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Sergipe

Engenheiro Luciano Barreto alerta para falta de profissionais e riscos à infraestrutura nacional

O engenheiro civil Luciano Barreto, presidente da Construtora Celi, afirmou que o Brasil enfrenta uma redução acelerada no número de engenheiros e de mão de obra qualificada, situação que pode comprometer grandes projetos de infraestrutura e programas federais como o Novo PAC. Em artigo publicado nesta segunda-feira (10), Barreto destacou que, após 57 anos atuando […]

12/11/2025 · 17h55
Engenheiro Luciano Barreto alerta para falta de profissionais e riscos à infraestrutura nacional

O engenheiro civil Luciano Barreto, presidente da Construtora Celi, afirmou que o Brasil enfrenta uma redução acelerada no número de engenheiros e de mão de obra qualificada, situação que pode comprometer grandes projetos de infraestrutura e programas federais como o Novo PAC.

Em artigo publicado nesta segunda-feira (10), Barreto destacou que, após 57 anos atuando nos setores de engenharia e construção civil, nunca havia visto um desinteresse tão grande de jovens pela profissão. Segundo ele, a ocupação perdeu espaço para carreiras no mercado financeiro, em startups de tecnologia e no marketing digital.

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O executivo advertiu que a escassez de profissionais ameaça metas como a universalização do saneamento básico e a diminuição do déficit habitacional. Barreto citou ainda a dificuldade de encontrar mestres de obras, técnicos em edificações, pedreiros, armadores e carpinteiros experientes, o que ele considera “a outra face” do mesmo problema.

Para contornar o cenário, o engenheiro defendeu três frentes de ação:

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  • Valorização da profissão – união entre empresas, universidades e governo para resgatar o prestígio da engenharia e oferecer planos de carreira estáveis;
  • Investimento no ensino técnico – expansão de modelos como Senai e Senac para formar profissionais de nível médio e superior com excelência;
  • Estabilidade no setor da construção civil – planejamento público de longo prazo que permita previsibilidade de obras e estimule a capacitação contínua das equipes.

Barreto concluiu lembrando que sua geração contribuiu para erguer parte da infraestrutura brasileira e questionou quem assumirá essa responsabilidade no futuro se a formação de novos engenheiros e técnicos não for assegurada.

 

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O engenheiro civil Luciano Barreto, presidente da Construtora Celi, afirmou que o Brasil enfrenta uma redução acelerada no número de engenheiros e de mão de obra qualificada, situação que pode comprometer grandes projetos de infraestrutura e programas federais como o Novo PAC.

Em artigo publicado nesta segunda-feira (10), Barreto destacou que, após 57 anos atuando nos setores de engenharia e construção civil, nunca havia visto um desinteresse tão grande de jovens pela profissão. Segundo ele, a ocupação perdeu espaço para carreiras no mercado financeiro, em startups de tecnologia e no marketing digital.

O executivo advertiu que a escassez de profissionais ameaça metas como a universalização do saneamento básico e a diminuição do déficit habitacional. Barreto citou ainda a dificuldade de encontrar mestres de obras, técnicos em edificações, pedreiros, armadores e carpinteiros experientes, o que ele considera “a outra face” do mesmo problema.

Para contornar o cenário, o engenheiro defendeu três frentes de ação:

  • Valorização da profissão – união entre empresas, universidades e governo para resgatar o prestígio da engenharia e oferecer planos de carreira estáveis;
  • Investimento no ensino técnico – expansão de modelos como Senai e Senac para formar profissionais de nível médio e superior com excelência;
  • Estabilidade no setor da construção civil – planejamento público de longo prazo que permita previsibilidade de obras e estimule a capacitação contínua das equipes.

Barreto concluiu lembrando que sua geração contribuiu para erguer parte da infraestrutura brasileira e questionou quem assumirá essa responsabilidade no futuro se a formação de novos engenheiros e técnicos não for assegurada.

 

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