bairro Coroa do Meio. Imagens das câmeras de segurança permitiram identificar os suspeitos e o veículo utilizado, um carro alugado em Santa Catarina.

Com auxílio da Polícia Civil catarinense, os investigadores confirmaram a identidade dos três homens, que agiam uniformizados e se comunicavam por ponto eletrônico. Um deles já possuía mandado de prisão preventiva por furto expedido em São Paulo.

Segundo a delegada Luciana Pereira, da Delegacia de Turismo (Detur) de Sergipe, o rastreamento por GPS indicou que o grupo passou por diversos estados. “Confirmamos paradas em outros locais e que eles cometeram furtos em São Paulo e no Paraná; produtos de uma loja paulista foram encontrados no momento da prisão”, afirmou.

O monitoramento mostrou ainda que os suspeitos pretendiam deixar o Brasil por uma das fronteiras. Eles foram abordados pela PRF em Maringá, onde foram apreendidos camisas e perfumes reconhecidos como produtos de furto. A estimativa é de que, em 20 dias, o trio tenha causado prejuízo de aproximadamente R$ 100 mil.

A delegada Gisele Martins, também da Detur, classificou o caso como “criminalidade itinerante”, envolvendo estrangeiros que utilizavam documentos falsos para praticar delitos em série no país. Já o delegado Renan Scandolara, da Polícia Civil de Santa Catarina, destacou a importância da integração entre as forças de segurança. “Casos como esse não representam o turismo internacional, e sim uma ação coordenada de pessoas com documentos falsos que vêm ao Brasil para praticar crimes”, disse.

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