Pular para o conteúdo principal
Aracaju, Quinta-feira, 17 de setembro de 2026
Pular para o conteúdo
Política

COP30 em Belém recebe 57 chefes de Estado e enfrenta críticas sobre custos e ausências de grandes emissores

A 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30) acontece em Belém (PA) com investimentos superiores a R$ 7 bilhões, segundo o governo federal. O evento, apontado pelo Palácio do Planalto como uma vitrine internacional para a pauta ambiental brasileira, reúne 57 chefes de Estado, o menor número desde 2019. Entre as ausências mais […]

11/11/2025 · 12h43
COP30 em Belém recebe 57 chefes de Estado e enfrenta críticas sobre custos e ausências de grandes emissores

A 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30) acontece em Belém (PA) com investimentos superiores a R$ 7 bilhões, segundo o governo federal. O evento, apontado pelo Palácio do Planalto como uma vitrine internacional para a pauta ambiental brasileira, reúne 57 chefes de Estado, o menor número desde 2019.

Entre as ausências mais comentadas estão Estados Unidos, China e Índia — responsáveis por parcela significativa das emissões globais de gases de efeito estufa. A falta desses países gera questionamentos sobre a capacidade de o encontro produzir avanços significativos nos próximos anos.

Publicidade

Durante a preparação da conferência, surgiram denúncias de superfaturamento e dispensas de licitação em obras e serviços ligados ao evento. Também houve polêmica em torno das diárias de hotéis na capital paraense, que chegaram a ser apontadas como fator de risco para a realização da cúpula. Dias antes da abertura, os preços foram reduzidos após queda na procura e ocupação em torno de 50 % em alguns estabelecimentos.

A principal resolução anunciada até o momento é a Declaração de Belém sobre Fome, Pobreza e Ação Climática Centrada nas Pessoas, assinada por 43 países e pela União Europeia. O documento associa o enfrentamento das desigualdades sociais às políticas de adaptação climática.

Você pode se interessarConteúdo patrocinado · MGID

Embora o governo federal destaque benefícios de infraestrutura para a população local, analistas ouvidos ao longo da preparação do evento apontam risco de que parte das novas estruturas se torne subutilizada após a conferência.

Com as discussões programadas até o fim da cúpula, Belém segue como palco de negociações climáticas sob atenção à participação reduzida de líderes globais e ao impacto dos gastos públicos.

 

Publicidade

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Recomendado para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
Mais conteúdos para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Sugeridas pra vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
2 min de leitura

A 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30) acontece em Belém (PA) com investimentos superiores a R$ 7 bilhões, segundo o governo federal. O evento, apontado pelo Palácio do Planalto como uma vitrine internacional para a pauta ambiental brasileira, reúne 57 chefes de Estado, o menor número desde 2019.

Entre as ausências mais comentadas estão Estados Unidos, China e Índia — responsáveis por parcela significativa das emissões globais de gases de efeito estufa. A falta desses países gera questionamentos sobre a capacidade de o encontro produzir avanços significativos nos próximos anos.

Durante a preparação da conferência, surgiram denúncias de superfaturamento e dispensas de licitação em obras e serviços ligados ao evento. Também houve polêmica em torno das diárias de hotéis na capital paraense, que chegaram a ser apontadas como fator de risco para a realização da cúpula. Dias antes da abertura, os preços foram reduzidos após queda na procura e ocupação em torno de 50 % em alguns estabelecimentos.

A principal resolução anunciada até o momento é a Declaração de Belém sobre Fome, Pobreza e Ação Climática Centrada nas Pessoas, assinada por 43 países e pela União Europeia. O documento associa o enfrentamento das desigualdades sociais às políticas de adaptação climática.

Embora o governo federal destaque benefícios de infraestrutura para a população local, analistas ouvidos ao longo da preparação do evento apontam risco de que parte das novas estruturas se torne subutilizada após a conferência.

Com as discussões programadas até o fim da cúpula, Belém segue como palco de negociações climáticas sob atenção à participação reduzida de líderes globais e ao impacto dos gastos públicos.

 

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Receba as notícias no seu WhatsApp

Entre no nosso canal oficial e fique por dentro de tudo que acontece em Sergipe

Entrar no canal →

Publicidade

EM ALTA AGORA