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Sergipe

Sergipe registra segundo maior avanço do país em empregos formais em setembro de 2025

Sergipe alcançou, em setembro de 2025, o segundo maior crescimento do Brasil no número de trabalhadores com carteira assinada, somando 357.444 vínculos formais. O resultado consta no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado nesta quinta-feira, 30, pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e analisado pelo Observatório do Trabalho da Secretaria de Estado […]

31/10/2025 · 10h26
Sergipe registra segundo maior avanço do país em empregos formais em setembro de 2025

Sergipe alcançou, em setembro de 2025, o segundo maior crescimento do Brasil no número de trabalhadores com carteira assinada, somando 357.444 vínculos formais. O resultado consta no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado nesta quinta-feira, 30, pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e analisado pelo Observatório do Trabalho da Secretaria de Estado do Trabalho, Emprego e Empreendedorismo (Seteem).

Na comparação com agosto, o estoque de empregos aumentou 1,70%. O mês de setembro apresentou saldo positivo de 5.962 postos, 4,9% acima dos 5.683 registrados no mesmo período de 2024. No acumulado de 2025, o estado criou 14.773 vagas, enquanto, nos últimos 12 meses (outubro de 2024 a setembro de 2025), o saldo é de 15.429 empregos.

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Trabalhadores superam famílias no Bolsa Família

O secretário de Estado do Trabalho, Emprego e Empreendedorismo, Jorge Teles, destacou que, pela primeira vez, o número de empregados formais ultrapassou o total de famílias atendidas pelo Programa Bolsa Família. Entre dezembro de 2022 e outubro de 2025, o público beneficiário caiu de 414 mil para 356 mil famílias, ao passo que o contingente de trabalhadores com carteira assinada passou de 314 mil para 357 mil.

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Indústria lidera criação de vagas

No recorte setorial de setembro, a indústria mostrou o maior saldo positivo, com 1.585 empregos. Em seguida aparecem agropecuária (1.464), serviços (1.433), construção (880) e comércio (600). O ciclo da safra de cana-de-açúcar impulsionou os resultados, gerando 1.536 contratações na indústria de transformação, das quais 1.065 na fabricação de açúcar em bruto.

De acordo com o governo estadual, a ampliação de postos formais reflete investimentos em qualificação profissional, intermediação de mão de obra e ações para tornar Sergipe mais atrativo a novos negócios.

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Sergipe alcançou, em setembro de 2025, o segundo maior crescimento do Brasil no número de trabalhadores com carteira assinada, somando 357.444 vínculos formais. O resultado consta no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado nesta quinta-feira, 30, pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e analisado pelo Observatório do Trabalho da Secretaria de Estado do Trabalho, Emprego e Empreendedorismo (Seteem).

Na comparação com agosto, o estoque de empregos aumentou 1,70%. O mês de setembro apresentou saldo positivo de 5.962 postos, 4,9% acima dos 5.683 registrados no mesmo período de 2024. No acumulado de 2025, o estado criou 14.773 vagas, enquanto, nos últimos 12 meses (outubro de 2024 a setembro de 2025), o saldo é de 15.429 empregos.

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O secretário de Estado do Trabalho, Emprego e Empreendedorismo, Jorge Teles, destacou que, pela primeira vez, o número de empregados formais ultrapassou o total de famílias atendidas pelo Programa Bolsa Família. Entre dezembro de 2022 e outubro de 2025, o público beneficiário caiu de 414 mil para 356 mil famílias, ao passo que o contingente de trabalhadores com carteira assinada passou de 314 mil para 357 mil.

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No recorte setorial de setembro, a indústria mostrou o maior saldo positivo, com 1.585 empregos. Em seguida aparecem agropecuária (1.464), serviços (1.433), construção (880) e comércio (600). O ciclo da safra de cana-de-açúcar impulsionou os resultados, gerando 1.536 contratações na indústria de transformação, das quais 1.065 na fabricação de açúcar em bruto.

De acordo com o governo estadual, a ampliação de postos formais reflete investimentos em qualificação profissional, intermediação de mão de obra e ações para tornar Sergipe mais atrativo a novos negócios.

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