Comunicado do grupo terrorista nesta quinta-feira, 9, aponta para a libertação de reféns e de milhares de prisioneiros palestinos, com a mediação dos Estados Unidos e outros países.
Em um anúncio que pode representar uma virada histórica no conflito do Oriente Médio, o grupo terrorista Hamas declarou nesta quinta-feira, 9 de outubro de 2025, o fim da guerra em Gaza e o estabelecimento de um “cessar-fogo permanente” com Israel. A informação foi divulgada por líderes do grupo e detalha os termos de um acordo abrangente.
Segundo Khalil al-Hayya, uma das principais lideranças do Hamas, o acordo foi alcançado com a garantia de mediadores internacionais, incluindo os Estados Unidos, de que os termos serão cumpridos por ambas as partes.
O pacto, conforme detalhado no comunicado, inclui pontos cruciais para a desescalada do conflito, como:
- A libertação de todos os reféns ainda detidos pelo Hamas na Faixa de Gaza.
- A soltura de 250 prisioneiros palestinos que cumpriam pena de prisão perpétua em Israel.
- A libertação de outros 1.700 prisioneiros de Gaza que foram detidos por Israel após os ataques de 7 de outubro.
Este anúncio vem na esteira de uma declaração feita no dia anterior pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que confirmou que Israel e o Hamas haviam assinado a primeira fase de um plano de paz, e que a libertação dos reféns deveria começar já no início da próxima semana.
O mundo agora observa com grande expectativa os próximos passos para a implementação do acordo, que, se mantido, pode encerrar um dos capítulos mais sangrentos e prolongados do conflito israelo-palestino, trazendo alívio para milhões de civis afetados pela guerra na região.
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