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Ciência e Espaço

Céu de Possagno se Veste de Vermelho — Fenômeno Espetacular Desafia a Noite

Na noite de 17 de novembro de 2025, um halo vermelho espetacular foi fotografado sobre Possagno, pequena cidade alpina na Itália — marcando a segunda aparição do fenômeno na mesma cidade desde 2023.

28/11/2025 · 16h23
Céu de Possagno se Veste de Vermelho — Fenômeno Espetacular Desafia a Noite

Argola luminescente gigantesca surge sobre cidade italiana pela segunda vez em três anos — e não é OVNI, é ciência

Na noite de 17 de novembro de 2025, um halo vermelho espetacular foi fotografado sobre Possagno, pequena cidade alpina na Itália — marcando a segunda aparição do fenômeno na mesma cidade desde 2023.

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A imagem foi registrada pelo fotógrafo Valter Binotto, que já havia capturado o primeiro evento.

Segundo estimativas, o “anel” vermelho teria cerca de 200 km de diâmetro e surgido a aproximadamente 100 km de altitude.

image 230

Por que o fenômeno surpreende — e o que é realmente

O brilho não é UFO nem invasão alienígena — trata-se de um fenômeno atmosférico raríssimo chamado ELVE (sigla em inglês para “emissão de luz e perturbações muito baixa frequência por pulsos eletromagnéticos”).

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ELVEs ocorrem quando descargas elétricas extremamente intensas — raios poderosos — lançam pulsos eletromagnéticos rumo à ionosfera, excitando partículas de nitrogênio e gerando flashes avermelhados em formato de disco.

Esses eventos “explodem” e desaparecem em frações de segundo — por isso são praticamente invisíveis a olho nu e só podem ser capturados com equipamentos específicos e muita sorte.

Embora já existissem registros de ELVEs em outras regiões, é extremamente inusitado que a mesma cidade presencie o fenômeno duas vezes em poucos anos — o que torna a foto de Binotto ainda mais valiosa para cientistas e entusiastas.

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Por que importa

  • Registros como este ajudam a comunidade científica a entender melhor os chamados Transient Luminous Events (TLEs), fenômenos de alta energia na atmosfera que afetam a ionosfera e, potencialmente, satélites e comunicações.
  • A raridade extrema dos ELVEs — especialmente visíveis da Terra — transforma cada registro em uma “janela” rara de observação do comportamento elétrico da atmosfera.
  • Para o público, imagens como essa despertam fascínio, curiosidade científica e admiração pelas forças da natureza — além de ampliar o interesse por astronomia e meteorologia.

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Argola luminescente gigantesca surge sobre cidade italiana pela segunda vez em três anos — e não é OVNI, é ciência

Na noite de 17 de novembro de 2025, um halo vermelho espetacular foi fotografado sobre Possagno, pequena cidade alpina na Itália — marcando a segunda aparição do fenômeno na mesma cidade desde 2023.

A imagem foi registrada pelo fotógrafo Valter Binotto, que já havia capturado o primeiro evento.

Segundo estimativas, o “anel” vermelho teria cerca de 200 km de diâmetro e surgido a aproximadamente 100 km de altitude.

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Por que o fenômeno surpreende — e o que é realmente

O brilho não é UFO nem invasão alienígena — trata-se de um fenômeno atmosférico raríssimo chamado ELVE (sigla em inglês para “emissão de luz e perturbações muito baixa frequência por pulsos eletromagnéticos”).

ELVEs ocorrem quando descargas elétricas extremamente intensas — raios poderosos — lançam pulsos eletromagnéticos rumo à ionosfera, excitando partículas de nitrogênio e gerando flashes avermelhados em formato de disco.

Esses eventos “explodem” e desaparecem em frações de segundo — por isso são praticamente invisíveis a olho nu e só podem ser capturados com equipamentos específicos e muita sorte.

Embora já existissem registros de ELVEs em outras regiões, é extremamente inusitado que a mesma cidade presencie o fenômeno duas vezes em poucos anos — o que torna a foto de Binotto ainda mais valiosa para cientistas e entusiastas.

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Por que importa

  • Registros como este ajudam a comunidade científica a entender melhor os chamados Transient Luminous Events (TLEs), fenômenos de alta energia na atmosfera que afetam a ionosfera e, potencialmente, satélites e comunicações.
  • A raridade extrema dos ELVEs — especialmente visíveis da Terra — transforma cada registro em uma “janela” rara de observação do comportamento elétrico da atmosfera.
  • Para o público, imagens como essa despertam fascínio, curiosidade científica e admiração pelas forças da natureza — além de ampliar o interesse por astronomia e meteorologia.

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