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Cultura

Festa do Lambe-Sujo e Caboclinho torna-se Patrimônio Cultural e Imaterial de Sergipe

A Assembleia Legislativa de Sergipe (Alese) aprovou o projeto de lei que declara a Festa do Lambe-Sujo e Caboclinho, realizada em Laranjeiras, como Patrimônio Cultural e Imaterial do Estado e insere a manifestação no Calendário Oficial de Eventos. A proposta é de autoria do deputado estadual Paulo Júnior (PV).

28/11/2025 · 09h23
Festa do Lambe-Sujo e Caboclinho torna-se Patrimônio Cultural e Imaterial de Sergipe

A Assembleia Legislativa de Sergipe (Alese) aprovou o projeto de lei que declara a Festa do Lambe-Sujo e Caboclinho, realizada em Laranjeiras, como Patrimônio Cultural e Imaterial do Estado e insere a manifestação no Calendário Oficial de Eventos. A proposta é de autoria do deputado estadual Paulo Júnior (PV).

Considerada uma das expressões populares mais antigas do país, com registros desde o século XIX, a celebração encena a disputa simbólica entre negros escravizados, representados pelos Lambe-Sujos, e indígenas aliados aos senhores de engenho, simbolizados pelos Caboclinhos. A festividade mescla música, dança, religiosidade e encenações teatrais.

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Ao ser reconhecida por lei, a manifestação passa a contar com instrumentos formais de preservação, difusão e valorização. “A festa carrega nossa história, nossa ancestralidade e nossa força cultural”, afirmou o deputado Paulo Júnior ao defender a proposta.

Tradição e identidade

A cada edição, o evento atrai visitantes e pesquisadores interessados na cultura afro-brasileira, indígena e luso-brasileira, transformando as ruas de Laranjeiras em um palco de memória viva. O reconhecimento oficial reforça o papel do município como um dos polos históricos de Sergipe.

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Outras iniciativas culturais

O parlamentar já teve sancionadas leis que reconhecem o Festival de Artes de São Cristóvão (FASC) e a Procissão de Corpus Christi de São Cristóvão como bens de interesse cultural do Estado. Segundo Paulo Júnior, investir em cultura estimula o turismo, a educação e a autoestima da população sergipana.

Com o novo status de patrimônio, a Festa do Lambe-Sujo e Caboclinho poderá receber mais investimentos, ações educativas e políticas públicas voltadas à preservação da memória e à ampliação do calendário cultural sergipano.

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A Assembleia Legislativa de Sergipe (Alese) aprovou o projeto de lei que declara a Festa do Lambe-Sujo e Caboclinho, realizada em Laranjeiras, como Patrimônio Cultural e Imaterial do Estado e insere a manifestação no Calendário Oficial de Eventos. A proposta é de autoria do deputado estadual Paulo Júnior (PV).

Considerada uma das expressões populares mais antigas do país, com registros desde o século XIX, a celebração encena a disputa simbólica entre negros escravizados, representados pelos Lambe-Sujos, e indígenas aliados aos senhores de engenho, simbolizados pelos Caboclinhos. A festividade mescla música, dança, religiosidade e encenações teatrais.

Ao ser reconhecida por lei, a manifestação passa a contar com instrumentos formais de preservação, difusão e valorização. “A festa carrega nossa história, nossa ancestralidade e nossa força cultural”, afirmou o deputado Paulo Júnior ao defender a proposta.

Tradição e identidade

A cada edição, o evento atrai visitantes e pesquisadores interessados na cultura afro-brasileira, indígena e luso-brasileira, transformando as ruas de Laranjeiras em um palco de memória viva. O reconhecimento oficial reforça o papel do município como um dos polos históricos de Sergipe.

Outras iniciativas culturais

O parlamentar já teve sancionadas leis que reconhecem o Festival de Artes de São Cristóvão (FASC) e a Procissão de Corpus Christi de São Cristóvão como bens de interesse cultural do Estado. Segundo Paulo Júnior, investir em cultura estimula o turismo, a educação e a autoestima da população sergipana.

Com o novo status de patrimônio, a Festa do Lambe-Sujo e Caboclinho poderá receber mais investimentos, ações educativas e políticas públicas voltadas à preservação da memória e à ampliação do calendário cultural sergipano.

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