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Economia

Governo e Febraban apresentam plano de ação para conter fraudes bancárias digitais

O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) e a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) lançaram nesta quarta-feira (3) o Plano de Ação Conjunto para o Combate a Fraudes Bancárias Digitais. A iniciativa decorre da Aliança Nacional de Combate a Fraudes Bancárias Digitais, formalizada em fevereiro, e reúne poder público, setor financeiro e sociedade civil […]

03/12/2025 · 18h16
Governo e Febraban apresentam plano de ação para conter fraudes bancárias digitais

O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) e a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) lançaram nesta quarta-feira (3) o Plano de Ação Conjunto para o Combate a Fraudes Bancárias Digitais. A iniciativa decorre da Aliança Nacional de Combate a Fraudes Bancárias Digitais, formalizada em fevereiro, e reúne poder público, setor financeiro e sociedade civil na tentativa de frear a escalada de golpes virtuais.

Durante o evento, em Brasília, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, defendeu uma resposta “coordenada e inteligente” contra crimes que migraram do mundo físico para o virtual. De acordo com a Febraban, o Brasil ocupa a segunda posição global em crimes digitais, atrás apenas da China.

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Pilares da estratégia

O plano elenca 23 ações prioritárias, distribuídas em seis frentes:

  • aperfeiçoamento dos processos de prevenção;
  • intensificação da repressão a fraudes e golpes;
  • compartilhamento de dados e informações;
  • capacitação de agentes públicos, empresas e população;
  • atendimento e cuidado às vítimas;
  • conscientização para prevenção.

Segundo Lewandowski, o documento ainda passará por ajustes e deverá ser aprimorado ao longo de cinco anos.

Ferramentas práticas

Entre as primeiras entregas está o site “Sofri um Golpe. E agora?”, hospedado na plataforma Gov.br. A página oferece dez trilhas com orientações passo a passo para vítimas de crimes como roubo de celular, invasão de redes sociais ou clonagem de conta Gov.br. O conteúdo será atualizado conforme surgirem novas modalidades de fraude.

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A assessora especial do MJSP, Betina Gunther, informou ainda que serão disponibilizados painéis com estatísticas de fraudes bancárias digitais por unidade da federação, dia da semana, turno e perfil das vítimas (idade, sexo e escolaridade).

Aliança setorial

O presidente da Febraban, Isaac Sidney, destacou que o diferencial do plano é a cooperação inédita entre setor público, bancos e sociedade civil. “A criminalidade digital busca o elo mais frágil da cadeia financeira; por isso precisamos de todos os segmentos alinhados”, afirmou.

A construção do plano envolveu 357 especialistas de 23 entidades, incluindo setores de telecomunicações, varejo e tecnologia, somando mais de 230 horas de reuniões semanais.

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Com informações de Agência Brasil

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O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) e a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) lançaram nesta quarta-feira (3) o Plano de Ação Conjunto para o Combate a Fraudes Bancárias Digitais. A iniciativa decorre da Aliança Nacional de Combate a Fraudes Bancárias Digitais, formalizada em fevereiro, e reúne poder público, setor financeiro e sociedade civil na tentativa de frear a escalada de golpes virtuais.

Durante o evento, em Brasília, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, defendeu uma resposta “coordenada e inteligente” contra crimes que migraram do mundo físico para o virtual. De acordo com a Febraban, o Brasil ocupa a segunda posição global em crimes digitais, atrás apenas da China.

Pilares da estratégia

O plano elenca 23 ações prioritárias, distribuídas em seis frentes:

  • aperfeiçoamento dos processos de prevenção;
  • intensificação da repressão a fraudes e golpes;
  • compartilhamento de dados e informações;
  • capacitação de agentes públicos, empresas e população;
  • atendimento e cuidado às vítimas;
  • conscientização para prevenção.

Segundo Lewandowski, o documento ainda passará por ajustes e deverá ser aprimorado ao longo de cinco anos.

Ferramentas práticas

Entre as primeiras entregas está o site “Sofri um Golpe. E agora?”, hospedado na plataforma Gov.br. A página oferece dez trilhas com orientações passo a passo para vítimas de crimes como roubo de celular, invasão de redes sociais ou clonagem de conta Gov.br. O conteúdo será atualizado conforme surgirem novas modalidades de fraude.

A assessora especial do MJSP, Betina Gunther, informou ainda que serão disponibilizados painéis com estatísticas de fraudes bancárias digitais por unidade da federação, dia da semana, turno e perfil das vítimas (idade, sexo e escolaridade).

Aliança setorial

O presidente da Febraban, Isaac Sidney, destacou que o diferencial do plano é a cooperação inédita entre setor público, bancos e sociedade civil. “A criminalidade digital busca o elo mais frágil da cadeia financeira; por isso precisamos de todos os segmentos alinhados”, afirmou.

A construção do plano envolveu 357 especialistas de 23 entidades, incluindo setores de telecomunicações, varejo e tecnologia, somando mais de 230 horas de reuniões semanais.

Com informações de Agência Brasil

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