A Central Única dos Trabalhadores em Sergipe (CUT/SE) manifestou apoio integral ao Sindicato dos Trabalhadores em Educação Básica do Estado de Sergipe (SINTESE) e cobrou do governo estadual uma resposta às reivindicações da categoria.
No último dia 13 de outubro, uma segunda-feira, o SINTESE realizou atos nos terminais de ônibus, em diversas ruas de Aracaju e em frente ao Palácio de Despachos para pressionar o governador Fábio Mitidieri. O sindicato exige a retomada do pagamento do triênio, o descongelamento de gratificações e a devolução de valores descontados de aposentadorias.
A CUT/SE criticou a postura do chefe do Executivo estadual. Segundo a central, Mitidieri afirmou publicamente que o governo dispõe de R$ 70 milhões para viabilizar o triênio, mas ainda não apresentou resposta à proposta elaborada pelo SINTESE dentro desse limite orçamentário.
Em nota, a CUT reforçou que a mobilização do sindicato representa toda a classe trabalhadora e defendeu a educação pública como elemento essencial para uma sociedade “mais justa, igualitária e soberana”.
“Nenhum direito a menos” e “Viva a resistência da educação pública” foram os lemas destacados pela entidade, que reiterou a solidariedade ao movimento dos professores sergipanos.
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