Associação dos Papiloscopistas de Carreira de Sergipe defende a ética do IML e condena imputações que ferem a honra e a credibilidade dos profissionais da Polícia Científica.
A Associação dos Papiloscopistas de Carreira de Sergipe (ASPAC) divulgou uma nota pública neste sábado (27) em defesa dos profissionais que atuam na Polícia Científica e, especificamente, no Instituto Médico Legal (IML). A entidade repudiou veementemente as acusações de necrofilia que foram atribuídas aos servidores no contexto das investigações sobre a morte da médica Danielle Barreto.
No comunicado, a ASPAC fez questão de reafirmar a confiança total no profissionalismo, na ética e no caráter de toda a equipe do IML. A associação destacou que os servidores exercem suas funções com a máxima responsabilidade e respeito à vida, à memória e à dignidade humana dos cidadãos.
A nota da entidade foi enfática ao condenar as alegações. “Não aceitaremos que a honra de nossos servidores seja manchada por acusações infundadas. Seguiremos firmes em nossa missão de servir à sociedade com dignidade, respeito e compromisso”, diz o texto.
A ASPAC considera que tais imputações afetam a honra individual dos profissionais e, ao mesmo tempo, comprometem a credibilidade de uma instituição essencial, cuja missão é prestar serviços cruciais à sociedade sergipana, pautando sua atuação pela seriedade e pela legalidade. A associação afirmou que continuará acompanhando os desdobramentos do caso e não permitirá que acusações sem provas sólidas manchem a imagem de quem atua diariamente em defesa da verdade científica e da justiça.
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