Pular para o conteúdo principal
Aracaju, Quinta-feira, 17 de setembro de 2026
Pular para o conteúdo
Política

Festival de Artes de São Cristóvão injeta R$ 5 milhões por dia na economia local

A 40ª edição do Festival de Artes de São Cristóvão (Fasc) chega ao terceiro dia confirmando seu peso econômico: segundo a organização, o evento movimenta em média R$ 5 milhões por dia na cidade histórica sergipana. Com 113 artistas distribuídos nos palcos das praças São Francisco, Matriz, Bandeira e Carmo, o festival também abre espaço […]

23/11/2025 · 13h51
Festival de Artes de São Cristóvão injeta R$ 5 milhões por dia na economia local

A 40ª edição do Festival de Artes de São Cristóvão (Fasc) chega ao terceiro dia confirmando seu peso econômico: segundo a organização, o evento movimenta em média R$ 5 milhões por dia na cidade histórica sergipana.

Com 113 artistas distribuídos nos palcos das praças São Francisco, Matriz, Bandeira e Carmo, o festival também abre espaço para 124 vendedores ambulantes que comercializam alimentos, bebidas, artesanato e souvenires em pontos estratégicos do Centro Histórico.

Publicidade

Comércio ajusta estrutura para a alta demanda

A movimentação começou meses antes. No Educafé, cantina escolar adaptada para o evento, a gerente Walleria Macario reforçou a equipe de três para 15 pessoas e ampliou o estoque de insumos adquiridos de produtores locais. “Este Fasc provocou um salto no número de clientes e serviços”, afirmou.

A artesã Silvania Alves, que estreou no festival vendendo churros, comemorou a receptividade: “A festa é linda e bem organizada; foi uma experiência que compensou até pelos anos futuros”.

Artesanato e gastronomia em alta

Na Sala dos Saberes e Fazeres, a artesã Dona Fátima, 73 anos, registrou aumento nas vendas de tererê, bijuterias, peças em palha indígena e sabonetes naturais. “Quando o festival vai bem, artesanato, gastronomia e cultura crescem juntos”, comentou.

O tradicional bricelet, patrimônio gastronômico local, também ganha fôlego. Vera Maria Gomes, há 15 anos à frente da loja, classificou o período como “13º salário”: “Nos quatro dias do Fasc garantimos o sustento do ano inteiro”.

Hospedagem e serviços lotados

A procura por imóveis para temporada disparou. “Os turistas perguntam o tempo todo se há casas disponíveis”, relatou o corretor Alisson Rocha, que classificou a edição como histórica para a cidade.

Você pode se interessarConteúdo patrocinado · MGID

O secretário municipal de Desenvolvimento Econômico e do Trabalho, Josenito Oliveira, destacou que o impacto extrapola os limites de São Cristóvão. “Hotelaria, transporte e trabalhadores de várias áreas são beneficiados; muitos empregos temporários surgem”, apontou.

Sobre o festival

Realizado desde a década de 1970 e retomado em 2017 após pausa em 2005, o Fasc é um dos principais encontros culturais do Nordeste, reunindo música, teatro, dança, literatura, cinema e artes visuais em vários bairros e no Centro Histórico da quarta cidade mais antiga do Brasil.

O festival é apresentado pelo Ministério da Cultura e realizado pela Prefeitura de São Cristóvão, por meio da Fundação Municipal do Patrimônio e da Cultura João Bebe Água (Fumpac) e do Encontro Sancristovense de Cultura Popular e Outras Artes (Escoa), com apoio do Governo de Sergipe (Funcap) e Governo Federal. Patrocinam o evento Celi, Banco do Nordeste, Iguá Sergipe, Ecoparque Sergipe e Caixa; SE Sistema Engenharia, Colortex Tintas, Unir Locações e Serviços e Vitória Transportes prestam apoio logístico.

Publicidade

A programação segue até o quarto dia, mantendo apresentações artísticas e movimentação nas áreas de comércio, hospedagem e serviços.

 

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Recomendado para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
Mais conteúdos para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Sugeridas pra vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
3 min de leitura

A 40ª edição do Festival de Artes de São Cristóvão (Fasc) chega ao terceiro dia confirmando seu peso econômico: segundo a organização, o evento movimenta em média R$ 5 milhões por dia na cidade histórica sergipana.

Com 113 artistas distribuídos nos palcos das praças São Francisco, Matriz, Bandeira e Carmo, o festival também abre espaço para 124 vendedores ambulantes que comercializam alimentos, bebidas, artesanato e souvenires em pontos estratégicos do Centro Histórico.

Comércio ajusta estrutura para a alta demanda

A movimentação começou meses antes. No Educafé, cantina escolar adaptada para o evento, a gerente Walleria Macario reforçou a equipe de três para 15 pessoas e ampliou o estoque de insumos adquiridos de produtores locais. “Este Fasc provocou um salto no número de clientes e serviços”, afirmou.

A artesã Silvania Alves, que estreou no festival vendendo churros, comemorou a receptividade: “A festa é linda e bem organizada; foi uma experiência que compensou até pelos anos futuros”.

Artesanato e gastronomia em alta

Na Sala dos Saberes e Fazeres, a artesã Dona Fátima, 73 anos, registrou aumento nas vendas de tererê, bijuterias, peças em palha indígena e sabonetes naturais. “Quando o festival vai bem, artesanato, gastronomia e cultura crescem juntos”, comentou.

O tradicional bricelet, patrimônio gastronômico local, também ganha fôlego. Vera Maria Gomes, há 15 anos à frente da loja, classificou o período como “13º salário”: “Nos quatro dias do Fasc garantimos o sustento do ano inteiro”.

Hospedagem e serviços lotados

A procura por imóveis para temporada disparou. “Os turistas perguntam o tempo todo se há casas disponíveis”, relatou o corretor Alisson Rocha, que classificou a edição como histórica para a cidade.

O secretário municipal de Desenvolvimento Econômico e do Trabalho, Josenito Oliveira, destacou que o impacto extrapola os limites de São Cristóvão. “Hotelaria, transporte e trabalhadores de várias áreas são beneficiados; muitos empregos temporários surgem”, apontou.

Sobre o festival

Realizado desde a década de 1970 e retomado em 2017 após pausa em 2005, o Fasc é um dos principais encontros culturais do Nordeste, reunindo música, teatro, dança, literatura, cinema e artes visuais em vários bairros e no Centro Histórico da quarta cidade mais antiga do Brasil.

O festival é apresentado pelo Ministério da Cultura e realizado pela Prefeitura de São Cristóvão, por meio da Fundação Municipal do Patrimônio e da Cultura João Bebe Água (Fumpac) e do Encontro Sancristovense de Cultura Popular e Outras Artes (Escoa), com apoio do Governo de Sergipe (Funcap) e Governo Federal. Patrocinam o evento Celi, Banco do Nordeste, Iguá Sergipe, Ecoparque Sergipe e Caixa; SE Sistema Engenharia, Colortex Tintas, Unir Locações e Serviços e Vitória Transportes prestam apoio logístico.

A programação segue até o quarto dia, mantendo apresentações artísticas e movimentação nas áreas de comércio, hospedagem e serviços.

 

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Receba as notícias no seu WhatsApp

Entre no nosso canal oficial e fique por dentro de tudo que acontece em Sergipe

Entrar no canal →

Publicidade

EM ALTA AGORA